sábado, 9 de julho de 2016

09-07-2016 NGPS Castelo de Paiva

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NGPS Castelo de Paiva, o prometido eram 62km com 2100+ de acumulado. Do Gráfico memorizei os km 15, 25 e 35 como as subidas do dia, ou melhor, as durezas do dia e a partir do km 55 era para serrar dentes, arrastar a bike ou arrastar-nos os dois. Prometia muito calor, muuuito calor e foi o que aconteceu.
Rocha e PedrosS iam tentar sair o mais cedo possível, mesmo que para isso não levantassem o dorsal para não estar muito tempo debaixo do sol. Os minutos andam demasiado rápido e arrancamos com o dorsal às 7.45h.
Com o nosso novo equipamento a estrear, a nossa pele no BTT, foi apresentada, logo no km 22. Um Keda deu uma keda, rompendo a pele nova e a velha pele. Provocou o encurtamento do percurso ao Rocha. 


Os primeiros 12km eram particamente a descer em direção ao Rio Douro, com bastantes zonas protegidas do sol, e o pedalar perto do rio sempre era mais fresco. Para ajudar haviam túneis de vegetação a proteger do sol, ainda era cedo mas já se adivinhava um dia tórrido.
A subida ao cimo do monte São Domingos fez-se bem sem dificuldade e pela fresca. A vista sobre o Rio Douro era fantástica. Aproveitamos a vista para comer. 


A descida com algumas zonas técnicas e a dificuldade do gps apanhar sinal, deu para alguns erros de navegação, mas a Keda do Rocha é que veio estragar a manhã. Um pinheiro inclinado no trilho não deu para ele evitar a Keda. Ossos do ofício, desta vez ficaram intactos, foi só chapa, mas ainda cortou a chapa bem funda. Vamos andando para ver se há mais mazelas. A meio da 2º grande subida, pelo km 29 Rocha decide ir por estrada até Castelo de Paiva, está com algumas dores e as subidas mais técnicas/ingrimes chateiam-lhe as maleitas.


PedroS após conversações com o Rocha decide atacar o restante, e que restante, do que faltava do percurso. Com a ideia de chegar ao topo do alto de Santo Adrião antes das 12h e com metade da subida do 25º km por fazer, já se estava a prever um grande empeno. Mas siga que quanto mais cedo acabar mais cedo descanso. A outra parte da subida foi bem acentuada com pendentes a andar pelos 18%. O calor estava no pico. Outra paisagem de cortar a respiração, mas não dá para estar muito tempo a comtemplar, não há sombras. Só dá tempo de comer uma barra e descer há procura de uma sombra para voltar a carregar o estomago.
Na separação dos percursos a organização estava a fornecer água num lago/ribeiro onde mantinha os garrafões de água frescos. Os bttistas transformavam-se em patos, equipados a rigor dentro de água, já se via muito homem da marreta em muitas caras, e enquanto me mantive por lá eram muito poucos os que iam para 62km. Apanhei um grupo que ia para os 62km e apanhei a roda… mas a roda depressa desapareceu não era o meu ritmo. Mais vale ir só do que arrebentar sem saber porquê.
A subida ao alto de Santo Adrião, o 35ºkm começou com alguma sombra, para logo ficar praticamente a assar ao sol, brisas ?!!! nem se sentiam, era a subir… o vento não ajudava a refrescar. Conseguia ver muito à frente e muito atrás num monte despido de vegetação, e carregado de pedras para manter/aumentar o calor. O não avistamento de um  bttista nesta subida, começava a pôr-me apreensivo. Fiz este exercício a subida toda, e nada, o calor já o sentia debaixo da pele e ainda tinha muito que pedalar. Depois de chegar ao cimo, uma pequena descida para arejar e começar a subir uma trialeira que a descer tinha de ter cuidado e antes que visse fogo-de-artifício pus o descanso e fui com a bike à mão até ao estradão, dasse p“#$%&.
Quando cheguei ao alto de Santo Adrião eram 12.50h o ponto da água marcado no gps era o mais interessante, mas fiquei contente de ver mais três bttistas, sempre dá para falar com alguém porque na subida nenhuma pedra me dirigiu a palavra e devo ter demorado cerca de 1h a fazer a subida desde a zona de paragem para abastecer água.


Fizemos a descida juntos, e mais alguns km dois colegas informam que vão parar para almoçar, arrancamos os dois e mais à frente o companheiro da curta viagem também vai parar. Outra vez só a carregar nos cranques.


Estava a descer em direção ao Rio Paiva e finalmente sentia o corpo mais fresco pela quantidade de sombras que apanhei na descida. Chegava ao 55º km e já vou encontrando mais bttistas e mais sol e mais subidas, e mais subidas e mais sol, e subidas e mais sol. As pernas começam a informar que o acumulado já está feito mas continuas a subir por estrada. Já perto dos 60km entramos num ST a subir bem técnico com uma paisagem espetacular, dizia a mim mesmo que só ia até aquela pedra e até aquela árvore mas lá fui. Tirando a parte inicial foi onde encontrei mais bttistas.
Acabei com 63km e 2500+ de acumulado. Foi um belo passeio mas o sol derreteu-me…

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sábado, 2 de julho de 2016

02-07-2016 NGPS Tábua (trilhos do paraíso)



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Após duas semanas de ter falhado o dia do passeio (com muita pena minha), e antes que as silvas tomassem conta dos trilhos, voltamos a Tábua para o parque de diversões do BTT, que muita alegria nos tem dado.
Inserido noutro conceito, os Trilhos de Tábua no NGPS foram mais rolantes, sem a quantidade de ST que nos tem proporcionado ao longo dos anos, logo menos duro.
Nagy e PedroS às 7.30h, hora definida para arrancar em cima da bike. Já com o nosso guia, o Tó Gonçalves, um dos mentores deste passeio.
Para o Nagy, depois da grande keda na Páscoa, o calvário acabava no início deste passeio. Ia começar a exagerar em quantidade de trilhos mais exigentes, e esteve há altura da exigência traumática.
Reviver alguns trilhos como o Trilho dos Caparos, Vale Perdido e Trilho dos Gaios, sabe sempre bem e descobrir outros era a expectativa.
O Tó com o relógio apertado em termos de tempo, só podia pedalar até às 11.00h.
Dois vídeos de perspectivas diferentes.



O Trilho dos Caparos foi a primeira dose de adrenalina a ser servida pela manhã, o Tó a servir de roda, a descida foi rápida, “as descidas são sempre rápidas”.


O Tó fazia as despedidas e nós descíamos até ao Rio Mondego, uma zona mais fresca, que bem que soube. O calor estava a apertar e pedalar ao longo do rio uns 10km na sombra sabia mesmo bem. Só uma dificuldade a subir um trilho até à estrada com alguns godos a dificultar a tração.
O rabo da cabra do passeio estava na subida ao penedo (“ cabana” “que abana”) e realmente abanou com as pernas, mas deu para ver a paisagem sobre o Rio Mondego e suavizar as dores, mas a subida não ficava por aqui e continuou, e continuou, o GPS marcava 37º, aproveitamos a Póvoa de Midões para abastecer e conversar um pouco com o pessoal da aldeia. 


Aproximava-se Vale de Gaios e o espetacular Trilhos dos Gaios, e ao entrar no trilho um frio miudinho começava apanhar a barriga, tal era a excitação. Câmara e ação, ainda perguntei ao Nagy se queria ir à frente, mas declinou e saltei para a montanha russa.
Com muito areão na descida fui controlando mais os travões, a erosão trouxe muita areia e mesmo ao acompanhar o rio a areia era predominante. Com mais tempo, deu ainda para descer da bike e apreciar a engenharia das pontes e apreciar o som das minis cascatas espalhadas pelo trilho, e ver a evolução desta zona ao longo dos últimos anos. Este foi dos (o) melhores trilhos que fiz.



O Trilho Vale Perdido, era fresco, muito fresco, tínhamos um guarda-sol vegetal muito denso, tão denso que os óculos de sol tinham de ter luz para visualizar o trilho. Não apetecia sair dali, rolava ao som dos pássaros e deslumbrava os focos de luz aqui e ali aumentando o verde da vegetação.
Nos últimos 5km apanhamos zonas a 40º e o esforço foi reduzido a vapores de esforço… para a marreta não ser demasiada pesada.


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domingo, 22 de maio de 2016

22-05-2016 1º Passeio à Bifana

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Foi no passado dia 22 de Maio que se realizou o 1º Passeio à Bifana, Passeio de BTT com cerca de 25 km, com concentração na Escola D. Maria II, em Gavião. Uma organização da Associação Milho Doiro, pelos seus Kedas Bike, com a ajuda especial dos amigos dos Calcando Pedal, que foram os responsáveis pela escolha do percurso.


Com partida marcada para as 9h00, compareceram perto de 60 betetistas ansiosos pela partida. 
O percurso mereceu rasgados elogios de todos os participantes. No final, foram servidas as tradicionais bifanas. 




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sábado, 14 de maio de 2016

14-5-2016 NGPS Ponte de Lima

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Mais uma viagem só… Já vão sendo algumas e não me arrependo de ter ido a qualquer uma, há sempre alguém que vai aparecendo com o teu ritmo. Ou então vais saltando de grupo em grupo.
Cheguei a Ponte de Lima pelas 7.20h, estacionei e logo a seguir estaciona o Mário de Braga ao meu lado. Pensei logo, já tenho companhia. Preparamos as bikes e fomos levantar os dorsais. Arrancámos pelas 7.50h pela ciclovia junto ao Rio Lima pondo a conversa em dia. 8km bem medidos de plano sem dificuldade.
Com previsão de aguaceiros, eram as giestas que se portavam como nuvens largando a água acumulada nas suas folhas no trilho estreito. O nevoeiro que me tirava o oxigénio ajudado pela minha transmissão gasta. Já estava com más sensações, e parecia que estava todo roto… raio de nevoeiro, que além de proibir a visualização da paisagem não deixava o meu amigo oxigénio aproximar-se dos pulmões…
Aos 30km fomos dar uma volta e visitar a capela de S. Cipriano. Na descida, o famoso eucalipto atira bttistas ao chão, lá estava ele deitado à espera… e atirou o Mário ao chão, mas sem mazelas.
O pico da Nora já se avistava, e tb o transito no gps!!!? Bttistas para cima e outros para baixo, interessante, e todos a escolher a melhor parte do terreno clicável. 2km a subir com 150m+. A paisagem forrada a nevoeiro deixava pouco para apreciar. Descer o quanto antes por onde tínhamos subido, mas a descer foram mais generosos e a descida prolongou-se. Entramos num ST de Enduro onde o oxigénio estava a ganhar ao nevoeiro  deu para ganhar mais animo. 


 

Depois da descida da Serra da Nora, o Luís Martins juntou-se ao grupo. O próximo marco era o km 45 para ver de que era feita a subida apresentada no gráfico, e não foi nada agradável. 4km de alcatrão puro e duro com 370m+, não havia nada para descansar o olhar, nem uma pedra para nos desviarmos, era pedalar e ferrar no avanço para a bike não levantar a roda da frente. Devia ter levado um antidepressivo para fazer esta subida, e no fim um psicólogo para falar sobre assunto. Subida do C”#$%&O. E com o nevoeiro, já me esquecia de mencionar mais esse C#”$%&#. Ao nosso grupo e à nossa média juntaram-se mais dois colegas até ao fim, já eramos um pelotão com 5 unidades. Um dos novos colegas já empenado só a segurar o guiador com uma mão, calca uma pinha, desvia para uma pedra e… esbardalhou-se, mas sem consequências. O cansaço faz baixar a guarda. 
 

 

Uns 8km na crista da Serra da Boalhosa num sobe e desce constante, mais um ST fantástico recortado encosta abaixo, serpenteando vegetação rasteira. Um espetáculo calcar este carreio de 30cm de largura em algumas zonas. Tb havia nevoeiro… mas eu estava a ganhar a guerra. 

 
Mais uns sobes e desces, e com a ajuda dos desces fazias os sobes sem dificuldade nenhuma, e foi a rolar praticamente assim até ao fim, onde já só olhavas para o trilho a descer, mas o gps é que manda, e “obriga” a voltar para trás. O entusiasmo era tanto, de tanta boa descida, que foi uma beleza de fim de percurso.



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domingo, 8 de maio de 2016

8-5-2016 Maratona de Famalicão (Amigos do Pedal)

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Este ano cá no burgo, foi a maior participação dos Kedas na maratona de Famalicão com cinco elementos.
Nagy por lesão não participou, ficou o Nelson de fazer boa figura com o dorsal dele. Rocha, Tony, PedroS e Rui foram os restantes Kedas.
Colocados todos na 2ª gare da meia maratona, e juntinhos até chegarmos aos trilhos (era a ideia inicial). O que não aconteceu. Logo no arranque o Tony ficou encandeado pelo fumo dos pneus derretidos no alcatrão, ficando para trás. PedroS e Rocha na frente, uns metros atrás o Rui e Nelson.
Os trilhos apareceram e as filas indianas começam a esticar as diferenças dos Kedas. Nos primeiros 10km, os da frente ainda se iam avistando, mas começando a dureza na subida em Requião e com morfologia dos trilhos, os avistamentos na frente acabaram.
Até aqui o percurso era bastante rolante sem dificuldade de maior, o que dava para aquecer bem e esticar os bttistas. 


O verdadeiro btt começou pelo km 15 com algumas dificuldades nas subidas, pela inclinação e pelo aglomerado de bttistas a tentarem subir da melhor maneira que conseguiam.
Os ST aparecem e dão para entusiasmar até ao reforço, a melhor parte do percurso.
Enquanto reforço o estômago vou vendo se aparece uma alguma camisola dos kedas. Não aparecendo vou colocar mais intensidade nos cranques. 



Mais intensidade, igual a mais desgaste, e a 10km do fim apareceram as cãibras. Umas subidas ao lado da menina e cortar a meta. 


No final, falando com os restantes kedas, todos sofreram do mesmo, as cãibras para quem não treina são sempre bem vindas, é sinal que estás a fazer algo mal.
Ou treinas pouco, ou défice de alimentação, é escolher entre estas e outras, e há muitas…


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sábado, 16 de abril de 2016

16-04-2016 GPS EPIC MACEDO DE CAVALEIROS



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Por dificuldade de agenda não participei na etapa do ano passada, mas fiquei à espera da de 2016, e nem que houvesse um dilúvio não ia deixar de participar. Ah! Ah! Ah!
Os Kedas Rocha, PedroS e Nelson mais o amigo Miguel dormiram rápido ou acordaram cedo para se fazer à estrada em direcção a Macedo de Cavaleiros. O relógio marcava 7.20h quando chegamos ao secretariado para levantamento dos dorsais.
Fazer os preparativos para o arranque com a meia hora da praxe de atraso. Como os treinos para o meu lado estão parados e estagnados… decidimos previamente que só íamos fazer os 70km e o Miguel ia para os 95km. Ficávamos à espera que ele nos ultrapassa-se nos últimos kms.
A chuva já tinha feito das suas, levou uma ponte de madeira feita propositadamente para o dia, cortou o percurso em 16km, e assim tivemos que utilizar uma das fugas cedidas pela organização e calcar mais alcatrão.
Tiramos a foto da praxe e arrancamos, o Miguel desviou logo para os 95km e os restantes para 70km.
Nos primeiros km já dava para sentir como seria duro o percurso. Os trilhos estavam carregados de água e lama.

 

O ponto turístico da zona era Albufeira do Azibo, albufeira = a água, muita água e a nossa aproximação à mesma a descer, e ao ver o espelho de água a aproximar-se, encontramos cinco colegas com um problema que passou a ser nosso tb.
Como atravessar uma enxurrada com cerca de 30m? A solução chegou por outro colega que chegou a seguir, com pernas até ao cu (1,85m) lá atravessou. Nós tínhamos duas opções, voltar atrás ou usar as nossas pernas, que tb vão até ao cu e atravessar. Assim fizemos, atravessamos. Já não estávamos secos e,  agora tb não.
A volta à Albufeira do Azibo (não conhecia) foi bem bonita. O tempo como estava tb tinha a sua beleza, uma beleza húmida e o reflexo das nuvens mostravam a sua silhueta no espelho da albufeira, algumas luzernas de luz focavam a vegetação e os charcos.


Chegava ao fim a visita à Albufeira do Azibo e fomos brindados por uma mesada que tinha de tudo, só faltava a noiva, não a deixaram entrar, estava toda suja e deitada no chão à espera que degustássemos aquelas iguarias todas, mas que banquete… só de pensar até fico com água na boca.
A chuva continuava forte, e nós num sobrado em montanha russa de sobe e desce com alguns avistamentos da Albufeira do Azibo, o passeio estava bem distribuído, e a paisagem estava deslumbrante, faltava o sol para ela poder brilhar.


Pelo km 30 depois de fazer uma subida chata e mais que chata com o piso em aglomerado de barro molhado, encharcado, com regos, e mais regos durante uns 6km, sempre a carregar na avozinha e olhar para trás para ter a certeza que não vinha a rebocar ninguém deixava-me a decência pensar que no fim era a descer, mas para descer tb tens de pedalar!??? D”#$% só mais à frente é que a bike começou a ganhar velocidade e largou aquela terra barrenta, uma descida bem interessante na condução da bike monte abaixo.


Continuávamos a pedalar uma grande parte em cima de água, e numa curva não se contava com a profundidade e enfaixamo-nos os três, mas só o Nelson saiu pelo para-brisas da frente da bike, caindo com as mãos no chão, fazendo logo flexões, como num filme serie B dos anos 80, onde o artista treina à chuva numa poça de “transpiração”.
O granizo tb deu a sua graça e descarga, mas voltávamos a estar focados na próxima tenda gastronómica que devia estar próxima, e o Miguel tb.
No ar já se ouvia o cheiro do reforço, e quando chegamos fomos informados que o passeio terminava ali, não havia mais terra a ser calcada. Mais uma vez a chuva obrigou a outro corte, agora era pedalar por estrada até Macedo.
Agora com mais tempo, comer praticamente de faca e garfo e corpo com direito a vinho. O relógio ainda à espera do Miguel e por isso mesmo restava-nos petiscar e saborear cada iguaria.
Na retina do palato ficaram as azeitonas, símbolo máximo de Trás-os- Montes, tão cedo não me vou esquecer desse sabor. Os trilhos foram bons, pena foram os meses de chuva ou anos, já não consigo precisar.

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domingo, 20 de março de 2016

20-3-2016 OTZ Bike

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Com nove Kedistas inscritos à partida (Nagy, Carlos Pereira, Rocha, Tony, Rui, Sheik, PedroS, Joel e Nelson) o Nelson como vizinho da partida ficou encarregue de levantar os dorsais. Os vizinhos Rui e Tony (os cansados) foram de carro!!! 5km, e metade a descer bem. Os restantes foram para o ponto de encontro. O Joel não apareceu e pensou-se que aparecia de carro, o que tb não aconteceu (adormeceu).
Às 8.35h já estávamos à espera dos dorsais que o Nelson (atrasado) ficou de entregar.
Como o passeio era em Famalicão, as caras conhecidas eram aos magotes, e outro Kedista (o Sílvio) também estava lá.
A “avenida” estava a ficar atolada de bttistas com todos os Kedas com a roda da frente apontada para a partida à espera do arranque, que se deu pelas 9.30h.
As nossas pernas tinham de compensar os trinta minutos de previsto atraso.
Arrancamos com todo o cuidado, mas mesmo assim vê-se sempre asneira da grossa nos primeiros km. Um colega à frente bate no muro de uma casa com o ombro, pensei que ficasse por ali, mas no fim soube, falando com ele, que só tinha dado cabo do casaco.
Tentamos ir todos juntos até calcar terra, com o Nagy, Rocha e PedroS na frente, pelo retrovisor, o Carlos Pereira, os restantes não se viam. PedroS vai reduzindo para o Carlos Pereira se juntar e ver se havia mais algum kedas por perto.


O Nagy e o Rocha soltaram a franga e continuaram na sua senda de glória, o Nagy era a cabeça da flecha e o Rocha era o rabo (vá-se lá saber o que isso quer dizer!?).
O Carlos Pereira o nosso campeão nacional M50 de salto em altura, com novo record batido há uma semana com 1.81m, tem estado a treinar atletismo aos sábados, e estava um pouco roto, fomos pedalando no ritmo dele. Os outros kedas atrás não estavam a conseguir juntar-se. Apareceu o Luís Martins onde pedalamos os três, a maior parte do percurso. A bike do Luís foi amiga dele e fez o percurso sem as avozinhas. 


O percurso equilibrado com 30km e 700m+ acumulado, com subidas e descidas bem distribuídas, a lama continua a ser uma constante nos passeios deste ano, havia algumas zonas que tínhamos de ligar o periscópio tal era a profundidade de alguns “lagos”.


As descidas acabam sempre mais rápidas que as subidas!??? São comentários e normalmente não se lembra muito da paisagem, mas esta já a subi muitas vezes.
Quando chegamos à meta o Nagy e o Rocha já estavam amarrados à bifana acompanhada de cerveja, também fizemos companhia e os outros chegaram logo a seguir.


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sábado, 12 de março de 2016

12-3-2016 GPS EPIC Lousada (rotas gourmet)



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Com o cheiro dos trilhos e do gourmet, Nagy, Pedro Faria e PedroS chegaram a horinhas para arrancar bem cedo.

 

A esperança é que os trilhos estejam secos, os últimos dois grandes passeios foram bem duros, Montalegre pela neve e Baião pela lama e o corpo ainda não estava bem recuperado para este dia. 

 

 

Logo nos km iniciais, a primeira quinta com provas de vinho, o relógio devia andar pelas 9h e… provas de vinho!??? Vai ser bonito vai… a acompanhar uns biscoitos.
Mais à frente outra quinta, que nos presenteou com aletria, biscoitos e café. Começava a pensar que vinha demasiado carregado com comida a mais. O ritmo de degustação tinha de abrandar se não o pessoal não acabava o passeio.
Com cerca de 14km e de 1,5h desde o arranque, nova quinta para degustar uns queijos. A média estava boa e a parte mais dura do percurso foi entre quintas, entre o km15 e o km50. Não haviam mais quintas,  e nós que já estávamos a habituar-nos às provas, em vez disso tivemos montes, com subidas e descidas com morfologia igual ao nosso quintal. Alguns ST deram para esquecer as provas nas quintas, mas o que nós queríamos, era mais provas. 

 

Finalmente aparecem as provas doces com as compotas. Provamos, ou melhor, comemos até dizer que não queríamos mais e voltamos para o monte. Acabaram-se as provas e no fim uma bifana acompanhada com uma cerveja

 

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domingo, 6 de março de 2016

06-03-2016 Duatlo Famalicão

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Decorreu no passado dia 6 de Março a 6ª edição do Duatlo de V. N. Famalicão, desta vez contou com uma participação mais reduzida do Kedas Bike, dado que apenas participou com uma equipa Estafeta Mista composta pelo experiente Tony Pereira, que fez a prova de BTT (20 Km) e pela principiante Silvia Ferreira, que participou na vertente do atletismo (5 Km + 2,5 Km). O curioso é que este casal é mesmo um casal a sério, dado que são casados.
A prova correu muito bem, tendo esta equipa conseguido um brilhante 31º lugar na vertente de Estafetas Mistas, com um total de 1h e 53 minutos.
Para o próximo ano haverá mais!

sábado, 5 de março de 2016

5-3-2016 NGPS Baião (trilho do neolítico)



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 Mais uma visita ao Douro, = a empeno 63km com 1800+ acumulado. Nagy, Rocha, PedroS e Nelson foram os kedas que participaram, e deixaram o seu cunho de kedas no percurso.
As semanas que antecederam o passeio estiveram sempre chuvosas, e se andássemos por piso que não filtrasse bem a água, o terreno devia estar bem duro, o que foi acontecendo ao longo do percurso. 


Logo no início uma descida já calcada por outros bttistas, a lama já se ia acentuando nos trilhos e numa viragem (para o chão) mais rápida, PedroS e a sua bike foram roçar a erva na horizontal, sem consequências.
Os primeiros km prometiam beleza, e a chegada à tasquinha do fumo com um café tradicional feito ao lume (literalmente) em potes de barro, servido com um doce típico da zona.
Com o ajuntamento dos bttistas à volta do café tradicional, uma cara conhecida de Tábua, o Tó veio até ao Norte apresentar o NGPS de Tábua. Fomos colocando a conversa em dia em andamento. 


Mais um apeadeiro (já com 25km no corpo) para repor energias, as bifanas estavam espetaculares e há quem não resista a uma cerveja, nem a pode ver. Fecha os olhos e “tumba”. Já tínhamos descansado um bom bocado e retemperado o palato que é sempre bem melhor que as barras que levamos habitualmente. Entre o km 25 e 28, Nelson e mais tarde o Rocha já andavam à rasca com cambras, o piso estava demasiado exigente o que foi massacrando.

   

Para animar, nada melhor que uma descida com algumas zonas técnicas, ajudando à dificuldade a lama e a água, era uma junção que provocou uma keda ao Rocha que sujou o equipamento.
O piso continuava muito pesado e rolávamos quase sempre com mudanças mais baixas, e pelo km33 o Rocha e Nelson decidem fazer só estrada e abandonam os trilhos, contudo ainda fizeram 50km.
Agora o locomotiva Nagy ia à frente (só nas subidas) impondo o ritmo, PedroS ia descansando o mais possível (ou tb já estava a ficar todo roto) e mais uns 10km, começávamos a avistar o Rio Douro. Estes km formam feitos a uma boa média com descidas rápidas e algumas subidas que não chegavam a chatear. Fomos aproveitando para hidratar bem e reforçar o estomago enquanto apreciávamos as vistas.
Em alguns pontos já víamos o Rio Douro, mas quanto mais depressa chegasse-mos ao Douro mais depressa começava a grande dureza do dia, que era subir até Baião já com o desgaste dos km. 


Numa das zonas mais bonitas do percurso, praticamente a chegar ao Rio Douro, a descida em calçada ladeada de vegetação com janelas para o Rio Douro, colocava uma dúvida nos travões, ou iam apertados para apreciar a paisagem ou soltos para a adrenalina. Ganhou o aperto do travão para apreciar melhor a paisagem e um ribeiro transformado em cascatas e rápidos provocados pela quantidade de chuva das últimas semanas. E enquanto vais admirando a natureza e construção da ponte de passagem do comboio, não reparas nos avisos do gps e mesmo em cima da curva umas fitas amarradas a umas pedras chamam-te atenção e o barulho que se aproxima em forma de comboio…!? Mas que é isto, que p”#$%& de sorte. Passava um comboio, é certo que vinha devagar mas deu para apanhar um grande susto mesmo assim. Dasseeeee.
A visita ao Rio Douro que agora estava castanho com a quantidade de terra que lhe foi entregue pelas chuvas, foi curta, agora era subir e subir até chegares à meta, e faltavam 10km. Pelas pernas, apontei para mais 2h a pedalar. Não sei se foram as duas horas mas foram duras. A avozinha foi a mudança mais usada, ora paredes com bastante inclinação, ora pisos técnicos em pedra enlameados, ora rios de lama, e tudo isto a subir para ajudar mais um pouco à dificuldade existente.
Cheguei à meta já deslaçar o ácido lácteo, as pernas já as sentia a flutuar ou não as sentia, ficou a dúvida.
Foi um percurso bonito mas a chuva tornou-o bastante duro.


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sábado, 20 de fevereiro de 2016

20-2-2016 Montalegre

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Com dois tracks a sair de Montalegre, um direcionado para a Serra do Larouco e outro para Pitões das Júnias. Abílio, Nagy, Pedro Faria e PedroS escolheram o de Pitões.
Do castelo de Montalegre via-se ao longe as montanhas cobertas de neve, não sabíamos se íamos apanhar ou calcar alguma neve, arrancamos pelas 9.00h.
Um aquecimento de uns km para logo começar a trepar. As primeiras imagens de alguma neve apareceram nas bermas mais escondidas do sol. Estava um dia solarengo e o vento não chateava, nem a subida estava a massacrar. Mas o corpo ainda não estava formatado para o tipo de relevo montanhoso e o coração já disparava para valores máximos.
Com o avistamento de maior cobertura de m2 de neve, fizemos logo uma festa à neve e colocamo-la como estrela de cinema, pela quantidade de fotos que tiramos.


Mais à frente, continuando a subir, já não se conseguia pedalar em cima da bike, tal era a quantidade de neve, pneus com picos e correntes ficaram nos países nórdicos. Sim… ainda estávamos felizes com a neve.



Já estávamos a entrar em território espanhol, e a investida em Espanha foi a descer com os trilhos carregados de neve. Agora era experimentar como a bike reagia e pedalar um pouco às escuras, não se conseguia perceber onde estávamos a enfiar as rodas. A adrenalina estava a aumentar e a bike só quando fazia uma curva é que começava a enlouquecer derrapando como lhe dava na telha.



Voltávamos a entrar em Portugal mais propriamente em Tourém, a neve ficava para trás. Aproveitamos algum do tempo para visitar a aldeia e entrar no forno do povo, o que provocou o alarme da corneta do “almoço”. Comemos o que levamos nos bolsos, numa praça da aldeia sentados a deixar o sol acariciar-nos o corpo. Nagy está mais atento ao que o rodeia e foi fazer uma expedição sozinho para ver se encontrava uma cadela “marrom”.
Atravessamos Tourém e fizemos uma boa parte da margem do espelho do Rio Salas. Com cerca de 30km já percorridos, e em direção a Pitões das Júnias para fazer mais 10km e somar mais 450m+ de acumulado, com… mais… neve… já começava a ver tudo branco, já estávamos a ficar com neve pelas orelhas, mas o que doía eram os músculos das pernas que ainda não tinham tido descanso. Para descer também era preciso pedalar, e mesmo rolar sempre com mudanças baixas para poder prosseguir no terreno.
Os nossos trenós de rodas aterravam em Pitões das Júnias, com os telhados a espremer os lençóis brancos que transformavam a aldeia num dia chuvoso com o céu azul e o sol em todo o seu esplendor. Fizemos a visita da praxe à Aldeia e esculpimos alguns postais.
De saída de Pitões fomos fazer duas visitas: o mosteiro de Sta Maria de Júnias implantado perto de uma ribeira guardado por um carvalho com alguns séculos,


uma chegada bastante generosa em calçada romana já demasiada usada pela erosão. Uma descida com todos os termos de adrenalina e beleza. Visitamos o mosteiro e a sua envolvência encantadora, as cores outonais já velhas mas reluzentes provocadas pelos séculos de exposição envergonhada aos poucos olhos de visita anual. O som do ribeiro refletindo o sol, o verde vivo da relva, os castanhos e os cinzentos da vegetação, céu azul e o sol a convidar-te para te esticares e ficares ali até tu próprio te transformares num século. Naaaaa… ainda tenho de ir visitar a cascata, e para sair deste buraco subir uns 50m+ com a bike às costas.


E foi duro muito duro, a descida deu mais prazer.



O Abílio já conhecia a cascata de Pitões e a dureza da subida e não quis ir. Os restantes sem saberem muito bem o que os esperava começaram a descer em paralelo, depois passou para terra/pedras/lajes, e a seguir para rampas em madeira com escadas e escadórios, demasiadas escadas… optamos por ir em cima da bike ao lado da estrutura de madeira até à cascata de Pitões.


Bonito, muito bonito, com uma vista para PNPG fantástica. Dava vontade de colocar as espias e ver o sol desaparecer, para lhe dar as boas vindas no dia seguinte. Esta beleza não deixava de lembrar que tínhamos outra vez de subir com a bike às costas “literalmente”, descer escadas ainda dá em cima da bike agora… subir… 150m+ dasse, F”#$%&. “- vamos ver a cascata”, “- vamos ver a cascata”, “- vamos ver a cascata”, agora sobe e arrasta-te escadas acima, o Abílio tinha rasão. É bonito, mas… depois é a subir… e chegamos perto do Abílio todos rotos.

 

Com 45km deixávamos Pitões para trás, e também uma grande parte da energia ficou nas duas últimas visitas. Os próximos 7km com 200m+ foram de uma dureza não prevista. Caminhos com muita lama, neve, vegetação com uns 30cm e sempre a rolar ou tentar, não se via o trilho e navegavas mais ou menos por ali, eramos quatro e cada um escolhia um caminho diferente, sinal de desespero. NEVE, já estava cheio dessa P#$&@ dessa neve, “olha a neve, que bonita”  onde se vê boniteza na neve? Onde? Só se for em cima de um trenó, não é em cima de uma bike sem se ver para onde se vai, dassse.
Finalmente uma descidinha para recarregar os ânimos que estavam em baixo bem como as dores musculares no alto.
Já passava das 17.00h e ao longe ouvia-se os uivos de um canídeo que já devia sentir o nosso cheiro a cadáver.
Enquanto descíamos, víamos ao longe uma bela de uma subida, só não sabíamos que nos estava destinada. AH! Não sei se já descrevi que havia neve na descida e na subida… devo ter-me esquecido de falar na n-e-v-e ou não, não interessa.


Interessa mencionar que na última subida de 1,5km com 120m+ fomos brindados por uma caravana de cerca de 15 jipes que limparam um pouco a neve do trilho calcando-a e espezinhando-a, deixando cerca 50cm de neve calcada e espezinhada dos dois lados do trilho, o que ajudou um pouco a subida.
Agora, É, a descer tipo trenó em forma de bike e bike em forma de trenó, foi uma boa descida que ajudou animicamente a carregar as baterias.
Mas com o adiantar da hora e com 10km pela frente decidimos rolar por estrada sem neve até Montalegre.

Restantes vídeos



domingo, 7 de fevereiro de 2016

07-02-2016 – Passeio AFA Cycles

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Domingo 7 de Fevereiro com o tempo um pouco incerto e mais cedo do que o costume, 8:15H, lá apareceram no ponto de encontro habitual alguns elementos dos Kedas, nomeadamente Pedro Silva, Rocha, Nagy, Ripe, Toni, Nelson e Carlos Pereira.
Em vez de mais uma habitual domingueira, desta vez era para participar no passeio organizado pela AFA Cycles com cerca de 40kms, o que gerou logo pela manhã reclamações e discussões por parte do Ripe e do Toni por causa do ponto de encontro, isto porque foram a pedalar de Alem Rio - Gavião até Mões para depois voltarem quase ao ponto de partida uma vez que a saída era das instalações da AFA Cycles.
Depois de acabadas as discussões, e pequenos almoços tomados, começamos a sentir o frio da manhã, e toca a montar as bikes com rumo à AFA Cycles.
Na chegada à AFA já se encontravam bastantes ciclistas nos últimos preparativos e afinações, e passados alguns minutos chegaram nossos amigos de Barcelos, os Biclas08.
Depois de cumprimentos e fotos, com toda a gente pronta, o passeio arrancou com rumo à ciclovia onde os mais entusiastas impuseram logo um ritmo acelerado, mas como era mesmo um passeio e não uma prova, de vez em quando a organização mandava abrandar para reagrupar, pois o objectivo era chegarmos todos ao fim o mais juntos possível, situação que favoreceu bastante o Toni que já estava farto de ver as mulheres ciclistas a passar por ele.


Entre asfalto, paralelo, ciclovia e trilhos no monte ainda cheios de lama, passados cerca de 20kms chegamos ao tão esperado "Reforço", que nos surpreendeu pela positiva devido à abundância e variedade de artigos comestíveis, para alem da tão refrescante cerveja mini. Os Kedas e Biclas08 foram chegando aos poucos todos dedicaram uns bons minutos para poderem provar de tudo, até que alguém chama a atenção que faltava o Toni. 


Mais uma vez perdeu se na ciclovia.... Depois de um telefonema constatou-se que o homem já tinha encontrado o caminho e já pedalava em direcção a casa sem o reforço gourmet que o tinha posto fora da cama.
Com a barriga fora de misérias, toca a montar outra vez para completar os últimos kms do percurso que termina para alem do meio dia no parque da cidade, onde se tirou a respectiva fotografia de grupo.
A partir de aí foi fotocopia dos últimos Domingos..... Rumo ao Zé para o tão apetecido GIN.
Obrigado AFA Cycles pelo convite.

domingo, 24 de janeiro de 2016

24-01-2016 - Passeio do Rojão

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No dia 24-jan-2016 respeitamos mais uma vez a tradição de participar na festa de S. Gonçalo.
O tempo estava  fantástico e equipa estava pronta ( Joel, Rocha, Nagy, PedroS, Sheik, Tony, RuiC ) 
Arrancamos e  rapidamente impusemos um ritmo frenético.
Para subir o  "monte da Trofa" escolhemos um percurso mais escondido, que por ser mais difícil, tem menos tráfego de pessoas, motas, jipes, bikes, cavalos, anões e mulheres nuas.


Ás 10.30 já estávamos a ouvir a missa de S. Gonçalo ... pois é .. cedinho...
No meio da povo aparecem os "2 Nines" = 18 .... que fizeram o percurso por estrada, com as rodas finas (somos um grupo eclético) .
Quando nos sentamos para comer o rojão no pão o café ainda estava a servir pequenos almoços.


...Conversa...pão... rojão... cerveja...sopa (o Joel) ,, mais conversa.. e montar a bike para voltar a Famalicão . 
Quando estávamos a começar a descer o "monte da Trofa" passamos pelo mega grupo que arranca de Famalicão  (good luck)
A avaria do dia ficou para a bike do RuiC que arrebentou a corrente. O elo de engate foi dos mais rápidos que o Tony viu a ser colocado...

domingo, 17 de janeiro de 2016

10/17-1-2016 Passeio de Reis Kedasbike

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Um belo dia de chuva com aviso amarelo para o nosso passeio de Reis no dia 10-1-2016.
Com as presenças de Nagy, Carlos Pereira, Rocha, PedroS e Nelson. 
Quando chegamos à Famidoce já não havia uma parte do corpo seca, tomamos café a sentir a água a escorrer corpo adentro, estava um diluvio. E para ajudar à festa as frutas cristalizadas ainda estavam por descascar, houve falta de comunicação e o saboroso bolo Rei da Famidoce ficou para o domingo a seguir.
Como o Vinho do Porto estava na mochila do Rocha, decidimos fazer um primeiro passeio dos Rei só com o Vinho do Porto e arrancamos. Mal conseguimos ver uns aos outros tal era a intensidade de chuva que até fazia fumo. Uns km à frente, a bike do Nelson tem um furo e o Rocha tenta encher com o CO2 para ser mais rápido (das duas últimas vezes foi um fracasso a utilização do CO2, e a expectativa era grande para ver se era desta) e realmente foi mais rápido a encher o pneu… e a tirar a pele de um dos dedos do Rocha que segurava o CO2, o dedo ficou colado à carga F“#$%&.
Mais à frente outro furo, ou o mesmo, na bike do Nelson, estávamos mais tempo parados que andar e já começávamos a ficar congelados.
Já estávamos a ficar quentes, quando o desviador e o drop-out da bike do PedroS fizeram uma escultura em cima da cassete adornada pela corrente. A chuva continuava, e continuava, com os 5 mecânicos debaixo de uma árvore a tentar por a bike clicável para rumar para casa. O elo de engate teimava em não sair para destorcer a corrente. Era tanto o frio que os mecânicos já tremiam e para aquecer sempre tínhamos o Vinho do Porto, que aqueceu o estomago e o calor não se atrevia a sair da zona de conforto. A tremer acabamos o trabalho e rolamos o mais rápido até à banheira de água quente mais próxima.

Dia 17-1-2016

Na Famidoce o Carlos Pereira, Joel, Nelson e Rui já se encontravam quando chega o espectro do PedroS e uns minutos mais tarde o Rocha.
Não estava a chover, mas devia fazer bem à cabeça de alguém. O Nagy depois de tanta chuva na semana passada ficou com a garganta inflamada e ficou pela cama. (tb não conseguia comer o bolo Rei)
Desta vez a Famidoce descascou as frutas e presenteou os Kedasbike com um belo/grande bolo Rei que o Carlos Pereira carregou às costas, o Rui trouxe o Vinho do Porto (e a água é que sabia bem).
Começamos a andar como as pombas às voltas, ninguém assumia a função de guia, mais umas voltas e o Rui tomou de assalto a dianteira em direção às pedreiras de Airão, pelo caminho havia náuseas, sentia-se o barco a baloiçar, e a carga caiu ao mar…


O Rui continuava na liderança e por indicação do PedroS fomos visitar um marco geodésico , o Carlos Pereira já queria tirar o lastro do bolo Rei, mas ainda era cedo, tivemos de passar pelo ponto mais importante do guia, um saltinho em cima de uma pedra!??? 


Com ideia de degustar/comer o bolo Rei no alto do Monte de Airão, o vento frio e os chuviscos empurraram-nos encosta abaixo. Encontramos um penedo para fazer de mesa e ali bebemos o Vinho do Porto e, o bolo Rei que está a fazer água na boca enquanto escrevo e penso no sabor, fresquinho, acabado de fazer, amarrado às costas e ao Camelbak do Carlos Pereira. No fim arrumamos a mesa, pusemos os bancos no sítio e levamos o lixo.
Agora era praticamente sempre a descer por meio de muita pedra, regos, raizeiros escorregadios e umas valas maiores que a bike, mas sempre em cima…


O grupo Kedasbike agradece à Famidoce pelo patrocino do bolo Rei.