terça-feira, 28 de julho de 2015

11/12-07-2015 NGPS Mesão Frio (alvorada)

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Rocha e PedroS foram fazer um lanche ajantarado para participar no NGPS de Mesão Frio, e logo ai começa o atraso em relação aos preparativos para o arranque.
PedroS chegou 40 minutos atrasado ao ponto de encontro, (já tinha avisado ao sair do tasco que estava atrasado).
Quando chegou a casa do Rocha, este já tinha acamado a bike dele na carrinha do Ângelo, tb ia participar, e para adiantar fomos pela A3 em vez de seguir pela A7, problemas com o A.
Chegamos a tempo mas tivemos de carregar no acelerador.
Já no ponto de encontro vemos o Vasco e o Mário (de Braga), arrancamos os cinco com o intuito de chegar ao cimo da Sr da Serra palas 4.30h, num ritmo lento qb, ajudado pela altimetria 28km 1400+ de acumulado.
A chegada ao cimo foi feita sempre por estradões de terra e algumas estradas, sem dificuldade técnicas de maior, deixando a última fase da subida final o esfolar do rabo da cabra, para quem carregou o track no GPSIES, o outro era mais acessível. (não se entende como são enviados dois track para o mesmo percurso com algumas diferenças).
Na ascensão à Sr da Serra só o Ângelo é que andava no elástico ora à frente ora a trás, depois de ter tomado uma granada de mão e lhe ter explodido o estômago foi ficando para trás.
As baterias para a iluminação chegaram e sobraram para o ano, não foi necessário muita iluminação para subir e descer estradões. Nos últimos dois anos achei a nocturna mais interessante.
Agrupamos no topo e fomos petiscar e fazer horas para ver a famosa alvorada. Não tivemos sorte com a escolha da barraca, a comida confeccionada era uma desgraça e só a cerveja é que estava boa.
Fomos ocupar o nosso lugar no anfiteatro natural para ver o nascer do sol, a alvorada já estava a começar. O Ângelo este ano estava a fazer de Jardim, com o pescoço a não aguentar a cabeça e esta sempre a cair. O tempo não estava tão frio como nos últimos anos. O Rocha não precisou de comprar uma toalha de praia de gosto duvidoso para a sua colecção para tentar dormir, enroscou-se num arbusto para o tentar, mas a bebedeira do sono só o fazia dizer disparates.


Começa o festival solar e este arranca da terra como uma rolha de champanhe, logo, sai totalmente dando a partida para a descida.
Na descida fomos encontrando muita gente a pé e em grupo, muitos carros, não deu para curtir muito a descida, mas foi-se fazendo.
Parámos para atestar o pneu da frente da bike do Vasco, e o Ângelo avisa que vai indo, (para a frente do elástico). Ao atravessarmos uma aldeia a descer o track mandava virar à direita, o Ângelo deve ter ido em frente. Soubemos mais à frente que se tinha perdido, depois de ter descido alguns km e nós termos feito o inverso, o melhor foi ele encontrar o track mais à frente ou rumar a Mesão Frio.


O amanhecer estava bem quente e às 8.00h com as dificuldades das subidas o calor estava a tornar-se tórrido e todas as sombras eram aproveitadas. Pára-mos para trocar de roupa e usar a mais fresca que trazíamos. (apanhamos uma subidinha curta mas P”#%& que a P&%$#)


Mais à frente sabíamos que ainda tínhamos uma SUBIDA com letras grandes. A aproximação à ultima dificuldade estava a ser apresentada pela magnifica paisagem. O amarelo torrado era a cor predominante, pintado pelo sol madrugador, com coloridos ponteados a verde, no cimo os moinhos de vento do Don Quixote de La Mancha “pensava o Rocha” não sei se era das alucinações mas estava a dar-me gozo fazer esta subida, nas calmas, a apreciar tudo o que os olhos alcançavam, não pensava na dificuldade, só na beleza da natureza, e apreciar… apreciar. 


Agora tínhamos muita descida para fazer e o Mário ficou preso num furo, o Rocha aproveitou para andar a fazer marcos geodésicos na planície onde nos encontrávamos.


Descer até ao Rio Douro, deixando para trás quintas de vinhedo onde o sublime néctar vai absorvendo partículas do nosso btt em socalco. A vista paisagística é de uma beleza tal que não sei como havia gente cansada, as vistas afagavam as dores das pernas e do sono. Descer por entre quintas com muros altos com calçada toda torcida e não muito larga, deu para animar a malta.
Foi um excelente passeio diurno com +-62km com +-2400km +

quinta-feira, 25 de junho de 2015

14-06-2015 presunto até ao osso

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Depois do passeio de Remelhe onde os Biclas08 ganharam o presunto para a equipa mais representada, este foi o dia para o desmontar, e ver de que cor era osso do bicho.
Os Kedas tb foram convidados para o abate, e após email a vontade e a fome era de pelo menos oito “guelosos” a participarem. Dois por “motivos” não puderam aparecer. Mendes está a ficar para trás e a chuva não o deixa sair da cama, o amigo dele, o Marco, ainda é novo no grupo e faz espelho, mas a preguiça e outros tiques mais, que só ele sabe explicar mas que mais ninguém entende. O Joel, diz que por ser mais alto e maior que os outros todos, molha-se mais e tb não vai porque em m3 ele fica sempre mais encharcado que os outros, por isso mais um na cama.
Dos Kedas Carlos Pereira, Rocha e PedroS saíram de Famalicão para Pereira, fazer um passeio leve de bike e depois a parte sempre mais dura, a da Tasquice, esta sim de uma violência… só quem fica para trás é que se vai apercebendo.
Mas… chegando ao ponto de encontro e com previsões de chuva e frio os Biclas08 lá foram aparecendo um a um, como são muitos os nomes ficam nas fotos e nos vídeos. Um até apareceu vestido à civil e foi logo encaminhado para o vestiário para “vestir a bike” e aparecer.
Com o Manel e Guilherme a escolherem os trilhos, logo começamos a “trilhar” os trilhos do passeio espetacular de Remelhe e como havia algumas zonas técnicas, algumas kedas foram aparecendo mas sem consequências.
O PedroS, ao entrar num trilho que lhe era familiar, já que se tinha esbardalhado ao comprido tendo feito uns metros em aquaplaning no pó, perdeu nessa altura a sua bomba. Parou e analisou, mas foi o António que a encontrou desviada do trilho ainda uns metros, o que val dizer o responcio responcio responcio.
Olhar para o relógio e apontar para a tasquice, ainda ninguém parecia cansado e fizemos umas subidinhas para ganhar sede, embora a chuva não tivesse matado nem saciado.


Aterramos na tasquice já com o Fernando sem bike, anda lesionado das costas mas para cortar presunto e chouriça temos homem, esteve demasiado agarrado à faca e registou poucas fotos e vídeos.
O Jardim mais novo trouxe uma faca especial para por o osso à mostra e não a largou até ir embora, o vinho como era de algumas adegas da casa de cada um, era uma lotaria o que se bebia, um com mais álcool, outro mais frutado, outro sem tanto tratamento, no fim elas estavam todas a ir e o António ainda foi buscar mais ao arquivo.


O Paulo desde que comprou as sapatilhas de encaixe, já fica feliz só por não cair, e vai  espetando um bico no copo até que este parte. No fim quando está se para ir embora quer levar o vasilhame dele,


enche o camelback de garrafas e… baixa-se para tirar uma ervinha do pedal e as garrafas desaguaram no chão, mais vidros. Afinal ainda não se habituou os pedais…



Já havia alguns “cansados”, sentados nas cadeiras com cara de riso, o vinho verde de diversas adegas faz rir…
No final para acabar a festa o Carlos Pereira ainda fez um triplo flic-flac para a frente, e o Rocha para não ficar mal deu duas cambalhotas seguidas rebolando, fantástico. O circo volta à tasquice.





Ah… é verdade, se estivesse a dormir e com medo da chuva não tinha estado lá e não me tinha divertido tanto.

domingo, 31 de maio de 2015

31-05-2015 MK Mákinas Tábua

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Os primeiros minutos úteis de 2015 são passados em frente a um PC, um Tablet e um smartphone à espera que consiga o famoso dorsal dourado de Tábua, e 20 minutos depois… fico feliz e à esssssssssssssperaaaaaaaaaa do dia do passeio.
Dos KedasBike íamos cinco (Carlos Pereira, Mendes, Rocha, PerdroS e Joel), mais dois amigos (Miguel e Marco) e mais um biclas08 (António).
Depois de meio ano à espera o Miguel e Joel não puderam participar com problemas de última hora, azar dos azares. Sei bem o que custa, depois de ter participado em 2011 e ter  ficado viciado na maratona de Tábua,  em 2012 uma lesão tb me deixou a ver Tábua por um canudo, mas como vou lá algumas vezes por ano deu para matar as saudades.
Dois carros e seis bttistas arrancaram às 6,45h de V.N. de Famalicão em direcção ao Paraíso do BTT em Tábua.
Não conseguimos entrar na box 1 e saímos da box 2, por este motivo o arranque tinha que ser mais forte para tentar chegar à separação dos percursos a tempo, e entrar no percurso da maratona.
O Rocha tem sempre um arranque forte e afastou-se rápido, António e PedroS vão controlando, o Carlos Pereira mais atrás. Quando nos juntamos os 4, perguntamos ao Carlos Pereira pelo Mendes e o Marco, não os viu nem uma vez desde o arranque.
Como o Mendes anda fraquinho, nem conseguiu impor o famoso ritmo dele.
No primeiro reforço, não íamos parar mas ficamos um pouco à espera do Mendes e do Marco para ver se estavam em condições de ir para os 75km, como não os vimos e os ST para trás podiam estar a atrasa-los e decidimos arrancar para não baixar a média que nos proporcionasse a entrada na maratona.

 

Os ST iam aparecendo em catadupa, alguns já conhecidos e com algumas alterações e outros novos, mas para mim são sempre novos, e espectaculares. A organização, o Satff e o público a apoiar, parece que vamos no grupo da frente, os bttistas com que nos vamos cruzando vão todos com um enorme sorriso na cara e a largar postas de baba pelo caminho, bem era preciso para baixar um pouco o pó que se ia fazendo .
É difícil de descrever estes ST, para se ter uma ideia em 75km, 25km são em ST, com um acumulado de 1600+. Não parece muito mas este rompe pernas constante, massacra os músculos. Existem muitos ST, alguns exigentes, outros de uma beleza construtiva e natural digna de alguém dedicar um poema ao Trilhos dos Gaios, que para mim é o ST mais espectacular por onde andei. 



Com a aproximação da divisão, o Rocha que fisicamente aparenta boa forma começa a dizer que vai para os 45km já que as costas não o deixam fazer mais. Quem o viu uns quatro dias antes a andar de lado com as costas todas tortas, e a pensar não ir até Tábua até foi positivo, mas não deu para mais. O Carlos Pereira com o ritmo mais forte colocado no início apagou para o fim, já tinha pouca energia nas subidas e tb decidiu rumar para os 45km. António e PerdroS rumaram para os 75km.


À nossa espera estava tb o fantástico Trilho Pedra da Sé com vista para o Rio Mondego e pela 2ª vez na maratona, este fiquei com pena que os meus colegas não o pudessem fazer, o Carlos Pereira ainda o fez o ano passado os outros não o conhecem mas é fantabulástico. Os outros ST são muito bons mas os da Pedra da Sé e o dos Gaios são qualquer coisa de surreal e se puderes ir no teu ritmo ainda melhor.


A 15km da meta os músculos da scott genius começaram com tremeliques, não está habitada a fazer uma média tão alta, depois geme. O melhor é reduzir um pouco a intensidade, e pedalar com menos peso nos cranques. Não estava a resultar, e os músculos saltaram mesmo, uns vinte metros a passo e tentar pedalar com outros músculos, e começou a pedalar mais em pé nas subidas o que ajudou a manter o ritmo e os músculos no sitio.


Chegamos à meta com a sempre presença do Tó dos MK Mákinas, a pessoa junto do Alfredo a quem eu mais chateei nas minhas idas a Tábua. O nosso muito obrigado a todos os que com eles fizeram esta FESTA do BTT. Corri para lá durante cinco anos e quero voltar a correr.
O Mendes e o Marco quando chegaram à divisão não os deixaram passar por não chegarem a tempo, ainda tentaram o suborno, depois a coação, depois com promessas de empregos na função pública, e outras tentativas de persuasão mas eles não se demoveram. Ao cortarem a meta foram entrevistados pelo speaker e com o tempo deles ele até pensou que tinham saído da 3ª box…
No fim estava o Toino Moleiro com os seus nacos de carne à escolha para o valente reforço.
ESTAS IDAS A TÁBUA SÃO UMA MESCLA DE SENTIMENTOS, O BTT DEFINE-SE COM "TODOS OS ADJECTIVOS IMAGINÁVES". A FESTA DENTRO DO BTT É QUALQUER COISA DE ... AS PALAVRAS NÃO CHEGAM, TEM QUE SE ESTAR LÁ, VER, OUVIR E SENTIR PARA VER O QUE TENTO DESCREVER. TALVEZ SEJAM PRECISOS POETAS PARA O DESCREVER.

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https://www.youtube.com/results?search_query=kedasbike+31-05-2015+lX+MK+Makinas+T%C3%A1bua&page

domingo, 24 de maio de 2015

24-05-2015 lll BTT Remelhe




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Já vão há alguns anos que participei no primeiro passeio organizado pelos “laranjinhas”, a evolução foi enorme, desde de Novembro 2008 até ao ano transacto em que voltaram em força.
Há última da hora o Mendes também se inscreveu e… como de costume chega tarde ao ponto de encontro.
Carlos Pereira, Mendes, Rocha, PedroS e Joel já com a Maratona de Tábua na mente inscreveram-se lll BTT Remelhe para ver como estavam no conjunto, para a participação na melhor maratona que conhecemos.
Arrancamos todos juntos para os 45km mas o Mendes está numa valente forma e “obrigava” os outros a ganhar torcicolos de tanto olhar para trás e os quatro iam se vendo mais metro menos metro e o Sr Mendes nada. Íamos tendo noticias dele através dos amigos Biclas08 e dos Sem Medo BTT que nos iam passando, perguntávamos se o tinham visto. A resposta era sempre: está para trás; não o vi.



O percurso dos 25km estava fantástico com muitos SingleTrack e muitas zonas técnicas, para nós e para quem conhece Tábua havia algumas semelhanças, estava a ser fantástico. Bastava o Sr Mendes aparecer mais vezes aos treinos, e deixar a cama sempre que ela chama por ele aos domingos e teriamos ganho algum ritmo.



Num dos melhores SingleTrack com rampas e de uma beleza natural significativa, vegetação verdadeiramente minhota (nada de eucaliptos!) com riachos e quedas de água. Com tanta beleza para apreciar e para ajudar, vais a descer a rir como um perdido a tentar olhar para tudo, foi tempo de sentir também a roda do Carlos Pereira a tirar o pó da minha perna, enquanto a frente da minha bike não aguentou a pressão e inclinou-se para o chão.



Agrupamos todos no reforço e o Mendes não parecia, vinha roto, abastecemos e continuamos para bingo dos 45km. Vamos lá ver se agora nos mantemos os 5…. e o Mendes começa a carregar mais nos cranques. Foi sol de pouca dura e perdemos também o Joel.



Mais há frente uma descida em piso de enormes lages de granito, PedroS vai-se chateando por ir em terceiro e vai reclamando com o Carlos Pereira e Rocha para soltarem mas a P#$”&. Ele acha que vão demasiado devagar, mais à frente tenta ultrapassar o Carlos Pereira e quase se desmontavam os dois. Mas o PedroS é persistente e de tanto tentar passou o Carlos Pereira ao entrar noutro SingleTrack, como achava que iam devagar entrou bem depressa e quando deu por ele já sentia o chão a bater no capacete. Levantou-se de seguida e parecia um alce tal era a folhagem amarrada ao capacete. Talvez ali tenha ficado uma bomba ou perdeu-a pelo caminho.
Estávamos a chegar à divisão dos percursos e aguardamos pelos outros dois, Joel estava a queixar-se que foxy estava a ter picadas nos músculos e o Mendes estava a dizer que para ele já estava bom. Arrepiaram caminho para os 25km e assim os outros três tinham o caminho mais desimpedido, visto que para os 45km já poucos estavam para trás.



Começamos logo com um trilho/SingleTrack bastante rápido e esperávamos sempre mais novidades com a intensidade dos km anteriores. O que foi diminuindo, não deixando de haver pontos de adrenalina mas em menos quantidade.
O último reforço ficou um pouco encostado à meta e de resto tudo excelente.
Não deu para confraternizar com os restantes Biclas08, à hora que chegamos já muitos tinham ido embora mas ainda deu para tirar a foto de maior grupo e levar o presunto às costas.

 

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domingo, 17 de maio de 2015

17-05- 2015 V Duatlo - V. N. Famalicão

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Os Kedasbike participaram sempre nesta prova. Este ano com cinco elementos, empataram com a IIedição.
Carlos Pereira e PedroS com quatro edições, Rocha com duas e os estreantes Rui Carvalho e Tony.
PedroS e Rocha foram os que mais treinaram, Carlos Pereira para nós está sempre em forma, Rui Carvalho, ainda, foi aparecendo aos treinos e Tony era uma valente e enorme incógnita. Soube no dia antes da prova aquando o levantamento dos dorsais que o Tony tinha feito umas caminhadas, à volta do parque e que chegava.
Partilhamos as experiências dos anos transatos aos novatos e marcamos encontro às 9.00h para não fazermos nada à pressa e sem filas.
Dia da prova e os novatos já atrasados. Quando chegaram percebeu-se o porquê, o Tony parecia que ia para um desfile com três mudas de treino, calções inclusive (ver fotos). Várias embalagens de comida, mais parecia um vendedor ambulante, só faltava erguer a barraca. Deixou um dos comissários a rondar sempre a área para ver o que mais sairia dali. O Rocha ficou todo inchado quando entrou na zona de transição apoiado com o pé no pedal, ao qual foi advertido “ó Sr Atleta é para ir desmontado”.


Fomos fazer um género de caminhada em paço de corrida para aquecer, nada que nos fizesse transpirar, o calor já apertava.


Posição no último terço do pelotão e o Tony queria ser dos últimos a partir, para não ser ultrapassado, e se pudesse depois atacar. A adrenalina começa a subir que até atirou com o drone ao rio Pelhe. Ao ataque, começa a corrida por umas das artérias mais conhecidas da cidade e com a presença de algum público sabe sempre melhor. A corrida era um vai e vem em cruz e só o Tony não conseguia acompanhar o ritmo “alto dos outros quatro”. Quando dávamos a volta lá vinha o Tony acompanhado com o seu ritmo, e em cada ponta da cruz o Tony ia desaparecendo.


Chegamos à zona de Transição, PedroS foi o mais rápido a fazer a troca e ainda ouve o Rocha dizer que fizemos a corrida muito rápido, e o Rui a diz que vai encher os pulmões. Era de ficar à espera para ver o Tony a fazer a mudança de indumentária.


Agora estávamos montados na bike, a ideia era derreter na primeira volta e depois controlar sem arrebentar na segunda, muitos SingleTrack espetaculares o que dificulta um pouco as ultrapassagens, mas nada que com bom senso não se resolva, muito bem escolhido a parte da bike. (foi pena a GOPRO ter ficado doente nesta parte do percurso).


Os últimos 2,5km a correr são sempre bem difíceis de fazer, e para ajudar, correr atrás de coelhos pelo Parque da Devesa fora, num piso de trail verde, com os rebites dos joelhos a mostrarem a folga em que estão, ver a meta tão perto e depois voltar para trás para mais um S e ver o Rocha e o Carlos Pereira aos SSSS como os restantes.
Mas a travessia longaaaaaa, longaaaaaaaaaa da meta é que sabe bemmmmmmmmm. É tão bom chegar ao fim.

No final, o Tony acha que perdeu muito tempo a mudar de roupa…! Continua em grande forma, e até conseguiu escrever o nome do grupo Kedasbike com um “Quedas bike”.

sábado, 9 de maio de 2015

9-05-2015 NGPS Paredes de Coura (Corno do Bico)


Desde os primeiros GO que andava à espera de furar esta área protegida do Corno do Bico, e passados uns valentes anos consegui riscar estes montes dos que ainda estavam em falta.
Nagy, Pedro Faria, Rocha, PedroS e Ângelo, este último amigo do Rocha, sendo a sua estreia nestas andanças.
Chegamos como sempre pelas 7.30h ao secretariado, e pelo caminho já encontramos o Mário de Braga que tinha feito o último NGPS na nossa companhia.
Com o Pedro Faria e Nagy, os atrasos de arranque são sempre mais de meia hora, e por isso não fomos dos primeiros a levantar voo.
Ao vermos que o Faria deixou a 29” em casa e trouxe a 26” com relação mais leve na transmissão, as subidas para ele deviam ser bem durinhas…
Na preparação da subida ao primeiro pico 750m de altitude com 600+, todos estavam a rolar bem com o Ângelo na dianteira a marcar o ritmo, e logo ali trava amizade para a vida com outro colega que mais tarde lhe salva a vida.
As paisagens estavam fantásticas e os raios de luz a atravessar o bosque das faias dava vontade de estender a toalha e fazer um piquenique, o calor estava a apertar e as sombras sabiam que nem ginjas. Chegamos ao miradouro e encontramos o Mário de Braga, e a partir desse ponto, com ele e outro colega, o Domingos que conhecemos, fizemos o percurso até ao fim.


A descida foi rápida e logo estávamos em cima da zona apresentada no gráfico como a mais difícil, subir dos 300m aos 900m. O inicio de subida para a torre de vigia era a derreter os músculos, e o calor estava a fazer das suas. PedroS, começa a sentir a cabeça como uma panela de pressão e a perder “o sinal de satélite”, alarga o capacete para entrar mais ar e já sente o sinal a voltar.


Ângelo começa a abrir o capôt, lança o pára-quedas e larga ancora. Rocha vê uma bica de 3” e vai refrescar-se. Pedro Faria não está na melhor das formas e os pólens ajudam a dar a marretada.
É muito bonito ver as cores predominantes neste passeio, amarelo e verde, mas o Faria não está para ai virado e continuou a ver os campos às cores. Encontramos muitas vacas pelo caminho com cornos de diversos feitios em forma de arte, mas nenhum como a organização queria, e cavalos à fartura. Fantástico.


Reagrupamos todos no miradouro e o Ângelo fica satisfeito  pela dificuldade ter desaparecido, preparamo-nos para a parte do trajecto que mais gostamos, a descida para o “infinito e mais além”. Era descer a olhar para o GPS e para as marcas no chão de outros bttistas que já passaram. Como era a descer  e com a densa vegetação o sinal de GPS não era o melhor, e descer por um riacho onde não havia marcas, também não era do melhor e acabamos por sair um pouco mais à frente no track.
Sem dúvida uma bela descida tanto de bonita como de escorregadia, com as raízes a dificultar, e ainda deu para fazer alguns driftings sem intenção.
Voltamos a perder o Ângelo, mais algum tempo à espera e aconselhamo-lo a ir para os 47km, mas ele diz que tem tempo e que está melhor, arrancamos assim.
O pára-quedas dele volta a abrir ficando para trás. O amigo da primeira subida pára para lanchar e ao ver o Ângelo de capôt aberto dá-lhe uma sandes milagrosa e ele renasce tal qual uma fénix. 
F r e s q u i n h a.
No restaurante Casa de Xisto paramos para abastecer e D. Rocha bebe a cerveja do empeno. Quando voltamos ao track apanhamos o Ângelo como novo.


Estávamos a chegar ao parque eólico e a 27.5” começa outra vez a ter picadas nos músculos, agora é a vez do Rocha fazer de Ângelo na parte de trás.
Como prémio, quem conseguir fazer o parque eólico todo e subir a ultima cascalheira até à igreja de São Silvestre, tinha o prazer de lamber duas eólicas.
Depois foi descer em alcatrão (não foi grande coisa depois de tanto trabalho a subir) não gostei, mas para o Rocha foi uma lufada para as pernas da 27.5”. Acaba o alcatrão e o Rocha vê uma placa informativa (Paredes de Coura 4km). Enche os pulmões cheios de ar e… “vou por estrada até Paredes de Coura”, faltavam cerca de 5km mas ele não pode ver placas e estrada, fica logo em pulgas para acabar o sofrimento.


Com menos um no grupo, agora 6 e após 300m perdemos o Ângelo, uns diziam que estava para frente, outros afirmavam que não estava para trás, liga-se para ver onde andava a fénix renascida. Já tinha feito um ou dois km enquanto esperávamos que ele aparecesse. Arrancamos os 5 restantes, e o Rocha perdeu umas belas descidas até ao fim não havia grande dificuldade.
Chegamos à meta, já lá estava o Rocha e nada de Ângelo… mais uns minutos largos e chega ele, nem ele sabe por onde andou, o track desapareceu do GPS…
O Rocha continua a fazer entre 87,4% a 94,8% de percurso tenha ele 140km, 90km ou 50km. Temos que começar a aldrabar nos km…


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sexta-feira, 1 de maio de 2015

1-5-2015 ASSALTO À ASSUNÇÃO

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Depois de ver um rescaldo fotográfico dos Amigos do Pedal em que "Assaltaram a Assunção", deu vontade de ir ver e sentir aqueles trilhos.
Nagy, Carlos Pereira, Rocha e PedroS, escolheram não um dia cheio de frio nem um calorento. Escolheram uma noite que choveu  em modo diluviano e amanheceu sempre a espremer as nuvens até ficarem brancas ao inicio da tarde.
Saímos de Famalicão pelas 8.30h e o Rocha levava às costas uma gripe e o relógio apertado, tinha que estar de volta pelas 1.30h.
Por estrada até Santo Tirso e entrar no Track do percurso foi rápido, mas entrando nos trilhos cheios de água e lama, com as lages de granito em que não dava para subir nem descer, tal era a falta de tração. Mas no nosso grupo tentar e teimar são ossos do BTT Kedasbike (daí o nome). 


Numa subida de uma lage de granito Rocha tenta a escalda e fica a meio de conseguir um topo, falta pernas e cai para o lado, o lado era mais baixo cerca de 1 metro e lá foi a 27.5" levar com os primeiros riscos no cromado. Estar sentado em cima de uma 27,5" (mais alta) e cair para o lado com mais um metro a estatelar-se em cima da lage de granito não é fácil ver, nem sentir. O Rocha foi mais para frente para poder berrar alto e soltar a língua #$%&%#. Não partiu nada só amassou...
O relógio estava a andar e estava-mos a ver que não ia dar para acabar o percurso e o Rocha aponta o telemóvel para pedir boleia e ir ao compromisso que tinha.


Andamos mais uns 4km, fizemos a pista de enduro, fomos até à nascente o Rio Leça e foi a nossa vez de remar a Famalicão. Ficou por fazer uns 9km que esperamos fazer com melhor tempo.



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sábado, 18 de abril de 2015

18-04-2015 NGPS V. N. FAMALICÃO

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Bem... um NGPS cá na nossa terra, com chuva, não estou a ver nada de relevante, a não ser o Sr Mendes voltar a roer a corda, já parece a história do Pedro e o Lobo…

Marcamos saída para as 7.30h já com o dorsal colocado, Nagy, Pedro Faria e Rocha foram os primeiros a chegar, depois PedroS e Fedro, haviam mais dois que ficaram pela cama com a manta nos joelhos. Uns Km mais à frente, juntou-se ao nosso grupo o Mário de Braga, e andamos os seis até perdermos dois pelo caminho.
No grupo duas bikes a estrear, Pedro Faria com uma 29" e o Rocha uma 27.5", é sempre um bom teste, para ver se elas têm melhor desempenho que as suas bikes antigas.
Estava-mos na expectativa para ver o que o pessoal cá da terra nos ia apresentar: alguns trilhos novos ou a conjugação de trilhos já conhecidos que nos fornecessem alguma espetacularidade.


Com chuva é sempre mais complicado analisar a beleza dos trilhos. Felizmente não passamos por muitas zonas onde o piso com chuva não o tornasse mais pesado, e a média até ia bem simpática para o costume.
De salientar que até à subida da Assunção não havia dificuldade alguma, e o acumulado previsto de 2000+ a 2200+ em 80km não era assustador, parecia um passeio em que o peso das subidas ia sendo diluído aos poucos.
Ao chegar ao parque da rabada o nosso amigo bracarense fez jus ao nome do nosso grupo e esbardalhou-se, alcatrão com verdete numa curva... os cromados ficaram intactos, as luvas fizeram o papel delas, romperam sem estragar muito as mãos.
Seguimos para a dureza do dia e o Fedro já dizia que a meta dele era subir a Assunção e rumar a casa, este ano ainda estava a começar a época, primeira baixa do grupo. 



Estava-mos a chegar à zona do percurso menos conhecida e quando começamos a entrar na pista de enduro o entusiasmo aumentou, descida serpenteada com saltos (nós saltamos ao lado) e drops. Foi pena a zona queimada mas a outra que foi poupada, mesmo com chuva, dava para ver um belo percurso.
Chegamos novamente a Santo Tirso e no GPS marcava "cuidado!! descida top" mas um colega teve o azar de cair, logo com muita gente a tentar ajudar, não pareceu grave, espero eu, e as melhoras. 


Já a pensar no km 64 a 71,  que segundo a organização iam ser duros, sim com o piso escorregadio, técnico e já com o acumular do esforço foi a vez da 27,5" e o Rocha cortar em direcção à meta. A 27,5” começou a sentir picadas nos músculos, com esta bike faz mais km sem picadas, vamos ver os próximos passeios para ter uma melhor avaliação. A 29” precisa de uma melhor relação de transmissão, a ver vamos…
Chegar às antenas praticamente sem ar, subida conhecida mas não deixa de ser dura, e depois curtir mais uma pista de enduro que a 29" não conhecia, depois foi chegar até a ciclovia a desembraiar até à meta para a última grande chuvada do dia. 


No final deu 1960+ de subida acumulada com 82,5km

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sábado, 28 de março de 2015

28-3-2015 Trilhos Maria da Fonte

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Este ano escolheram o domingo para o dia do passeio, como não dava jeito, empurramos o calendário mais para a frente, para por os Trilhos Maria da Fonte no nosso horóscopo e fugirmos do nosso quintal. Calcamos os trilhos no sábado.
Na primeira data a seguir à do passeio não houve resposta alguma mas na segunda já apareceu uma multidão PedroS, Rocha e Nelson, (normalmente “somos” um ou dois)


Arrancamos sempre com grande expectativa, estes trilhos são sempre bem generosos em paisagens, ST e dureza técnica.


Não deixou de ser os Trilhos Maria da Fonte, mas comparado com os outros anos foi menos espectacular, mas intenso. O passar por algumas zonas em menos de quatro meses ajudou a esta apreciação.
A primeira parte a subir, como não podia deixar de ser, subidas graduais onde podias brincar em algumas descidas.


Chegados à cota mais alta do percurso não era só descer e o Nelson ia aparecendo sujo de Kedas que foi dando, tal tio (Rocha) tal sobrinho. Mais um que veio para dar nome ao grupo.


Bons trilhos ao longo do percurso mas a parte final havia um pouco de alcatrão a mais, mas foi bom e às 13.15h já estava-mos em Famalicão.



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sábado, 21 de março de 2015

21-3-2015 GPS EPIC Vale de Cambra

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Este passeio não vi ninguém com interesse em participar e estava a ficar frustrado por não ter companhia do grupo. Como tinha vontade em ir, comecei a ver nas inscrições quem conhecia para não ir sozinho, e nada. Sendo assim, comecei a fazer contactos para ver quem podia estar interessado no “cão”. 
Depois de algumas chamadas, o Sampaio ficou com o “cão” atrás da orelha, mas por motivos profissionais, só mais para o fim da semana é que podia confirmar.
Fiquei em standby , e na sexta já não pensava em ir a lado algum. A boa nova chegou estava eu a cavar o quintal…. a cansar-me. O Sampaio estava livre, agora era tratar da logística e pousar a sachola porque amanhã era o dia da árvore e havia plantação lá para Vale de Cambra. 
Encontramo-nos pelas 6.30h já pelo caminho para ir só um carro. Chegar a Vale de Cambra era fácil, procurar a localidade Felgueira de onde ia sair o passeio é que era mais complicado.
Mas quando chegamos a Vale de Cambra não faltavam carros com bikes em cima, e alguns à deriva como nós. Escolhemos a roda certa e chegámos ao local da partida, estava preparada uma bela receção aos bettistas com uma mini feira gastronómica, barraquinhas e alguns animais.
À nossa espera estava também um frio de rachar, e com o vento, baixava mais a temperatura. Já não sentia as mãos com tanto frio, enquanto montava-mos as rodas nas bikes e carregava-mos os comes e bebes sempre a tinir que nem dava para cumprimentar o pessoal conhecido que ia aparecendo.

A vontade era começar a pedalar para aquecer, só queria subir para o frio passar. Começamos por descer e a temperatura já estava mais convidativa e logo as subidas colocaram o corpo pronto para o acumulado que aparecia pelos 9km, não sabíamos como era o piso mas a inclinação apresentada no gráfico deixava apreensão. 


A inclinação estava lá e para ajudar, o piso era bem duro no início e praticamente sem patamares de descanso, ou pedalas ou vais a passear a menina monte a cima. Estava eu a pensar que já estava a chegar ao topo, quando ainda vejo que ainda existe mais uma “rampinha”… ponho o descanso, encho os pulmões e baixo o ritmo cardíaco para subir o resto. 


Estava a ser excelente até agora e ainda bem que viemos, pensava eu.
Estávamos na zona mais interessante do percurso, podes brincar mais com a bike, descidas com aspeto de montanha russa sempre a elevar a adrenalina, parte do percurso fantástica até ficar com as pernas a tremer, não, não, o frio já tinha passado… 


Um pouco de alcatrão para entrar na zona mais bonita, e… a… mais duraaaaaaaaaa. Metade do percurso a fazer DH (com a bike ao lado) dasse #$&”#$ mais uns km e fomos tascar. 


Uma bela de uma sopa com um sabor fantástico e a acompanhar um sandes de fêvera…  e ainda na memória a última subida…. Com a blusa cheia lá fomos ver a plantação de novas árvores e mais umas aldeias perdidas na serra. 


Mais uns km em alcatrão, não chateou muito porque a paisagem era deslumbrante com imponentes montanhas para distrair e as duas subida já estavam bem marcadas nas pernas.
Estávamos a preparar para a última ascensão, a medalha de mérito e bom comportamento estava lá, e já se via finalmente a torre, tirar a foto da praxe e descer. Eram 10km praticamente a descer (no ano passado vi todas as pedrinhas a subir) e logo nos primeiros km, onde ia a curtir bem… furoooooooooo, dasse, nesta descida p%&$#”, um furo!…  Afinal, depois de ver a câmara de ar já tinha vários furos  pois a câmara estava toda traçada. Fazer a mudança da câmara e descer até aterrar na mini feira.
Belas paisagens, belas descidas a puxar pela adrenalina e que linda que ela era, belas e duras subidas, e um passeio cultural, bem técnico, mas bom. O alcatrão soube bem mas…

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domingo, 15 de março de 2015

15.03.2015 - 1º RAID OTZ

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Este domingo substituímos o habitual passeio pelo 1º RAID do OTZ na freguesia vizinha de Outiz, um passeio com 2 percursos de 20 km e 30km. 


É de salientar a forma como tudo esteve muito bem organizado e sem custos na inscrição, dorsais para todos os participantes (para guardar como recordação), percurso bem sinalizado e com direito a um reforço simpático pelo meio, um exemplo a seguir.


Os trilhos apesar de serem conhecidos, as ligações entre eles estavam bem conseguidas, no final foram 20 km onde deu para descontrair até porque alguns de nós no dia anterior tínhamos participado no “Circuito NGPS”, apenas o Sílvio fez os 30km.


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sábado, 14 de março de 2015

14-3-2015 NGPS Gondomar

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O Percurso prometia, andar junto ao Rio Ferreira, Rio Sousa e Rio Douro, com uma promessa de sandes fantástica na Cristianinha, famosas e saborosas... e nem sabíamos o que nos esperava.
Com um NGPS a começar logo com um mini ST a descer era um bom presságio para um passeio que não ia ter chuva.
Nagy, Rocha e PedroS  começaram cedo, a bike do Rocha como sempre em peças em menos de doze horas antes de começar o passeio, as mudanças ainda a acamar, iam mudando a seu belo prazer, estavam em automático e só com o tempo é que foram acamando e deixando de fazer barulho.
As paisagens junto ao rio e diversas marianas estavam a embelezar o passeio e os trilhos.
O percurso estava muito divertido e não cansava as vistas nem o corpo. Saiamos de um estradão entravamos em ST, acabava, e entravamos em trilho mais técnico onde era necessário olhar e escolher melhor onde colocávamos as rodas. Estávamos mesmo a divertir tal era a mescla de trilhos que iam aparecendo. As paisagens essas estavam a fazer descansar os olhos.
Mais um pau que gosta do desviador da bike do PedroS e mais uns minutos a tentar desempenar. Anda numa fase boa ou anda muita lenha sem ser aproveitada.
Chegados à famosa sandes da Cristianinha e sendo dos primeiros a chegar levamos uma seca de 45 minutos para comer a bendita sandes, se era fantástica ficou a ser mais ou menos, porque a seca tb se come. Na descida para o local da sandes um colega teve um grande asar e caiu, da queda deve ter partido o dedo em alguns sítios tal era o aspecto, e para piorar, a ambulância só chegou uns 40 minutos depois.
O Nagy já não queria esperar mais e queria continuar o percurso, o Rocha bebe a cerveja sem a sandes e o PedroS beba a cola, sim o PedroS tb lhe apetecia uma cerveja mas sabia que ela ia directa para as pernas e avisou o Sr Rocha para não beber a cerveja. Quando fomos pagar é que a sandes apareceu e comemos praticamente com o pé a subir prá bike.
Fomos visitar a Boca do Inferno que ficava a uns 150m, um "berdadeiro" postal. Quando arrancamos  para voltar a ganhar ritmo foi doloroso, com o tempo que tivemos parados e a cerveja nas pernas do Rocha.
Depois de o corpo acamar bem em cima da bike os km foram passando e o acumulado previsto já estava a queimar e os rebites dos joelhos do Rocha começaram a ganhar folga. Nagy e PedroS deram uns empurrões ao Rocha para ele não forçar muito e nos últimos km foi a vez dos rebites dos joelhos do PedroS precisar de óleo. No fim deu mais de 300+ de acumulado quem vai preparado para 1700+ e no fim leva com 2000+ não é bem a mesma coisa. 

Contudo, foi um belo passeio!


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sábado, 21 de fevereiro de 2015

21-2-2015 NGPS Albergaria

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Abriu a caça ao NGPS 2015, estávamos cinco para participar e por motivos diferentes só participaram PedroS e Rocha.
Como gostamos de arrancar cedo às 7.30h já estávamos à espera do dorsal. Ainda com poucos km percorridos junto ao rio, com demasiada lenha nos trilhos o dropout da bike do Rocha partiu e lá começamos a mudança do dropout. 


O desviador e a corrente não estavam a casar bem com este novo dropout, esta avaria estava a dar bem luta e algum pessoal parava mas tb não conseguia ajudar. Quarenta minutos a lutar com esta avaria e começámos a ver que o desviador com a pancada tinha encravado/esmagado.
Resolvida a avaria, as costas do Rocha ficaram também elas avariadas de  tanto tempo abaixado, quando se ergueu reparou que não tinha trazido o alicate de rebites para ajustar a coluna.
Agora, com muita gente nos trilhos arrancamos e onde era necessário mais força a pedalar (subidas) as costas do Rocha lá iam gemendo.
Já com a ideia de ir se embora por causa das dores, o Rocha passa a fasquia para os 50km ou mesmo fazer pela estrada. Encontramos o pessoal da ACDAR e o Rocha aproveitou a boleia deles para os 50km. 


PedroS com vontade de fazer os 80km juntou-se ao BTT Lousada e grupo Luís Martins. 


Em relação ao percurso foram interessantes os km do meio com as cascatas, de resto eram demasiados estradões e eucaliptos e algumas paisagens de montanha dignas de registo. Não foi mau mas podia ter sido melhor. 
https://www.youtube.com/watch?v=deUJfVq49Uo
Ainda vi por lá o Hélder (irmão do Cocas) e tentei que não fosse para o desvio dos 70km para fazer a última subida para ver a paisagem, mas ele não quis o cão e atalhou.


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domingo, 25 de janeiro de 2015

2015-01-25 Passeio do Rojão S. Gonçalo Trofa

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Este domingo foi dia de passeio do rojão, quando cheguei ao ponto de encontro até me assustei com tantos Kedas, será que ia haver algum motim?, pensei eu claro!
Para além dos de sempre tivemos a presença do Sheik, dos nines, dos sobrinhos em duplicado e do tó mineiro. Em sentido contrário os Primos não vieram.
Lá partimos em direção ao São Gonçalo. Devagar devagarinho para ninguém levantar o capô cedo mas depressa percebemos que tínhamos que ir muuuuuuuito devagarrrrrr.
Como somos um grupo solidário, esperamos por todos os mancos.
Ás vezes acontece que ninguém quer ser Tio dos sobrinhos, ninguém quer ser vizinho do seu vizinho, também sempre a reclamar, dasse! Todos sabemos que são momentos de desespero.
Por volta das 11h chegamos ao bendito Rojão, por lá encontramos o desertor do Ripe (pensávamos nós que tinha desaparecido com o Patrão) acompanhado com Victor chaka e mais dois ou 3 amigos, o Locas que desde o último banho na porcaria de vaca nunca mais apareceu, o cheiro ainda não deve ter passado!
Na hora de regressar é que foram elas! O percurso deveria ser muito duro estava a ver que chegava a casa às 4 da tarde, o mineiro juntou-se ao Ripe entretanto os nines decidiram ir embora, já estavam atrasados disseram eles, bem ao ritmo que íamos até os sobrinhos se sentiam em grande forma, com o Tio todo orgulhoso, força meus sobrinhos!
Valeu pelo regresso, mais uma vez foi muito agradável de ver toda aquela moldura humana que esta romaria arrasta.

sábado, 10 de janeiro de 2015

10-1-2015 Nocturna com pica no chão

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Carlos Pereira, Tó, Rocha, PedroS e Joel com a desculpa de experimentar as luzes novas, organizaram uma nocturna com jantar (tinha que ser quando se mete noite, mete-se tasco) a ideia foi do Mendes que adora lanches tardios.
Não apareceu para andar de bike porque tinha dói dói na garganta.
Às 17.00h no ponto de encontro o Joel queria ser o guia!?? Deve estar a sonhar, mas vamos  lá, logo nos primeiros 300m anulamos o guia que já andava perdido, Rocha e PedroS tomaram as rédeas do percurso. 
Rocha meio à deriva levou-nos por um precipício a subir e todos falavam no Rocha #$%&. O Tó esse estava possesso e estava sempre a dizer que não sabemos o que é uma noctura. 
Para ele uma noctura era andar de jipe por estradões limpos de pedras e bem largo para não estragar os cromados. Nada do que estávamos a fazer, era só descidas e subidas técnicas.
TUDO ISTO a pretexto do dia de Reis que já passou, dia de comer o Pica no Chão no tasco do Zé.
Lá compareceram o Carlos Pereira, Tó Mineiro, Mendes, Rocha + o Cunhado ( para poder sair de casa), Joel e finalmente Pedro Silva.  (para tachar o Sr Mendes não tinha dói dói na garganta)
Estes ajuntamentos são sempre muito difíceis de gerir, o Zé bem que trouxe pizza e bola de carne para acalmar os dentes de alguns mas de nada serviu, o tacho ainda não tinha chegado à mesa e o galo já estava ferido de morte.
Queiram acreditar estávamos muito perto de ver cinco quilos de galo absolutamente trucidado por quatro ciclistas e 2 convidados ( vou passar explicar 3 ciclistas (Carlos, Rocha, Pedro) + Joel e Mineiro( os dois juntos fazem 1 Ciclista) + 2 convidados( Mendes e o cunhado). E assim foi o Joel atirou-se a chupar a pata e cabeça do galo (a chupar a cabeça, bem!!!!!)  o Pedro chupar a outra pata com o Rocha a reclamar e tivemos nós que explicar que o galo só tinha duas patas enquanto isso o Mendes controlava a tampa do tacho, ninguém abria o tacho sem aqueles dois chuparem.
Quando houve luz verde para o ataque ao tacho a luz vai abaixo e os peitinhos do galo desaparecem, ainda hoje estamos para saber quem comeu os peitinhos, foi uma limpeza completa ao tacho, o cunhado bem que dizia “não há  frango porque alguém remexeu o arroz” eu digo que o frango acabou porque aqueles leões o comeram. 
Falta dizer que o pica no chão estava no ponto, o Zé está de parabéns quando quiser pode nos convidar para lá ir novamente mas tem que abastecer o stock de gelo para o Gin.
O Sr Mendes teve sorte em ter dois amigos do peito (PedroS e Rocha) que não o deixaram ficar pior do dói dói na gargante bebendo-lhe o gin gelado.
Depois da meia noite cantamos os parabéns ao Tó começou cedo a festejar os anos.