domingo, 6 de janeiro de 2019

6 de Janeiro 2019 Passeio de Reis KEDASbike

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Este ano o passeio dos Reis calhou no dia, um grande dia de sol e um frio que congelava os trilhos enlameados.


8.30h na pastelaria Xilas, com estes a ofereceram o Bolo Rei. Não havendo o Bolo Rei tradicional, o de chila tb estava bem. Carlos Pereira e PedroS foram os patrocinadores do Vinho do Porto. Os carregadores do Bolo Rei Pedro Faria e Rocha, Joel e Hugo só comiam e bebiam.
Estes 6 kedas com grande sacrifício, depois de tantas festas, lá arrancaram para mais uma, sem saber muito bem qual o trilho que estávamos a optar. O Rocha só falava num marco geodésico na Sta Catarina, mas com voltas e mais voltas já estávamos encostadas à margem do Rio Este, em Cavalões no meio de campos. Trilho novo, a estrear. No rio alguns de nós, ainda viram uma lontra a apanhar sol em cima de um penedo. O que estava difícil era sair do campo, tivemos de trepar um muro para chegar à estrada.


Apontávamos para Sta Catarina para o marco geodésico, mas para lá chegar tínhamos de merecer o lanche. Optamos ir em direção à lixeira pela parte mais inclinada. O Faria já desesperava pelo lanche, mas o marco geodésico ainda estava longe. Optamos por acampar em cima de uma pedra.


Degustamos o Bolo Rei e esvaziamos o Vinho do Porto, depois colocamos o ritmo de festa até casa.

sábado, 1 de dezembro de 2018

1 de Dezembro 2018 Passeio Natal KEDASbike Sombras Gerês

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Às 7 da manhã na N14 em Famalicão, era o nosso ponto de encontro para arrancar. O carro do Carlos Pereira com o Joel e Hugo chegavam depois da hora à casa do Nagy, já com o Rocha e PedroS à espera. Mais à frente o Rui já devia estar a olhar para o relógio, estava em sistema apartheid.  Queria ir sozinho ou queria vir mais cedo do passeio. O Joel era o organizador… e chegava fora de horas.
Seguimos em caravana, com o atraso optamos por ir pela A3 até Arcos de Valdevez. Rocha e PedroS estavam com dificuldades em escolher a trajetória até o Carlos Pereira decidir tomar as rédeas da caravana. Conhecia bem a Carolina Herrera como a palma da sua mão esquerda, ou direita. Ficamos na dúvida depois de andar às voltas na rotunda e fazer umas inversões de marcha. O Rui continuava no bom caminho em direção a Lobios, Espanha.
Este percurso já o tínhamos feito em 2012, fazia neste dia exatamente 6 anos, e com o desempenho dos Kedas poderia haver algumas alterações.
O Novato de Lisboa, o Hugo, ia experimentar um trilho mais exigente, física e técnica. Estava em grande “forma” tinha feito treinos específicos no sofá.


 Arrancamos com um pequeno aquecimento ao longo do Rio Caldo, uma breve visita à cascata. Depois foi trepar e trepar, o Hugo ia fazendo uma caminhada a subir ou DH, dizia que havia muito oxigénio e não estava muito habituado a tanto exagero por cm3.
Depois de subir tivemos direito a descer, um ST que foi desaguar no famoso ST das Sombras, uma pequena parte que nos deixou gulosos…


Mais uma paragem para nos deliciarmos com a natureza, tinha produzido uma bela foto com a ajuda dos humanos. Sobre o Rio Vilameá uma ponte em pedra, ao lado um moinho de água semi-recuperado, estávamos a entrar no Natal e já tínhamos um presépio. Os Kedas faziam de figurantes 😊 Mais uns km a romper as pernas e um estradão para recuperar, entravamos na zona que sofreu mais alterações em seis anos, o alargamento de um trilho com o tapamento da geira tirou-lhe o encanto todo, ficando só a vista para a barragem do Lindoso.
Esta tb era a zona mais mastigada, os km demoravam a passar e eram duros a subir, todos fizemos uma pequena peregrinação a pé.
Mais um contratempo para quem não conseguiu atravessar o Rio de Lobios sem molhar os pés, não voltou a ficar com eles quentes.
18km feitos e praticamente o acumulado todo nas pernas, ficavam uns 250+ em 10km para dizer que não era sempre a descer.
Não deu para inventar, e optamos por descer o ST das Sombras, este trilho não o fazíamos há dois anos. E havia surpresas…


A entrada no trilho não deixava enganar o maçarico do Hugo, mas o Nagy confortava-o a dizer que aquela parte, era a parte boa. O Nagy não se enganou, e foi como entrar numa centrifugadora e ser bem abanado.Com algumas zonas em que não arrisquei descer em cima da bike, outras foram tentadas, umas conseguidas outras nem por isso. Cada um colocava o ritmo que mais lhe convinha, como o trilho era uns 75% em cima de pedras, ora escavadas pela erosão, umas soltas outras juntas a fazer um trilho em calçada portuguesa, muito disforme, onde os músculos iam mudando de sítio com a trepidação.
A paisagem ia vendo quando saia de cima da bike, não dava para desviar os olhos da quantidade de pedras, e escolher onde ia colocar a roda da frente exigia muita concentração.
Por duas vezes tive de sair da bike como deu jeito, usando tracção às quatro para não cair, ou saltado por cima do guiador e tentar não fazer uma entorse. Aí tb dava para ver a paisagem e ver quem estava para trás. À frente ia o Rui e numa ultrapassagem a este, numa boa zona tb com pedras, ao calcar um calhau fez a bike fugir para a direita, batendo com a roda da frente num pedregulho, levanto voo imediatamente, o instinto foi abrir braços e pernas e cair confortavelmente numa vegetação que nascia a um metro abaixo do trilho. Fiquei como numa poltrona virado para o Rio Vilameá, e para aquele bonito vale. Enquanto fazia as contas de multiplicar para dividir pela dor que estava a sentir, desconfiava que só tinha dor na coxa esquerda, tinha explodido nessa zona as calças e via-se uns arranhões com sangue à vista, devia ter batido com a coxa no guiador quando estava a ser cuspido de cima da bike, o que provocou a minha aterragem. Claro que com a adrenalina o riso saia bem alto, o Rui ficou indeciso se tirava uma foto ou impedia a minha keda no desconhecido, ele não sabia quanto tempo é que a vegetação aguentava, embora eu sentia-me seguro. Lá fui rebocado por ele até ao trilho. Entretanto chegava o Carlos Pereira mais o Rocha, tb eles vinham de algumas tentativas de keda.
Continuávamos da senda das pedras, mais à frente mais uma pancada no joelho, desta vez o guiador com o manípulo das mudanças, tirou-me o ar todo, tenho a ideia que estive quase a desmaiar de tão intensa dor, fiquei parado até ver o Nagy chegar, o Rocha e o Carlos Pereira já me tinham enxugado as lágrimas eu ficava para recuperar o fôlego.
Com a companhia do Nagy chegamos à ponte de madeira, o Carlos avisava que esta estava a cair, era melhor desmontar e ir amarrado ao corrimão lateral para não cair à água.
A Chegado do Hugo e Joel demonstrou a dureza o trilho, o Joel queria dar com a bike em quem teve a ideia de ir por aquele trilho. Só tinha uma bike e 4 gajos a encolherem-se.


A volta do astral deu-se quando fizemos a descida do calvário da Ermida da Nossa Sra do Gerês, ficavam as pedras para trás.  Mas o Rui ainda consegue descer um drop em égua durante uns metros sem cair.


Fizemos um 1km, parte do trilho final até Vilameá coincidente com uma parte do primeiro 1/3 do percurso, mas soube bem. Encaminhámo-nos até Torneiros na lagoa de água quente, fomos molhar a pomba e no fim tascar. O Rui tinha o seu apartheid e foi embora sem banho e sem lanche. Não podíamos demorar nem comer muito, tínhamos o nosso jantar de Natal com outros Kedas e amigos.

1 de Dezembro 2018 Jantar de Natal KEDASbike


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 Mais um ano, mais uma tradição que o grupo tem mantido. Depois de um passeio de bike, só para alguns, o jantar de confraternização do grupo com alguns convites a amigos.
Dos que de manhã se levantaram cedo para andar de bike (Nagy, Carlos Pereira, Rocha, PedroS, Rui, Joel e Hugo) saiu o Rui e entraram o Locas, Tó, Tony, Faria, Mendes e o Marco.
Pelas entradas já se via que havia motas mais aceleradas que outras, e que o aquecimento ainda estava na primeira volta.
Na tasquinha do Zé, desta vez não deu para ir para o salão Mercedes, ficamos no privado, mais aconchegante.


O Zé fez uma surpresa nas entradas, fez um género de mexilhão em caldeirada que estava excelente, de molhar o pão no molho, presunto, pizza, bôla e não me lembro de mais, foram as entradas.
Agora quando sai o cozido a confusão instala-se, o Joel quer a todo custo comer uma unha de porco mas há gente muito rápida que tb gosta de unha de porco e… Joel vê a unha ganhar vida e bazar do prato dele para o PedroS. Abriram-se as hostilidades, e até o último sair, não mais parou.
O Cozido manteve-nos ocupados algum tempo, mas a boa disposição de alguns contagiava o grupo todo.
As sobremesas vieram para a mesa, as típicas do natal, rabanadas, Bolo Rei acompanhadas de espumante, mais Gin, Whisky, mais presunto que o Mendes se entreteve a cortar.
No fim ainda tivemos direito a strip-tease na privada, que ninguém queria assistir. dassseeeeeeeee

sábado, 3 de novembro de 2018

3 de Outubro 2018 NGPS de Gondomar



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Tinha alguma expectativa em relação a esta edição em Gondomar, em 2015 tinha gostado acima da média. Convenci uns KEDAS a participar.
Pedro Faria, PedroS e Rui saiam de Famalicão e o Mário de Braga. A hora prevista para o nosso arranque era pelas 7.30h o que praticamente foi conseguido. Havia muita gente inscrita e o ideal era sair cedo.


Começamos por fazer um bom aquecimento de 3,5km estrada acima num ritmo muito baixo, o Rui já ia com a corda toda na liderança.
Entramos no monte entre ST e estradões até à aldeia de Couce, até aqui tudo bem em termos de trilhos. Depois foi subir em estradão com um início mais complicado para entrar em estradão até é ao topo do 2º monte, e descer em eSTRADÃO, em slalom, sem muito interesse. Um colega da zona de Gondomar que nos acompanhava ia informando que ali e acolá havia trilhos mais interessantes sem ser largar os travões e ganhar velocidade. São opções…
Começávamos outra vez a subir, e uma bem ranhosa em “cimento” com vista para a A41. O Faria está em forma e subiu sempre ao lado da “burra”. Mais um pouco de alcatrão e estradão e estávamos no 3º topo. No GPS aparecia mais uma vez “adrenalina ZONE”, não sei pq mas escapou-se-me a “ZONE” nem a vi, nem sei onde eles a encontraram. O Rui e o nativo de Gondomar cortavam para os 50km, o Faria e Mário ponderavam, e ponderaram bem, continuamos para os 70km.


Uma meia subida para podermos contemplar o Rio Douro, um bom sitio para o Mário furar, atestamos só o pneu. Mais uma “adrenalina ZONE” e desta vez com alguma razão uma descida rápida com algumas curvas que deu para chamar a Adrenalina.
Descíamos até à margem do Rio Douro, andamos uns 5km encostados à água, a ver os navios cima e abaixo. Uns ST para entusiasmar e trilhos de btt já com algumas zonas técnicas para acabar com o bocejo.


Deixávamos o Douro para trás, pela frente teríamos a última subida de registo, claro que o Faria andou a fazer DH subida acima, realmente está em “forma”.
Do Rio Douro até apanharmos a junção do percurso dos 50km, fomos calcando inicialmente paralelo e estradão em terra a subir. Faria e Mário já sentiam bem as pernas, ou a falta delas, pensavam no corte que podiam ter feito quando o Rui encurtou para o percurso mais curto.
Entrando na junção dos percursos até ao final (faltavam cerca de 20km), os trilhos começam a animar, e aí apareceu mais btt do nosso agrado.
Na visita à cascata dos 8 moinhos, um entusiasta ia dando força aos bttistas para fazer uma descida em cima da bike, uns iam conseguindo em cima da bike, outros iam conseguindo ao lado da bike e outros iam conseguindo arrasto ao lado da bike, aconteceu ao Mário e muitos bttistas que estavam na zona com muita terra preta amarrada aos equipamentos.
Na visita à estação elevatória o Mário consegue furar o pneu de trás, e as mudanças nunca mais foram as mesmas. As subidas ou fazia em esforço ou a empurrar a bike, estava numa espécie de SS mas com cassete completa, a transmissão é que não gostava de ser mudada.
A bike do PedroS tb começava a fazer-se de difícil nas mudanças mais leves, e com diversas paragens para tentar resolver esses problemas, o Faria ia dizendo que agora se sentia bem.



Uma parte final com alguns ST, trilhos, drops e algumas zonas mais técnicas que fizeram lembrar o de 2015, juntando a parte inicial e a do Rio Douro que tb foi bem agradável. Agora, descer continuamente em estradões em três picos…
No fim fomos petiscar à tasca do Mineiro em Valongo