sábado, 4 de novembro de 2017

4-11-2017 NGPS Oliveira de Azeméis

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Neste NGPS era eu que estava com o relógio apertado, tinha que estar cedo em casa. Eu e o Mário saímos bem cedo e o Miguel ia recuperar tempo na auto-estrada e na montagem da bike.
Chegamos pelas 7.00h, de portas e mala do carro abertas para desencarcerar as bikes e restantes apetrechos para o passeio, quando o Miguel nos dava os bons dias, chegou logo a seguir.
É só levantar o dorsal e arrancar, mas um problema técnico/!!!? da organização atrasou a entrega dos dorsais.
O Vasco quando chega, já estávamos a fechar os carros para arrancar. Como aqueces rápido, vê se nos apanhas, nós vamos indo devagar.
Começamos no primeiro ponto de interesse, uma visita ao parque de La Salette, dois gansos inspecionavam ferozmente o pneu da frente do Miguel para ver se este estava bem cheio para seguir viagem.


Aos 7km já estávamos a ser brindados por um ST ladeado por um ribeiro, a vegetação era densa com uma camada de outono no chão, juntando as últimas (poucas) chuvas acompanhados de raizeiros faziam a pilotagem mais difícil, mas é aí o sal da coisa.
Depois deste entusiasmo, uma subidinha de 10km, não era sempre a subir era “gradual” subias, descias, subiassss, descias, subiassssssss, descias e a parte final subiasssssssssssss. Lá está “gradual”. Comecei com roupa a mais e esta 1ª fase estava a ficar todo roto…


No alto da Srª da Graça (esta é a filha de Mondim de Basto) contemplávamos a paisagem e tentávamos ver as outras cidades mundiais hi! hi! hi! ao mesmo tempo descarregávamos a despensa e enchíamos a blusa. O Vasco ainda não tinha aquecido…
Como este percurso era um rompe pernas, esperava que as descidas começassem a fazer galgar km de entusiasmo. Preparar para descer e… paralelo... e alcatrão… poucos metros à frente olhar para trás e ver o desperdício que foi descer por paralelo/alcatrão e ver um trilho na direção que estávamos a seguir… são opções, aguenta.
Mais um romper de pernas e descer novamente, agora com trilhos em direção: Há Vadia, essa grande desestabilizadora dos homens. O gps começou a buzinar freneticamente a anunciar a paragem, o Miguel ia tão entusiasmado a descer que não reparou nem ouvia o clamor, a súplica de paragem obrigatória, só quando o cheiro a pneu queimado lhe chegou ao nariz é que deu meia volta e se apercebeu do erro de cálculo que estava a cometer.
Fomos dos primeiros a chegar à cervejeira artesanal da Vadia, eu e o Mário com algum receio de beber muito e depois ainda ter de pedalar mais 50km. O Miguel esse queria experimentar todas e assim ficar ao nosso nível físico. Beber álcool num passeio mais exigente, a mim as pernas ficam logo mais pesadas, mas se for no fim, fico como novo ah! ah! ah! Já saía das experiências cervejeiras com calor e aproveitei para tirar uma camisola, já eram 10.00h e já estava acordado desde as 5.15h por isso é normal beber uma geladinha. Se o Vasco não entrou é sinal que passou sem ver este monumento.


Mais uma transição excelente, ao lado do Rio Caima. 27km e a 2ª subida do dia mais longa, a descida foi em estradão rápido e acabou.


Mais 40km feitos e subir para descer (boa, por isso é que participaste) e foi a fase do percurso mais rápida onde já apareciam muitos bttistas dos trajetos mais curtos, já ansiávamos pelo “reforço” no Parque Molinológico de UL ao km 53.


Os 3km que antecederam o “reforço” foram tb generosos em termos de trilho e paisagem. Percorrer a margem do rio de bike e apreciar os diversos moinhos de água sabe sempre a cerveja Vadia. É VERDADE! E assim chegamos ao reforço, com sede. O Vasco já lá estava, sem sede e sem fome, mas acompanhou-nos na rodada. Eu bem dizia, falhou o berço da Vadia o gps não usou a campainha, mas vingou-se no “reforço”


Ainda faltavam 22km e cerca de 500m+ de acumulado, já não havia a cenoura Vadia à frente a puxar, estava agora nas pernas. A placa a dizer tens a certeza que queres continuar, não te vais arrepender… apareceu na cabeça, foi um bom serrote para as pernas.

sábado, 28 de outubro de 2017

28 de Outubro 2017 Manobras XVII



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Um belo dia para manobrar mais um passeio desorganizado pelo Clube BTT Famalicão, é assim que eles gostam de apresentar este passeio com 17 anos.
Os kedas Nagy, Carlos Pereira, Rocha, PedroS e o Mário eram os que iam “organizar” o passeio. Pequeno-almoço no Xilas, às 8.00h e prolongamento até às 8.30h, arrancamos já com os nossos donativos entregues à Refood.


O passeio ia andar pelo nosso quintal de domingo com mais alguns km para a encosta do Monte da Franqueira em Pereira. Começamos pelo de Monte Sta Catarina, onde às vezes passamos a domingueira toda só nesse monte, num sobe e desce constante, mas eles conseguiram acrescentar mais um trilho às nossas rodas.
Perto dos 20km um problema na corrente e K7 na bike do Rocha e os primeiros avistamentos de outros “manobreiros”, vão passando por nós.
A organização já tinha avisado que ia haver um reforço, e no km 20 assinalado lá estavam eles, mais uma montra de pastelaria à escolha, junto com alguma fruta e água. Vão chegando mais alguns grupos de “manobreiros” incluindo o Luís Martins “o amigo” que tb fez alguns km connosco em Oliveira do Hospital. Juntou-se ao grupo, conhecia bem o Carlos Pereira e assim engrossamos as fileiras.
Balazar, Arcos e Rates ficavam para trás para treinar um pouco na ciclovia em direção ao monte da Franqueira.
O gps informava “perigo degraus” escadas? pensei eu… aqui no meio do monte? É possível mas os degraus eram drops, uns belos drops com muita opção de escolha por onde colocar as rodas, no fim ouvia a satisfação do Carlos Pereira, assim sim.
Chegávamos ao monte da Franqueira, foi pouca a nossa presença lá. O Nagy e Rocha abandonavam o percurso e a estrada era mais agradável para as suas pernas, com o relógio mais curto, já a pensar na mudança da hora.



Mais uns trilhos para fazer novas tatuagens nos braços, tal a quantidade de silvas, andam bravas este ano.


Com vista para o monte da saia, fazíamos uns km em sentido contrário do manobras do ano anterior, estava com a expectativa qual a opção da organização de escalada ao topo do monte. Mais uma novidade, não conhecia a parte inicial nem o rabo da cabra que tivemos de trepar, técnica e dura. Algum tempo para oxigenar o cérebro, continuar a subir gradualmente até ao ST do alto do Monte da Saia, pensava eu, mas a organização optou por outro trilho, e lá fomos, Snif! Snif!  O ST para nós Kedas era o mais interessante mas seguimos a escolha da organização.


Depois da descida era praticamente rolar até à ciclovia e desaguar no pavilhão municipal, o Luís Martins na ciclovia seguiu para casa.
Ao chegar ao pavilhão encontramos o Vasco que tb participou no manobras, passou-nos enquanto fomos marcar presença na Tasquinha do Zé para começar a preparar o pica no chão.
Convidamo-lo para ir tb arrancar os ossos da carne do frango, ao que ele anuiu entusiasmado já a mastigar em seco :)
Chegamos à Tasquinha do Zé às 15.00h já lavadinhos e com grande apetite, os Kedistas do manobras menos o Nagy, juntando o Joel e o Locas, mais o Vasco.

Este sim é btt puro e duro, pica no chão excelente e as sobremesas acompanhadas com espumante, mais uma maratona das 15.00h às 20.30h…

sábado, 7 de outubro de 2017

7 de Outubro 2017 GPS Epic Oliveira do Hospital


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Dois Kedistas, PedroS e Pedro Faria às 5.25H já estavam a caminho de Oliveira do Hospital.
Ao chegar ao Porto entre ultrapassagens saltou-nos à vista uma roda de bike na mala de um carro com aspeto conhecido “imbestigue-se”. Uma aproximação mais calculada com os olhos no condutor, as suspeitas confirmavam-se, era o Vasco dos Sem Medo BTT. Ia com tal atenção que os nossos gestos não o faziam olhar para o lado, era como se estivesse a descer uma trialeira cheia de pedras que ao desviar o olhar era o mesmo que levantar voo :). Teve que ser à base de tlm para perguntar onde ia ele àquela hora da matina. Ambos na direção de Oliveira do Hospital, dei-lhe a minha roda traseira para ele aproveitar o vento já que não sabia muito bem onde tinha de aterrar em OH.
Chegamos bem cedo a Oliveira do Hospital mas não fomos os únicos, já se via muitos carros com bikes espalhados nos diversos cafés. Chegamos ao secretariado já com filas para levantar o dorsal. Este pessoal levantou-se todo muito cedo…
Prontos para arrancar e fugir ao Miguel/Joel que estavam a chegar, dar algum tempo, preparar o aquecimento para não ter de ir com a língua pendurada perto dos raios da roda da frente para os acompanhar :p
Ao arrancar o bidão salta à vista por não estar lá, ficou no carro. Com o calor que se ia fazer entre os 30ºc/33ºc mais valia fazer os 2km até ao estacionamento, um para baixo e outro para cima. Depois da falsa partida o Miguel já tinha chegado ao secretariado e foi arranjar estacionamento.
Faria, PedroS e Vasco levantaram âncora e zarparam, o Vasco aquece muito rápido e o ritmo é forte para os Kedas, aquecimento é feito com mais calma. (e demora o percurso todo)


Chegávamos a um ponto de interesse, ao lugar Bobadela com vestígios romanos e um Break Coffee oferecido pela organização, mais um pouco de nitro para o Vasco poder levantar asas. Começou aos poucos a desaparecer e pelo km12 um furo na minha roda traseira ajudou ainda mais a sua “fuga” (estava com o relógio controlado). Ainda tentei que o líquido tapasse o furo mas o som contínuo de “trabalhar em seco” … mais vale mudar a câmara-de-ar. Ao ver se tinha algum pico amarrado ao pneu na parte de dentro, apanhei um pequeno susto com a primeira apreciação de tato, não sabia bem o que era mas era bem resistente, confirmei depois que era um prego de tamanho familiar, “quase que vazava o aro”, e o líquido não fez o milagre. Já na parte final da reparação o Miguel/Joel/e amigo chegavam ou apanhavam-nos. Empacotamos as sobras e carrega nos cranques, em direção à aldeia de Avô. 
  
Chegamos a Oliveira do Hospital com uma coluna de fumo no horizonte e a perceção era que estávamos a deslocar-nos para lá e este sem diminuir a intensidade.
A Primeira grande descida do dia, uns 6 km com algum entusiasmo de trilhos, onde os km passavam a correr. A aldeia de Avô já a apontava-mos com o nariz e a descida um pouco técnica não deixava muito para a apreciar em movimento não vá o azar bater à porta.
Esta aldeia é muito fotogénica e de qualquer lado fica bem, as ruelas, os canteiros, as pontes, a praia fluvial, a visita ao seu castelo trepado com a bike às costas. O Faria preferiu começar a peregrinação ao topo do Colcurinho, declinou o convite da organização a visitar o castelo e assim preferiu ver em postais em vez de presenciar. Mas merece uma visita mais cuidada, esta simpática aldeia.
O Faria já levava um bom adianto e os meus companheiros carregam bem nos cranques, já sentia a falta dele ou do ritmo que ele levava. Os 15km a subir para vencer os 1000+ enganavam bem, o gráfico não mostrava algumas descidas e zonas mais planas o que ia aumentando a percentagem de inclinação a vencer. O silêncio era tal, ninguém falava, só a respiração é que fazia barulho ou ia incomodando, ou melhor era bom sinal, estava a respirar. Mas continuava com a cabeça muito perto da roda da frente e a paisagem ficava para quem estava a subir apeado e a respiração mais normalizada. Eu continuava a pedalar só até aquela pedra… só até aquela pedra… mas havia pedras por todo lado umas dez e assim aterrava na aldeia, a das Dez. Para ser sincero não me lembro nada desta aldeia, não tinha muito oxigénio no cérebro e este não registou nada para memória futura. Agrupamos e abastecemos, 5 km de subida ficaram para trás.


Faltavam DezZZZZ este nº implacável, continuávamos na peregrinação ao alto do Colcurinho que ficava a 1200m de altitude, o Miguel /Joel/e amigo, estavam uma pedalada à frente a cada DezZZZZ metros de subida. Nas inclinações mais acentuadas a transmissão muito usada da bike do Faria obrigava-o apear e fazer estas inclinações a ver a paisagem, ou melhor, ver o que podia.
Ao longe o incêndio continuava a lavrar terreno, diziam que era para a Zona da Pampilhosa da Serra, os aviões que o andavam a combater passavam alguns metros abaixo onde nos encontrávamos, dava para ver o piloto. Quase parecia que dávamos incentivo um ao outro. A faltar 1,5km para o topo ufa, ufa, um patamar de descanso, aiiiii, é que sabe bem. Todos iam parando para analisar o resto da subida que faltava, carregar energia, reparar trilho acima a quantidade de BTTistas com a bike ao lado, ver as magníficas montanhas circundantes. Mas lá no topo quase mais 200m+ em cima as vistas seriam sem dúvida mais interessantes. Tinha a certeza que uma parte da subida ia ser feita à mão ou com cordas, o teleférico ainda não tinha chegado. Usando a técnica só até aquela pedra, só até aquela pedra, mas não dá, o melhor é ver as vistas e apanhar rede do satélite que estava a falhar.
No topo já com a respiração normalizada, o Miguel/Joel/e amigo davam as boas vindas, ao que só consegui levantar um pouco a sobrancelha a dizer P”#$ F&%$#” de subida mais o C%”#&%, ou pensei… dassssse 1,40h a subir…


Realmente depois de subir e estar no topo, ainda pensas.... não foi duro, valeu bem a pena, a paisagem de montanha é deslumbrante, mas sim… tou todo F$#&”%.
Descida para Piodão sem trilho interessante, à base de alcatrão e estradão de terra, aqui já pensava nas subidas que fiz para descer de carro… Só ficou interessante quando começo a ver Piodão e o zoom vai aumentando até chegares à selfie.
Mais uma aldeia que todos os portugueses deviam conhecer.


O Faria ao longo do percurso ia dizendo, “tantos km só para fazer o ST de Piodão - Foz D´Égua”. Não conhecia e estava expectante, quando entramos no ST o cansaço desapareceu e a diversão começou, alguns caminheiros no trilho estreito, o lado esquerdo uma ravina sem perceber muito bem a profundidade, zonas sem visibilidade, etc & tal. Estava mesmo a curtir o ziguezaguear forrado com xisto e curvas com receção para não perderes velocidade… foi fantástico. Estou como o Faria tantos km para fazer um ST mas que valeu a pena, ah se valeu. 7 minutos onde só estás tu e o planeta… quando chegamos a Foz D´Égua um conto saltou à infância, os livros fantásticos  com imagens pintadas de um subconsciente existente, palpável, romanceava as pedras de xisto colocadas umas sobre as outras formando obras marcantes em quem tem o privilégio de estar presente ali e fazer parte do nosso ser. Brutal.


No fim da adrenalina, a nostalgia, encontro o Miguel/Joel/e amigo (Hi! Hi! Hi!) parecia-me que o Miguel andou a fazer de pato, ainda se via o cabelo molhado e não, não era do suor.
Já tínhamos comido 48km e o Faria estava satisfeito, não queria/não podia/a bike não queria subir mais 500m+ e cortou por estrada (fuga 2), ainda fui tentado a acelerar para apanhar a roda do Miguel/Joel/e amigo mas a subida não deixou e fui colocando o meu ritmo (ritmo = a respirar, respirar e respirar sem cansar muito os músculos dos pulmões). Mais 7km de alcatrão/estradão a subir, uma horinha, já começava a enjoar de tanto doce/barras que fui comendo até então. E para conseguir comer mais sem vomitar (que já era o inevitável) comecei a misturar com os medronhos que ia encontrando pelo caminho. Já se via muito homem da marreta pelo caminho.


Pensei que ainda tínhamos de subir mais, mas quando a descida começou a parecer que ia continuar, voltei a carregar o estômago bem atoladinho para ter energia nos últimos 15km. E foi descer, descer, descer só olhar para a paisagem e ver ao longe o topo da Serra da Estrela. Mais uma vez a paisagem sobrepunha o trilho… ainda pensei encontrar o Faria na junção da fuga mas os medronhos, o empeno e o ânimo não deixaram, os estradões não me dão vitamina.


Fiquei com a ideia que os últimos 5 km eram a descer/plano e descorei a reserva de água para o final. No percurso ao lado do Rio Alva a água do Camelbak estava pelas pontas mas o bidão ainda tinha água suficiente, culpo o meu cérebro por não me ter aconselhado a encher mais água, com o calor que estava.
Depois de ter passado pela aldeia de S. Sebastião da Feira e começar a subir aquela ranhosa de paralelo à esquerda… DASSSSSSSSS entrei em erupção e a água quase que desapareceu toda. Ai! Ai! Agora é que vão ser elas sem água e ainda faltam tantos km e só vejo monte…
Reduzir os gastos ao mínimo e esperar por uma porta ou janela. Passam três colegas folgados na pedalada por mim e mais à frente param para esperar por outro, que como eu que só lá vai com os vapores. Perguntei amavelmente se por acaso não levavam água a mais, ao que os três gajos porreiros disseram, “ a mais não, mas dou-te metade do que levo” disseram os três. Mas assim vou ficar eu beneficiado, não há problema já está a acabar e tu estás todo fu”#$ pensaram eles. Ainda bem que eles me apanharam… Enquanto agradecia o Miguel/Joel/e amigo passavam por mim quase sem me ver, acho que tb estavam a ficar KO ou então pararam para beber uns copos Ah! Ah! Ah!
Fomos os quatro continuando a pedalar em direção ao sol, é que não parava de subir até à N17. Depois foram uns km a vapor e tirar o ácido lácteo dos músculos.
O Faria ainda encontrou o Vasco na junção na fuga 2.
Na “meta da partida” fomos degustando as iguarias de Oliveira do Hospital, o que saltou ao palato foi uma sopa de castanha fantástica com o sabor e textura de fazer uma viagem só para comer a sopa.

Em rescaldo do passeio: como trilhos, descida para aldeia de Avô, o ST de Piodão Chão d´Égua e subida ao Colcurinho. As aldeias e paisagem serrana. As outras descidas e subidas sem interesse, estradão/alcatrão.

Ps: agradecimento aos três Bttistas que levavam água a mais…