Neste passeio a meta eram os 50km, visto que no domingo
tínhamos na agenda um rompe pernas lá no nosso quintal. (Trilhos Penosos em
Joane)
De Famalicão saíram Nagy, Rocha e PedroS, com algum atraso
ao que é costume. Tentar chegar ao secretariado pelas 7.30h não resolvia nada,
visto que só abriu às 8.00h como anunciado.
O Mário já lá estava, assim como outros colegas de NGPS. Já
vamos conhecendo muita gente pelas diversas participações.
Arrancamos com o Mário a ser informado que hoje era só
para passeio, nada de empeno, tínhamos escolhido o percurso mais curto. As
dunas dos GNR, iam cantando na minha cabeça e as rodas da bike calcando os
sofás de areia ao longo de alguns km.
O
Vasco e o Madaleno ainda trilharam uns km connosco para depois zarparem para
maior acumulado.
Deixávamos o mar e entravamos no rio, nos ST do Rio Neiva e nas suas margens verdejantes e frescas. Num dos ST, uma árvore que foi cortada deixando uns 20cm de tronco escondido na vegetação, prendeu o pedal provocando a queda do PedroS, sem consequências, a não ser uma ligeira dor no ombro esquerdo.
A ascensão ao ponto mais alto do percurso fez-se gradual e
sem dificuldade. Ao descer do marco geodésico a nossa navegação andou um pouco
perdida, tivemos de andar com a bike às costas até voltar a encontrar o track.
Na descida encontramos um colega que tinha dado uma keda e estava com bastante
dor nas costelas. Com a organização e bombeiros avisados, demos o nosso
diagnóstico, pela vasta experiencia em kedas e as suas consequências, só para
o animar e matar um pouco o tempo. Ele e o colega ficaram à espera da
ambulância e nós arrancamos.
Do alto do castro de S. Lourenço tínhamos uma bela vista
sobre Esposende e Ofir. Descida rápida para entrar nos trilhos outra vez. A
organização tinha enviado um corte na última parte do percurso para fugir a um
incêndio que tinha decorrido nos últimos dias. Não o carreguei, nem o Mário se
apercebeu quando o tínhamos de seguir, continuamos até ao miradouro do Monte de
Faro e vimos a devastação, do verde vivo, para o preto/cinza morto.
Esta descida foi a primeira vez que a fiz, mas em
sentido contrário, já ferrei bem no avanço para a tentar subir. Com o incêndio
ficou bem pior.
NGPS Castelo de Paiva, o prometido eram 62km com 2100+ de
acumulado. Do Gráfico memorizei os km 15, 25 e 35 como as subidas do dia, ou
melhor, as durezas do dia e a partir do km 55 era para serrar dentes, arrastar
a bike ou arrastar-nos os dois. Prometia muito calor, muuuito calor e foi o que
aconteceu.
Rocha e PedrosS iam tentar sair o mais cedo possível, mesmo
que para isso não levantassem o dorsal para não estar muito tempo debaixo do
sol. Os minutos andam demasiado rápido e arrancamos com o dorsal às 7.45h.
Com o nosso novo equipamento a estrear, a nossa pele no BTT,
foi apresentada, logo no km 22. Um Keda deu uma keda, rompendo a pele nova e a
velha pele. Provocou o encurtamento do percurso ao Rocha.
Os primeiros 12km eram particamente a descer em direção ao
Rio Douro, com bastantes zonas protegidas do sol, e o pedalar perto do rio
sempre era mais fresco. Para ajudar haviam túneis de vegetação a proteger do
sol, ainda era cedo mas já se adivinhava um dia tórrido.
A subida ao cimo do monte São Domingos fez-se bem sem
dificuldade e pela fresca. A vista sobre o Rio Douro era fantástica.
Aproveitamos a vista para comer.
A descida com algumas zonas técnicas e a dificuldade do gps
apanhar sinal, deu para alguns erros de navegação, mas a Keda do Rocha é que
veio estragar a manhã. Um pinheiro inclinado no trilho não deu para ele evitar
a Keda. Ossos do ofício, desta vez ficaram intactos, foi só chapa, mas ainda
cortou a chapa bem funda. Vamos andando para ver se há mais mazelas. A meio da
2º grande subida, pelo km 29 Rocha decide ir por estrada até Castelo de Paiva,
está com algumas dores e as subidas mais técnicas/ingrimes chateiam-lhe as
maleitas.
PedroS após conversações com o Rocha decide atacar o
restante, e que restante, do que faltava do percurso. Com a ideia de chegar ao
topo do alto de Santo Adrião antes das 12h e com metade da subida do 25º km por
fazer, já se estava a prever um grande empeno. Mas siga que quanto mais cedo
acabar mais cedo descanso. A outra parte da subida foi bem acentuada com
pendentes a andar pelos 18%. O calor estava no pico. Outra paisagem de cortar a
respiração, mas não dá para estar muito tempo a comtemplar, não há sombras. Só
dá tempo de comer uma barra e descer há procura de uma sombra para voltar a
carregar o estomago.
Na separação dos percursos a organização estava a fornecer
água num lago/ribeiro onde mantinha os garrafões de água frescos. Os bttistas
transformavam-se em patos, equipados a rigor dentro de água, já se via muito
homem da marreta em muitas caras, e enquanto me mantive por lá eram muito
poucos os que iam para 62km. Apanhei um grupo que ia para os 62km e apanhei a
roda… mas a roda depressa desapareceu não era o meu ritmo. Mais vale ir só do
que arrebentar sem saber porquê.
A subida ao alto de Santo Adrião, o 35ºkm começou com alguma
sombra, para logo ficar praticamente a assar ao sol, brisas ?!!! nem se
sentiam, era a subir… o vento não ajudava a refrescar. Conseguia ver muito à
frente e muito atrás num monte despido de vegetação, e carregado de pedras para
manter/aumentar o calor. O não avistamento de um bttista nesta subida, começava a pôr-me
apreensivo. Fiz este exercício a subida toda, e nada, o calor já o sentia
debaixo da pele e ainda tinha muito que pedalar. Depois de chegar ao cimo, uma
pequena descida para arejar e começar a subir uma trialeira que a descer tinha
de ter cuidado e antes que visse fogo-de-artifício pus o descanso e fui com a
bike à mão até ao estradão, dasse p“#$%&.
Quando cheguei ao alto de Santo Adrião eram 12.50h o ponto
da água marcado no gps era o mais interessante, mas fiquei contente de ver mais
três bttistas, sempre dá para falar com alguém porque na subida nenhuma pedra
me dirigiu a palavra e devo ter demorado cerca de 1h a fazer a subida desde a
zona de paragem para abastecer água.
Fizemos a descida
juntos, e mais alguns km dois colegas informam que vão parar para almoçar,
arrancamos os dois e mais à frente o companheiro da curta viagem também vai
parar. Outra vez só a carregar nos cranques.
Estava a descer em direção ao Rio Paiva e finalmente sentia
o corpo mais fresco pela quantidade de sombras que apanhei na descida. Chegava
ao 55º km e já vou encontrando mais bttistas e mais sol e mais subidas, e mais
subidas e mais sol, e subidas e mais sol. As pernas começam a informar que o
acumulado já está feito mas continuas a subir por estrada. Já perto dos 60km
entramos num ST a subir bem técnico com uma paisagem espetacular, dizia a mim
mesmo que só ia até aquela pedra e até aquela árvore mas lá fui. Tirando a
parte inicial foi onde encontrei mais bttistas.
Acabei com 63km e 2500+ de acumulado. Foi um belo passeio
mas o sol derreteu-me…
Após duas semanas de ter falhado o dia do passeio (com muita
pena minha), e antes que as silvas tomassem conta dos trilhos, voltamos a Tábua
para o parque de diversões do BTT, que muita alegria nos tem dado.
Inserido noutro conceito, os Trilhos de Tábua no NGPS foram
mais rolantes, sem a quantidade de ST que nos tem proporcionado ao longo dos
anos, logo menos duro.
Nagy e PedroS às 7.30h, hora definida para arrancar em cima
da bike. Já com o nosso guia, o Tó Gonçalves, um dos mentores deste passeio.
Para o Nagy, depois da grande keda na Páscoa, o calvário
acabava no início deste passeio. Ia começar a exagerar em quantidade de trilhos
mais exigentes, e esteve há altura da exigência traumática.
Reviver alguns trilhos como o Trilho dos Caparos, Vale
Perdido e Trilho dos Gaios, sabe sempre bem e descobrir outros era a
expectativa.
O Tó com o relógio apertado em termos de tempo, só podia
pedalar até às 11.00h.
Dois vídeos de perspectivas diferentes.
O Trilho dos Caparos foi a primeira dose de adrenalina a ser
servida pela manhã, o Tó a servir de roda, a descida foi rápida, “as descidas
são sempre rápidas”.
O Tó fazia as despedidas e nós descíamos até ao Rio Mondego,
uma zona mais fresca, que bem que soube. O calor estava a apertar e pedalar ao
longo do rio uns 10km na sombra sabia mesmo bem. Só uma dificuldade a subir um
trilho até à estrada com alguns godos a dificultar a tração.
O rabo da cabra do passeio estava na subida ao penedo (“
cabana” “que abana”) e realmente abanou com as pernas, mas deu para ver a
paisagem sobre o Rio Mondego e suavizar as dores, mas a subida não ficava por
aqui e continuou, e continuou, o GPS marcava 37º, aproveitamos a Póvoa de
Midões para abastecer e conversar um pouco com o pessoal da aldeia.
Aproximava-se Vale de Gaios e o espetacular Trilhos dos
Gaios, e ao entrar no trilho um frio miudinho começava apanhar a barriga, tal
era a excitação. Câmara e ação, ainda perguntei ao Nagy se queria ir à frente,
mas declinou e saltei para a montanha russa.
Com muito areão na descida fui controlando mais os travões,
a erosão trouxe muita areia e mesmo ao acompanhar o rio a areia era
predominante. Com mais tempo, deu ainda para descer da bike e apreciar a
engenharia das pontes e apreciar o som das minis cascatas espalhadas pelo
trilho, e ver a evolução desta zona ao longo dos últimos anos. Este foi dos (o)
melhores trilhos que fiz.
O Trilho Vale Perdido, era fresco, muito fresco, tínhamos um
guarda-sol vegetal muito denso, tão denso que os óculos de sol tinham de ter
luz para visualizar o trilho. Não apetecia sair dali, rolava ao som dos
pássaros e deslumbrava os focos de luz aqui e ali aumentando o verde da
vegetação.
Nos últimos 5km apanhamos zonas a 40º e o esforço foi
reduzido a vapores de esforço… para a marreta não ser demasiada pesada.
Foi no passado dia 22 de Maio que
se realizou o 1º Passeio à Bifana, Passeio de BTT com cerca de 25 km, com
concentração na Escola D. Maria II, em Gavião. Uma organização da Associação Milho
Doiro, pelos seus Kedas Bike, com a ajuda especial dos amigos dos Calcando Pedal,
que foram os responsáveis pela escolha do percurso.
Com partida marcada para as 9h00,
compareceram perto de 60 betetistas ansiosos pela partida.
O percurso mereceu
rasgados elogios de todos os participantes. No final, foram servidas as tradicionais
bifanas.
Mais uma viagem só… Já vão sendo algumas e não me arrependo
de ter ido a qualquer uma, há sempre alguém que vai aparecendo com o teu ritmo.
Ou então vais saltando de grupo em grupo.
Cheguei a Ponte de Lima pelas 7.20h, estacionei e logo a
seguir estaciona o Mário de Braga ao meu lado. Pensei logo, já tenho companhia.
Preparamos as bikes e fomos levantar os dorsais. Arrancámos pelas 7.50h pela
ciclovia junto ao Rio Lima pondo a conversa em dia. 8km bem medidos de plano
sem dificuldade.
Com previsão de aguaceiros, eram as giestas que se portavam
como nuvens largando a água acumulada nas suas folhas no trilho estreito. O
nevoeiro que me tirava o oxigénio ajudado pela minha transmissão gasta. Já
estava com más sensações, e parecia que estava todo roto… raio de nevoeiro, que
além de proibir a visualização da paisagem não deixava o meu amigo oxigénio
aproximar-se dos pulmões…
Aos 30km fomos dar uma volta e visitar a capela de S.
Cipriano. Na descida, o famoso eucalipto atira bttistas ao chão, lá estava ele
deitado à espera… e atirou o Mário ao chão, mas sem mazelas.
O pico da Nora já se avistava, e tb o transito no gps!!!? Bttistas para cima e outros para baixo, interessante, e todos a escolher a melhor parte do terreno clicável. 2km a subir com 150m+. A paisagem forrada a nevoeiro deixava pouco para apreciar. Descer o quanto antes por onde tínhamos subido, mas a descer foram mais generosos e a descida prolongou-se. Entramos num ST de Enduro onde o oxigénio estava a ganhar ao nevoeiro deu para ganhar mais animo.
Depois da descida da Serra da Nora, o Luís Martins juntou-se
ao grupo. O próximo marco era o km 45 para ver de que era feita a subida
apresentada no gráfico, e não foi nada agradável. 4km de alcatrão puro e duro
com 370m+, não havia nada para descansar o olhar, nem uma pedra para nos
desviarmos, era pedalar e ferrar no avanço para a bike não levantar a roda da
frente. Devia ter levado um antidepressivo para fazer esta subida, e no fim um
psicólogo para falar sobre assunto. Subida do C”#$%&O. E com o nevoeiro, já
me esquecia de mencionar mais esse C#”$%&#. Ao nosso grupo e à nossa média
juntaram-se mais dois colegas até ao fim, já eramos um pelotão com 5 unidades.
Um dos novos colegas já empenado só a segurar o guiador com uma mão, calca uma
pinha, desvia para uma pedra e… esbardalhou-se, mas sem consequências. O
cansaço faz baixar a guarda.
Uns 8km na crista da Serra da Boalhosa num sobe e desce
constante, mais um ST fantástico recortado encosta abaixo, serpenteando
vegetação rasteira. Um espetáculo calcar este carreio de 30cm de largura em
algumas zonas. Tb havia nevoeiro… mas eu estava a ganhar a guerra.
Mais uns sobes e desces, e com a ajuda dos desces fazias os
sobes sem dificuldade nenhuma, e foi a rolar praticamente assim até ao fim,
onde já só olhavas para o trilho a descer, mas o gps é que manda, e “obriga” a
voltar para trás. O entusiasmo era tanto, de tanta boa descida, que foi uma
beleza de fim de percurso.
Este ano cá no burgo, foi a maior participação dos Kedas na
maratona de Famalicão com cinco elementos.
Nagy por lesão não participou, ficou o Nelson de fazer boa
figura com o dorsal dele. Rocha, Tony, PedroS e Rui foram os restantes Kedas.
Colocados todos na 2ª gare da meia maratona, e juntinhos até
chegarmos aos trilhos (era a ideia inicial). O que não aconteceu. Logo no
arranque o Tony ficou encandeado pelo fumo dos pneus derretidos no alcatrão,
ficando para trás. PedroS e Rocha na frente, uns metros atrás o Rui e Nelson.
Os trilhos apareceram e as filas indianas começam a esticar
as diferenças dos Kedas. Nos primeiros 10km, os da frente ainda se iam
avistando, mas começando a dureza na subida em Requião e com morfologia dos
trilhos, os avistamentos na frente acabaram.
Até aqui o percurso era bastante rolante sem dificuldade de
maior, o que dava para aquecer bem e esticar os bttistas.
O verdadeiro btt começou pelo km 15 com algumas dificuldades
nas subidas, pela inclinação e pelo aglomerado de bttistas a tentarem subir da
melhor maneira que conseguiam.
Os ST aparecem e dão para entusiasmar até ao reforço, a
melhor parte do percurso.
Enquanto reforço o estômago vou vendo se aparece uma alguma
camisola dos kedas. Não aparecendo vou colocar mais intensidade nos cranques.
Mais intensidade, igual a mais desgaste, e a 10km do fim
apareceram as cãibras. Umas subidas ao lado da menina e cortar a meta.
No final, falando com os restantes kedas, todos sofreram do
mesmo, as cãibras para quem não treina são sempre bem vindas, é sinal que estás
a fazer algo mal.
Ou treinas pouco, ou défice de alimentação, é escolher entre
estas e outras, e há muitas…
Por dificuldade de agenda não participei na etapa do ano
passada, mas fiquei à espera da de 2016, e nem que houvesse um dilúvio não ia
deixar de participar. Ah! Ah! Ah!
Os Kedas Rocha, PedroS e Nelson mais o amigo Miguel dormiram
rápido ou acordaram cedo para se fazer à estrada em direcção a Macedo de
Cavaleiros. O relógio marcava 7.20h quando chegamos ao secretariado para
levantamento dos dorsais.
Fazer os preparativos para o arranque com a meia hora da
praxe de atraso. Como os treinos para o meu lado estão parados e estagnados…
decidimos previamente que só íamos fazer os 70km e o Miguel ia para os 95km.
Ficávamos à espera que ele nos ultrapassa-se nos últimos kms.
A chuva já tinha feito das suas, levou uma ponte de madeira
feita propositadamente para o dia, cortou o percurso em 16km, e assim tivemos
que utilizar uma das fugas cedidas pela organização e calcar mais alcatrão.
Tiramos a foto da praxe e arrancamos, o Miguel desviou logo
para os 95km e os restantes para 70km.
Nos primeiros km já dava para sentir como seria duro o
percurso. Os trilhos estavam carregados de água e lama.
O ponto turístico da zona era Albufeira do Azibo, albufeira
= a água, muita água e a nossa aproximação à mesma a descer, e ao ver o espelho
de água a aproximar-se, encontramos cinco colegas com um problema que passou a
ser nosso tb.
Como atravessar uma enxurrada com cerca de 30m? A solução
chegou por outro colega que chegou a seguir, com pernas até ao cu (1,85m) lá
atravessou. Nós tínhamos duas opções, voltar atrás ou usar as nossas pernas,
que tb vão até ao cu e atravessar. Assim fizemos, atravessamos. Já não
estávamos secos e, agora tb não.
A volta à Albufeira do Azibo (não conhecia) foi bem bonita.
O tempo como estava tb tinha a sua beleza, uma beleza húmida e o reflexo das
nuvens mostravam a sua silhueta no espelho da albufeira, algumas luzernas de
luz focavam a vegetação e os charcos.
Chegava ao fim a visita à Albufeira do Azibo e fomos
brindados por uma mesada que tinha de tudo, só faltava a noiva, não a deixaram
entrar, estava toda suja e deitada no chão à espera que degustássemos aquelas
iguarias todas, mas que banquete… só de pensar até fico com água na boca.
A chuva continuava forte, e nós num sobrado em montanha
russa de sobe e desce com alguns avistamentos da Albufeira do Azibo, o passeio
estava bem distribuído, e a paisagem estava deslumbrante, faltava o sol para
ela poder brilhar.
Pelo km 30 depois de fazer uma subida chata e mais que chata
com o piso em aglomerado de barro molhado, encharcado, com regos, e mais regos
durante uns 6km, sempre a carregar na avozinha e olhar para trás para ter a
certeza que não vinha a rebocar ninguém deixava-me a decência pensar que no fim
era a descer, mas para descer tb tens de pedalar!??? D”#$% só mais à frente é
que a bike começou a ganhar velocidade e largou aquela terra barrenta, uma
descida bem interessante na condução da bike monte abaixo.
Continuávamos a pedalar uma grande parte em cima de água, e
numa curva não se contava com a profundidade e enfaixamo-nos os três, mas só o Nelson
saiu pelo para-brisas da frente da bike, caindo com as mãos no chão, fazendo
logo flexões, como num filme serie B dos anos 80, onde o artista treina à chuva
numa poça de “transpiração”.
O granizo tb deu a sua graça e descarga, mas voltávamos a
estar focados na próxima tenda gastronómica que devia estar próxima, e o Miguel
tb.
No ar já se ouvia o cheiro do reforço, e quando chegamos
fomos informados que o passeio terminava ali, não havia mais terra a ser
calcada. Mais uma vez a chuva obrigou a outro corte, agora era pedalar por
estrada até Macedo.
Agora com mais tempo, comer praticamente de faca e garfo e
corpo com direito a vinho. O relógio ainda à espera do Miguel e por isso mesmo
restava-nos petiscar e saborear cada iguaria.
Na retina do palato ficaram as azeitonas, símbolo máximo de
Trás-os- Montes, tão cedo não me vou esquecer desse sabor. Os trilhos foram
bons, pena foram os meses de chuva ou anos, já não consigo precisar.
Com nove Kedistas inscritos à partida (Nagy, Carlos Pereira,
Rocha, Tony, Rui, Sheik, PedroS, Joel e Nelson) o Nelson como vizinho da
partida ficou encarregue de levantar os dorsais. Os vizinhos Rui e Tony (os
cansados) foram de carro!!! 5km, e metade a descer bem. Os restantes foram para
o ponto de encontro. O Joel não apareceu e pensou-se que aparecia de carro, o
que tb não aconteceu (adormeceu).
Às 8.35h já estávamos à espera dos dorsais que o Nelson
(atrasado) ficou de entregar.
Como o passeio era em Famalicão, as caras conhecidas eram
aos magotes, e outro Kedista (o Sílvio) também estava lá.
A “avenida” estava a ficar atolada de bttistas com todos os
Kedas com a roda da frente apontada para a partida à espera do arranque, que se
deu pelas 9.30h.
As nossas pernas tinham de compensar os trinta minutos de
previsto atraso.
Arrancamos com todo o cuidado, mas mesmo assim vê-se sempre
asneira da grossa nos primeiros km. Um colega à frente bate no muro de uma casa
com o ombro, pensei que ficasse por ali, mas no fim soube, falando com ele, que
só tinha dado cabo do casaco.
Tentamos ir todos juntos até calcar terra, com o Nagy, Rocha
e PedroS na frente, pelo retrovisor, o Carlos Pereira, os restantes não se
viam. PedroS vai reduzindo para o Carlos Pereira se juntar e ver se havia mais
algum kedas por perto.
O Nagy e o Rocha soltaram a franga e continuaram na sua
senda de glória, o Nagy era a cabeça da flecha e o Rocha era o rabo (vá-se lá
saber o que isso quer dizer!?).
O Carlos Pereira o nosso campeão nacional M50 de salto em
altura, com novo record batido há uma semana com 1.81m, tem estado a treinar
atletismo aos sábados, e estava um pouco roto, fomos pedalando no ritmo dele.
Os outros kedas atrás não estavam a conseguir juntar-se. Apareceu o Luís
Martins onde pedalamos os três, a maior parte do percurso. A bike do Luís foi
amiga dele e fez o percurso sem as avozinhas.
O percurso equilibrado com 30km e 700m+ acumulado, com subidas
e descidas bem distribuídas, a lama continua a ser uma constante nos passeios
deste ano, havia algumas zonas que tínhamos de ligar o periscópio tal era a
profundidade de alguns “lagos”.
As descidas acabam sempre mais rápidas que as subidas!???
São comentários e normalmente não se lembra muito da paisagem, mas esta já a
subi muitas vezes.
Quando chegamos à meta o Nagy e o Rocha já estavam amarrados
à bifana acompanhada de cerveja, também fizemos companhia e os outros chegaram
logo a seguir.
Com o cheiro dos trilhos e do gourmet, Nagy, Pedro Faria e
PedroS chegaram a horinhas para arrancar bem cedo.
A esperança é que os trilhos estejam secos, os últimos dois
grandes passeios foram bem duros, Montalegre pela neve e Baião pela lama e o
corpo ainda não estava bem recuperado para este dia.
Logo nos km iniciais, a primeira quinta com provas de vinho,
o relógio devia andar pelas 9h e… provas de vinho!??? Vai ser bonito vai… a
acompanhar uns biscoitos.
Mais à frente outra quinta, que nos presenteou com aletria,
biscoitos e café. Começava a pensar que vinha demasiado carregado com comida a
mais. O ritmo de degustação tinha de abrandar se não o pessoal não acabava o
passeio.
Com cerca de 14km e de 1,5h desde o arranque, nova quinta
para degustar uns queijos. A média estava boa e a parte mais dura do percurso
foi entre quintas, entre o km15 e o km50. Não haviam mais quintas, e nós que
já estávamos a habituar-nos às provas, em vez disso tivemos montes, com subidas
e descidas com morfologia igual ao nosso quintal. Alguns ST deram para esquecer
as provas nas quintas, mas o que nós queríamos, era mais provas.
Finalmente aparecem as provas doces com as compotas.
Provamos, ou melhor, comemos até dizer que não queríamos mais e voltamos para o
monte. Acabaram-se as provas e no fim uma bifana acompanhada com uma cerveja
Decorreu no passado dia 6 de Março a 6ª edição do Duatlo de
V. N. Famalicão, desta vez contou com uma participação mais reduzida do Kedas
Bike, dado que apenas participou com uma equipa Estafeta Mista composta pelo
experiente Tony Pereira, que fez a prova de BTT (20 Km) e pela principiante
Silvia Ferreira, que participou na vertente do atletismo (5 Km + 2,5 Km). O
curioso é que este casal é mesmo um casal a sério, dado que são casados.
A prova correu muito bem, tendo esta equipa conseguido um
brilhante 31º lugar na vertente de Estafetas Mistas, com um total de 1h e 53
minutos.
Mais uma visita ao Douro, = a empeno 63km com 1800+
acumulado. Nagy, Rocha, PedroS e Nelson foram os kedas que participaram, e
deixaram o seu cunho de kedas no percurso.
As semanas que antecederam o passeio estiveram sempre
chuvosas, e se andássemos por piso que não filtrasse bem a água, o terreno
devia estar bem duro, o que foi acontecendo ao longo do percurso.
Logo no início uma descida já calcada por outros bttistas, a
lama já se ia acentuando nos trilhos e numa viragem (para o chão) mais rápida,
PedroS e a sua bike foram roçar a erva na horizontal, sem consequências.
Os primeiros km prometiam beleza, e a chegada à tasquinha do
fumo com um café tradicional feito ao lume (literalmente) em potes de barro,
servido com um doce típico da zona.
Com o ajuntamento dos bttistas à volta do café tradicional,
uma cara conhecida de Tábua, o Tó veio até ao Norte apresentar o NGPS de Tábua.
Fomos colocando a conversa em dia em andamento.
Mais um apeadeiro (já com 25km no corpo) para repor
energias, as bifanas estavam espetaculares e há quem não resista a uma cerveja,
nem a pode ver. Fecha os olhos e “tumba”. Já tínhamos descansado um bom bocado
e retemperado o palato que é sempre bem melhor que as barras que levamos
habitualmente. Entre o km 25 e 28, Nelson e mais tarde o Rocha já andavam à
rasca com cambras, o piso estava demasiado exigente o que foi massacrando.
Para animar, nada melhor que uma descida com algumas zonas
técnicas, ajudando à dificuldade a lama e a água, era uma junção que provocou
uma keda ao Rocha que sujou o equipamento.
O piso continuava muito pesado e rolávamos quase sempre com
mudanças mais baixas, e pelo km33 o Rocha e Nelson decidem fazer só estrada e
abandonam os trilhos, contudo ainda fizeram 50km.
Agora o locomotiva Nagy ia à frente (só nas subidas) impondo
o ritmo, PedroS ia descansando o mais possível (ou tb já estava a ficar todo
roto) e mais uns 10km, começávamos a avistar o Rio Douro. Estes km formam
feitos a uma boa média com descidas rápidas e algumas subidas que não chegavam
a chatear. Fomos aproveitando para hidratar bem e reforçar o estomago enquanto
apreciávamos as vistas.
Em alguns pontos já víamos o Rio Douro, mas quanto mais
depressa chegasse-mos ao Douro mais depressa começava a grande dureza do dia,
que era subir até Baião já com o desgaste dos km.
Numa das zonas mais bonitas do percurso, praticamente a
chegar ao Rio Douro, a descida em calçada ladeada de vegetação com janelas para
o Rio Douro, colocava uma dúvida nos travões, ou iam apertados para apreciar a
paisagem ou soltos para a adrenalina. Ganhou o aperto do travão para apreciar
melhor a paisagem e um ribeiro transformado em cascatas e rápidos provocados
pela quantidade de chuva das últimas semanas. E enquanto vais admirando a
natureza e construção da ponte de passagem do comboio, não reparas nos avisos
do gps e mesmo em cima da curva umas fitas amarradas a umas pedras chamam-te
atenção e o barulho que se aproxima em forma de comboio…!? Mas que é isto, que
p”#$%& de sorte. Passava um comboio, é certo que vinha devagar mas deu para
apanhar um grande susto mesmo assim. Dasseeeee.
A visita ao Rio Douro que agora estava castanho com a
quantidade de terra que lhe foi entregue pelas chuvas, foi curta, agora era
subir e subir até chegares à meta, e faltavam 10km. Pelas pernas, apontei para
mais 2h a pedalar. Não sei se foram as duas horas mas foram duras. A avozinha
foi a mudança mais usada, ora paredes com bastante inclinação, ora pisos
técnicos em pedra enlameados, ora rios de lama, e tudo isto a subir para ajudar
mais um pouco à dificuldade existente.
Cheguei à meta já deslaçar o ácido lácteo, as pernas já as sentia
a flutuar ou não as sentia, ficou a dúvida.
Foi um percurso bonito mas a chuva tornou-o bastante duro.
Com dois tracks a sair de Montalegre, um direcionado para a
Serra do Larouco e outro para Pitões das Júnias. Abílio, Nagy, Pedro Faria e
PedroS escolheram o de Pitões.
Do castelo de Montalegre via-se ao longe as montanhas
cobertas de neve, não sabíamos se íamos apanhar ou calcar alguma neve,
arrancamos pelas 9.00h.
Um aquecimento de uns km para logo começar a trepar. As
primeiras imagens de alguma neve apareceram nas bermas mais escondidas do sol.
Estava um dia solarengo e o vento não chateava, nem a subida estava a
massacrar. Mas o corpo ainda não estava formatado para o tipo de relevo
montanhoso e o coração já disparava para valores máximos.
Com o avistamento de maior cobertura de m2 de neve, fizemos
logo uma festa à neve e colocamo-la como estrela de cinema, pela quantidade de
fotos que tiramos.
Mais à frente, continuando a subir, já não se conseguia
pedalar em cima da bike, tal era a quantidade de neve, pneus com picos e
correntes ficaram nos países nórdicos. Sim… ainda estávamos felizes com a neve.
Já
estávamos a entrar em território espanhol, e a investida em Espanha foi a
descer com os trilhos carregados de neve. Agora era experimentar como a bike
reagia e pedalar um pouco às escuras, não se conseguia perceber onde estávamos
a enfiar as rodas. A adrenalina estava a aumentar e a bike só quando fazia uma
curva é que começava a enlouquecer derrapando como lhe dava na telha.
Voltávamos a entrar em Portugal mais propriamente em Tourém,
a neve ficava para trás. Aproveitamos algum do tempo para visitar a aldeia e
entrar no forno do povo, o que provocou o alarme da corneta do “almoço”.
Comemos o que levamos nos bolsos, numa praça da aldeia sentados a deixar o sol
acariciar-nos o corpo. Nagy está mais atento ao que o rodeia e foi fazer uma
expedição sozinho para ver se encontrava uma cadela “marrom”.
Atravessamos Tourém e fizemos uma boa parte da margem do
espelho do Rio Salas. Com cerca de 30km já percorridos, e em direção a Pitões
das Júnias para fazer mais 10km e somar mais 450m+ de acumulado, com… mais…
neve… já começava a ver tudo branco, já estávamos a ficar com neve pelas
orelhas, mas o que doía eram os músculos das pernas que ainda não tinham tido
descanso. Para descer também era preciso pedalar, e mesmo rolar sempre com
mudanças baixas para poder prosseguir no terreno.
Os nossos trenós de rodas aterravam em Pitões das Júnias,
com os telhados a espremer os lençóis brancos que transformavam a aldeia num
dia chuvoso com o céu azul e o sol em todo o seu esplendor. Fizemos a visita da
praxe à Aldeia e esculpimos alguns postais.
De saída de Pitões fomos fazer duas visitas: o mosteiro de
Sta Maria de Júnias implantado perto de uma ribeira guardado por um carvalho
com alguns séculos,
uma chegada bastante generosa em calçada romana já demasiada
usada pela erosão. Uma descida com todos os termos de adrenalina e beleza.
Visitamos o mosteiro e a sua envolvência encantadora, as cores outonais já
velhas mas reluzentes provocadas pelos séculos de exposição envergonhada aos
poucos olhos de visita anual. O som do ribeiro refletindo o sol, o verde vivo
da relva, os castanhos e os cinzentos da vegetação, céu azul e o sol a
convidar-te para te esticares e ficares ali até tu próprio te transformares num
século. Naaaaa… ainda tenho de ir visitar a cascata, e para sair deste buraco
subir uns 50m+ com a bike às costas.
E foi duro muito
duro, a descida deu mais prazer.
O Abílio já conhecia a cascata de Pitões e a dureza da
subida e não quis ir. Os restantes sem saberem muito bem o que os esperava
começaram a descer em paralelo, depois passou para terra/pedras/lajes, e a
seguir para rampas em madeira com escadas e escadórios, demasiadas escadas…
optamos por ir em cima da bike ao lado da estrutura de madeira até à cascata de
Pitões.
Bonito, muito bonito, com uma vista para PNPG fantástica.
Dava vontade de colocar as espias e ver o sol desaparecer, para lhe dar as boas
vindas no dia seguinte. Esta beleza não deixava de lembrar que tínhamos outra
vez de subir com a bike às costas “literalmente”, descer escadas ainda dá em
cima da bike agora… subir… 150m+ dasse, F”#$%&. “- vamos ver a cascata”, “-
vamos ver a cascata”, “- vamos ver a cascata”, agora sobe e arrasta-te escadas
acima, o Abílio tinha rasão. É bonito, mas… depois é a subir… e chegamos perto
do Abílio todos rotos.
Com 45km deixávamos Pitões para trás, e também uma grande
parte da energia ficou nas duas últimas visitas. Os próximos 7km com 200m+
foram de uma dureza não prevista. Caminhos com muita lama, neve, vegetação com
uns 30cm e sempre a rolar ou tentar, não se via o trilho e navegavas mais ou
menos por ali, eramos quatro e cada um escolhia um caminho diferente, sinal de
desespero. NEVE, já estava cheio dessa P#$&@ dessa neve, “olha a neve, que
bonita” onde se vê boniteza na neve?
Onde? Só se for em cima de um trenó, não é em cima de uma bike sem se ver para
onde se vai, dassse.
Finalmente uma descidinha para recarregar os ânimos que
estavam em baixo bem como as dores musculares no alto.
Já passava das 17.00h e ao longe ouvia-se os uivos de um
canídeo que já devia sentir o nosso cheiro a cadáver.
Enquanto descíamos, víamos ao longe uma bela de uma subida,
só não sabíamos que nos estava destinada. AH! Não sei se já descrevi que havia
neve na descida e na subida… devo ter-me esquecido de falar na n-e-v-e ou não,
não interessa.
Interessa mencionar que na última subida de 1,5km com 120m+
fomos brindados por uma caravana de cerca de 15 jipes que limparam um pouco a
neve do trilho calcando-a e espezinhando-a, deixando cerca 50cm de neve calcada
e espezinhada dos dois lados do trilho, o que ajudou um pouco a subida.
Agora, É, a descer tipo trenó em forma de bike e bike em
forma de trenó, foi uma boa descida que ajudou animicamente a carregar as
baterias.
Mas com o adiantar da hora e com 10km pela frente decidimos
rolar por estrada sem neve até Montalegre.
Domingo 7 de Fevereiro com o tempo um pouco incerto e mais
cedo do que o costume, 8:15H, lá apareceram no ponto de encontro habitual
alguns elementos dos Kedas, nomeadamente Pedro Silva, Rocha, Nagy, Ripe, Toni,
Nelson e Carlos Pereira.
Em vez de mais uma habitual domingueira, desta vez era para
participar no passeio organizado pela AFA Cycles com cerca de 40kms, o que
gerou logo pela manhã reclamações e discussões por parte do Ripe e do Toni por
causa do ponto de encontro, isto porque foram a pedalar de Alem Rio - Gavião
até Mões para depois voltarem quase ao ponto de partida uma vez que a saída era
das instalações da AFA Cycles.
Depois de acabadas as discussões, e pequenos almoços
tomados, começamos a sentir o frio da manhã, e toca a montar as bikes com rumo
à AFA Cycles.
Na chegada à AFA já se encontravam bastantes ciclistas nos
últimos preparativos e afinações, e passados alguns minutos chegaram nossos
amigos de Barcelos, os Biclas08.
Depois de cumprimentos e fotos, com toda a gente pronta, o
passeio arrancou com rumo à ciclovia onde os mais entusiastas impuseram logo um
ritmo acelerado, mas como era mesmo um passeio e não uma prova, de vez em
quando a organização mandava abrandar para reagrupar, pois o objectivo era
chegarmos todos ao fim o mais juntos possível, situação que favoreceu bastante
o Toni que já estava farto de ver as mulheres ciclistas a passar por ele.
Entre asfalto, paralelo, ciclovia e trilhos no monte ainda cheios
de lama, passados cerca de 20kms chegamos ao tão esperado "Reforço",
que nos surpreendeu pela positiva devido à abundância e variedade de artigos
comestíveis, para alem da tão refrescante cerveja mini. Os Kedas e Biclas08
foram chegando aos poucos todos dedicaram uns bons minutos para poderem provar
de tudo, até que alguém chama a atenção que faltava o Toni.
Mais uma vez perdeu se na ciclovia.... Depois de um
telefonema constatou-se que o homem já tinha encontrado o caminho e já pedalava
em direcção a casa sem o reforço gourmet que o tinha posto fora da cama.
Com a barriga fora de misérias, toca a montar outra vez para
completar os últimos kms do percurso que termina para alem do meio dia no
parque da cidade, onde se tirou a respectiva fotografia de grupo.
A partir de aí foi fotocopia dos últimos Domingos..... Rumo
ao Zé para o tão apetecido GIN.
No dia 24-jan-2016 respeitamos mais uma vez a tradição de
participar na festa de S. Gonçalo.
O tempo estava
fantástico e equipa estava pronta ( Joel, Rocha, Nagy, PedroS, Sheik,
Tony, RuiC )
Arrancamos e
rapidamente impusemos um ritmo frenético.
Para subir o
"monte da Trofa" escolhemos um percurso mais escondido, que
por ser mais difícil, tem menos tráfego de pessoas, motas, jipes, bikes,
cavalos, anões e mulheres nuas.
Ás 10.30 já estávamos a ouvir a missa de S. Gonçalo ... pois
é .. cedinho...
No meio da povo aparecem os "2 Nines" = 18 ....
que fizeram o percurso por estrada, com as rodas finas (somos um grupo
eclético) .
Quando nos sentamos para comer o rojão no pão o café ainda
estava a servir pequenos almoços.