domingo, 12 de novembro de 2017

12-11-2017 Sem Medo BTT (Raid S. Martinho 6ª edição)

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Céu limpo e um frio que te aquece as pernas, como se estivessem envolvidas em gelo. Foi assim que começamos o dia, 8.00h da matina. Carlos Pereira, Rocha e PedroS saiam de Famalicão em direção a Cavalões para participar neste passeio, o Nelson aparecia para lá, eram os Kedas que iam participar, o Arnaldo irmão deste tb se juntou ao grupo.
Chegamos, e fomos recebidos pelo Vasco, que nos inteirou do percurso adivinhando que íamos gostar.
Colocados na caixa de partida, ou frigorífico, estávamos à sombra e não havia maneira de aquecer. Estávamos ansiosos de pedalar e pôr o motor a libertar calor.


9.30h deu-se o arranque, com o frio que estava arranquei congelado, fui largando o gelo nos primeiros km sem esforçar muito e ver o Rocha a desaparecer.


Eu e o Carlos Pereira mantivemo-nos juntos o percurso todo, quando entramos nos trilhos deixamos de os ver os irmãos, o Rocha nos 8km iniciais ainda dava para o ver à frente mas depois desapareceu durante 19km.
Um percurso inicial bem delineado, onde deixou os bttistas se alongarem como pretendiam com ritmo colocado de cada um.


Monte da Saia é para os KEDASbike uma espécie de Triangulo das Bermudas, há sempre trilhos novos e difíceis de voltar a encontrar (não estou a falar de estradões), mais uma vez os Sem Medo BTT apresentaram um ST fantástico que o fizemos a subir, mas que tb deve dar bom gozo a descer, subidas curtas a ganhar altitude.


A organização a meio da subida fornecia água, ainda espreitei se o Rocha estava por lá, nada, continuamos a subir… e mais um ST “novo”… temos de fazer este percurso ao contrário para ver o que dá.


Ao chegar quase ao topo do Monte da Saia, a descida de enduro/DH, o ex-libris do percurso, que demorou muito a fazer deu para apreciar a paisagemmmmm. Um ST onde dá para entusiasmar se fores no teu ritmo de descida. No fim dá vontade de votar a subir para arrepiar trilho abaixo.
Uns km a rolar entre campos, uma visita a uma quinta, mais uns ST e a 5km do fim um jersey do grupo à frente, pertencia ao Rocha, tinha vindo a reduzir a média para o podermos apanhar. Rolamos até às castanhas e respetivo água pé.

Bom percurso tb para fazer ao contrário mas com a subida de enduro anulada :)

sábado, 4 de novembro de 2017

4-11-2017 NGPS Oliveira de Azeméis

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Neste NGPS era eu que estava com o relógio apertado, tinha que estar cedo em casa. Eu e o Mário saímos bem cedo e o Miguel ia recuperar tempo na auto-estrada e na montagem da bike.
Chegamos pelas 7.00h, de portas e mala do carro abertas para desencarcerar as bikes e restantes apetrechos para o passeio, quando o Miguel nos dava os bons dias, chegou logo a seguir.
É só levantar o dorsal e arrancar, mas um problema técnico/!!!? da organização atrasou a entrega dos dorsais.
O Vasco quando chega, já estávamos a fechar os carros para arrancar. Como aqueces rápido, vê se nos apanhas, nós vamos indo devagar.
Começamos no primeiro ponto de interesse, uma visita ao parque de La Salette, dois gansos inspecionavam ferozmente o pneu da frente do Miguel para ver se este estava bem cheio para seguir viagem.


Aos 7km já estávamos a ser brindados por um ST ladeado por um ribeiro, a vegetação era densa com uma camada de outono no chão, juntando as últimas (poucas) chuvas acompanhados de raizeiros faziam a pilotagem mais difícil, mas é aí o sal da coisa.
Depois deste entusiasmo, uma subidinha de 10km, não era sempre a subir era “gradual” subias, descias, subiassss, descias, subiassssssss, descias e a parte final subiasssssssssssss. Lá está “gradual”. Comecei com roupa a mais e esta 1ª fase estava a ficar todo roto…


No alto da Srª da Graça (esta é a filha de Mondim de Basto) contemplávamos a paisagem e tentávamos ver as outras cidades mundiais hi! hi! hi! ao mesmo tempo descarregávamos a despensa e enchíamos a blusa. O Vasco ainda não tinha aquecido…
Como este percurso era um rompe pernas, esperava que as descidas começassem a fazer galgar km de entusiasmo. Preparar para descer e… paralelo... e alcatrão… poucos metros à frente olhar para trás e ver o desperdício que foi descer por paralelo/alcatrão e ver um trilho na direção que estávamos a seguir… são opções, aguenta.
Mais um romper de pernas e descer novamente, agora com trilhos em direção: Há Vadia, essa grande desestabilizadora dos homens. O gps começou a buzinar freneticamente a anunciar a paragem, o Miguel ia tão entusiasmado a descer que não reparou nem ouvia o clamor, a súplica de paragem obrigatória, só quando o cheiro a pneu queimado lhe chegou ao nariz é que deu meia volta e se apercebeu do erro de cálculo que estava a cometer.
Fomos dos primeiros a chegar à cervejeira artesanal da Vadia, eu e o Mário com algum receio de beber muito e depois ainda ter de pedalar mais 50km. O Miguel esse queria experimentar todas e assim ficar ao nosso nível físico. Beber álcool num passeio mais exigente, a mim as pernas ficam logo mais pesadas, mas se for no fim, fico como novo ah! ah! ah! Já saía das experiências cervejeiras com calor e aproveitei para tirar uma camisola, já eram 10.00h e já estava acordado desde as 5.15h por isso é normal beber uma geladinha. Se o Vasco não entrou é sinal que passou sem ver este monumento.


Mais uma transição excelente, ao lado do Rio Caima. 27km e a 2ª subida do dia mais longa, a descida foi em estradão rápido e acabou.


Mais 40km feitos e subir para descer (boa, por isso é que participaste) e foi a fase do percurso mais rápida onde já apareciam muitos bttistas dos trajetos mais curtos, já ansiávamos pelo “reforço” no Parque Molinológico de UL ao km 53.


Os 3km que antecederam o “reforço” foram tb generosos em termos de trilho e paisagem. Percorrer a margem do rio de bike e apreciar os diversos moinhos de água sabe sempre a cerveja Vadia. É VERDADE! E assim chegamos ao reforço, com sede. O Vasco já lá estava, sem sede e sem fome, mas acompanhou-nos na rodada. Eu bem dizia, falhou o berço da Vadia o gps não usou a campainha, mas vingou-se no “reforço”


Ainda faltavam 22km e cerca de 500m+ de acumulado, já não havia a cenoura Vadia à frente a puxar, estava agora nas pernas. A placa a dizer tens a certeza que queres continuar, não te vais arrepender… apareceu na cabeça, foi um bom serrote para as pernas.

sábado, 28 de outubro de 2017

28 de Outubro 2017 Manobras XVII



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Um belo dia para manobrar mais um passeio desorganizado pelo Clube BTT Famalicão, é assim que eles gostam de apresentar este passeio com 17 anos.
Os kedas Nagy, Carlos Pereira, Rocha, PedroS e o Mário eram os que iam “organizar” o passeio. Pequeno-almoço no Xilas, às 8.00h e prolongamento até às 8.30h, arrancamos já com os nossos donativos entregues à Refood.


O passeio ia andar pelo nosso quintal de domingo com mais alguns km para a encosta do Monte da Franqueira em Pereira. Começamos pelo de Monte Sta Catarina, onde às vezes passamos a domingueira toda só nesse monte, num sobe e desce constante, mas eles conseguiram acrescentar mais um trilho às nossas rodas.
Perto dos 20km um problema na corrente e K7 na bike do Rocha e os primeiros avistamentos de outros “manobreiros”, vão passando por nós.
A organização já tinha avisado que ia haver um reforço, e no km 20 assinalado lá estavam eles, mais uma montra de pastelaria à escolha, junto com alguma fruta e água. Vão chegando mais alguns grupos de “manobreiros” incluindo o Luís Martins “o amigo” que tb fez alguns km connosco em Oliveira do Hospital. Juntou-se ao grupo, conhecia bem o Carlos Pereira e assim engrossamos as fileiras.
Balazar, Arcos e Rates ficavam para trás para treinar um pouco na ciclovia em direção ao monte da Franqueira.
O gps informava “perigo degraus” escadas? pensei eu… aqui no meio do monte? É possível mas os degraus eram drops, uns belos drops com muita opção de escolha por onde colocar as rodas, no fim ouvia a satisfação do Carlos Pereira, assim sim.
Chegávamos ao monte da Franqueira, foi pouca a nossa presença lá. O Nagy e Rocha abandonavam o percurso e a estrada era mais agradável para as suas pernas, com o relógio mais curto, já a pensar na mudança da hora.



Mais uns trilhos para fazer novas tatuagens nos braços, tal a quantidade de silvas, andam bravas este ano.


Com vista para o monte da saia, fazíamos uns km em sentido contrário do manobras do ano anterior, estava com a expectativa qual a opção da organização de escalada ao topo do monte. Mais uma novidade, não conhecia a parte inicial nem o rabo da cabra que tivemos de trepar, técnica e dura. Algum tempo para oxigenar o cérebro, continuar a subir gradualmente até ao ST do alto do Monte da Saia, pensava eu, mas a organização optou por outro trilho, e lá fomos, Snif! Snif!  O ST para nós Kedas era o mais interessante mas seguimos a escolha da organização.


Depois da descida era praticamente rolar até à ciclovia e desaguar no pavilhão municipal, o Luís Martins na ciclovia seguiu para casa.
Ao chegar ao pavilhão encontramos o Vasco que tb participou no manobras, passou-nos enquanto fomos marcar presença na Tasquinha do Zé para começar a preparar o pica no chão.
Convidamo-lo para ir tb arrancar os ossos da carne do frango, ao que ele anuiu entusiasmado já a mastigar em seco :)
Chegamos à Tasquinha do Zé às 15.00h já lavadinhos e com grande apetite, os Kedistas do manobras menos o Nagy, juntando o Joel e o Locas, mais o Vasco.

Este sim é btt puro e duro, pica no chão excelente e as sobremesas acompanhadas com espumante, mais uma maratona das 15.00h às 20.30h…