sábado, 7 de abril de 2018

7 de Abril 2018 NGPS Vinhais


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 O Rocha ia tentar uma abordagem diferente neste NGPS, arrancava no dia anterior com a família para ver se teria mais energia pela manhã, como ficava mais horas na cama, as diferenças com os outros NGPS iriam a teimas.
Nagy e PedroS acordaram muito antes das galinhas para tentar chegar cedo a Vinhais, (7.30H/7.45h) e depois do passeio, chegar a tempo aos banhos abertos .
A estrada que nos levou a Vinhais depois de sair da autoestrada já deixava uma indicação do sobe e desce que o percurso seria.
Chegamos à secretaria ao mesmo tempo do Rocha, o Sidónio dos Floresta BTT tb, desta vez o Sidónio ia para o empeno, muitos km em cima da bike.


O Ângelo quando estávamos a arrancar, chegava de carro.
Os nossos primeiros km são muito estranhos, tenho a noção que estamos sempre a parar, seja por que motivo for, o meu corpo assim demora a aquecer e arrefece rápido, o tempo tb não ajudava nem o piso duro, duro, e duro. Era muito mastigado e sempre a ver se estava a puxar alguém, ou alguém estava atrelado a mim. Estar sempre a confirmar em que mudança estava, não tinha mais mudanças para reduzir.
Não tinha estudado muito o gráfico, sabia que ia ser sempre um sobe e desce constante, o famoso rompe pernas que lá para os 50km tinha a subida mais longa do dia.
O percurso estava invernoso, as árvores despidas de folhas mas vestidas de musgo deixavam penetrar a visão no interior do bosque, algumas pastagens carregadas de verde deixando pontos de maior alcance. Pensava eu no Miguel que não estava presente para poder admirar o dia.
Com 16km estava na hora da divisão dos percursos, e atestar água, já!!!?... dasseeeee.
Diversos grupos paravam para decidir para que percurso ir, ali viu-se que o homem da marreta ia ser para pouca gente. Ângelo seguiu a marreta. Nós avisávamos bem alto que íamos à esquerda para o grande, incentivando os restantes a seguir… mas a opção foi chegar mais cedo.


Nós e o Ângelo íamos alternando a liderança dos Famalicenses. Nas descidas, em algumas zonas, a bike parecia que travava sozinha com a roda da frente, tal a quantidade de lama que provocava a travagem quando a transpúnhamos, deixando alguns calafrios a quem ia na dianteira.
Na primeira descida que provocou algum entusiasmo, a velocidade foi o record do nosso dia, a continuação da descida ficava um misto de apreciar a estrondosa paisagem de montanha e o largar os travões. À nossa frente, a roda já via o Ângelo e o flaviense, enquanto os dois conversavam sobre o “tempo” num rego de água, o Ângelo ao passar sem atenção/concentração sai pela frente do guiador dando uma pequena keda, ia demasiado devagar e a falar do “tempo”, não se aleijou mas o suporte do GPS ficou partido e apontar para a roda da frente. Menos de 3 segundos ainda o apanhava na lente da câmara…
Juntava-se o Sidónio e um amigo deste, em conversa o Sidónio disse que tinha visto o Miguel a chegar, e eu triste a pensar que ele tinha ficado em casa e não estava a gozar a paisagem nem os trilhos, agora era só esperar que ele passasse por nós, para pormos a conversa em dia.


Ao chegar à aldeia de Santalha, o diabo, que neste caso não vestia Prada mas sim disfarçava-se de presunto, folar e vinho, branco e tinto. Eu nem queria olhar e sair o mais rápido dali. A organização disponibilizava uma prova de degustação, eu nem vi os sumos nem a água. Os Floresta e os outros Kedas foram logo atraídos como se de um íman gigante se tratasse, eu forte como uma barra de ferro mantinha-me longe, mas como um homem é de ferro o íman teve mais força.O presunto estava bom, o folar ida em aspas aspas, um meio copo de branco para a perna esquerda e um meio copo para a perna direita. Prontos estou f”#$% o Rocha já tinha desculpa para ver a placa de vinhais. Enquanto comíamos e bebíamos, chegava o Miguel com o Zé, nós já estávamos a e estorvar e deixamo-los agarrados ao osso do presunto, (com carne, claro).


Como os dois carregam mais rápido que nós nos cranques fomos adiantando os km.
O Rocha depois do lanche oferecido começa à procura da indicação de Vinhais, o satélite volta a falhar e já pensa em alcatrão até ao ponto de partida.
Pelo tempo que o Miguel e o Zé estavam a demorar deixavam a indicação que só quando limpassem a mesa toda é que voltavam a sentar-se em cima da bike.
Eu que ao 20km já me queixava das pernas, duas semanas sem pegar na bike dá muita dor depois, física e psíquica.
Ia analisando o Ângelo à frente a pedalar todo empenado, pensava eu que devia estar a fazer a mesma figura em cima da bike dasssse tou todo f”#$%
 O Rocha pelo km 30 encontrava o tão ansiado alcatrão e o Miguel e Zé passavam por nós.
Continuávamos a subir e descer, a romper as perninhas, quando nos deparamos com a travessia de um ribeiro com uma corrente já considerável. Estudar as opções: não molhar os pés (ainda faltam muitos km), tirar as botas e meias (estou muito cansado), analisar por onde passaram os que vão à frente. Pelo aspeto de uns troncos finos colocados em cima da vegetação com marcas de alguém andar em cima foi a opção por mim tomada, e nada fácil. Primeiro o equilíbrio com a bike (já todo mamado), com medo que os troncos cedessem e… bike presa nos ramos dentro da água e a pressão desta, quase que deixava a bike e saltava para a margem, mas depois a bike ia-me fazer falta para o resto do percurso. Ufa. O Nagy optou por tirar as botas e atravessar.
Enquanto o Nagy se calçava eu ia devagarinho, que remédio, não dá para mais. E uns 50m à frente ao tentar subir ao lado do ribeiro numa zona enlameada com algumas pedras escorregadias o impossível (para mim) acontece. A roda traseira resvala eu não consigo tirar as cleats dos pedais e caio para o lado do ribeiro, grande aflição. O ribeiro ficava a uns 2,5/3m mais abaixo e as pedras que eu ia vendo enquanto caia só pensava eu não desmaiar com a keda, não vá eu passar inanimado na corrente enquanto o Nagy se calçava. Fiquei suspenso com metade do corpo pronto a cair e o outro em cima, a bike fez de contra peso e o guiador de travão encaixado numas pedras o que ajudou a não dar o salto para o abismo.
Olhava para trás a ver se alguém aparecia para ajudar a sair daquela situação, e nada, chamava e ninguém ouvia, a solução era eu desenrascar-me, ou tentar, é que as pernas estavam a berrar por ajuda. Tentei fazer de alavanca numa pedra mas esta precipitou-se para o ribeiro, ficava eu com menos suporte para me agarrar. A pedra deixou um raizeiro à vista e tentei mais uma vez, mas não conseguia tirar a bike de cima de mim nem desprender os pedais das botas, e não aparecia ninguém... Mais um esforço a empurrar a bike amarrado ao raizeiro e consigo soltar os pés empurrando a bike, quando estou a pôr-me a pé chega o Ângelo, o Nagy e mais dois colegas que estavam a fazer o circuito ao contrário enganados, mas podiam chegar os quatro um pouco mais cedo. Apanhei um cagaço dos grandes, os músculos da perna direita ficaram todos moídos com a tentativa de não cair para o lado direito e a força que fizeram para se libertar da situação.
Com a força que fiz o desviador e dropout empenaram e foi à força bruta para o endireitar.
Juntei um gel red power já com a validade passada para ver se o feitio ou defeito melhorava.


Ficavam 40km para trás e metade do meu ego ficou pendurado a olhar para o ribeiro, a energia não posso dizer que ficou porque acho que nem veio.Entramos em modo espanholes calcando a fronteira entre Portugal e Espanha em direção a Moimenta, lá paramos no café para abastecer e finalmente via-se bttistas no percurso, ou melhor no café, parei o menor tempo possível e fui devagar enquanto o Nagy ficava nas contas.
Voltava a ver a minha figura à frente cambaleando em cima da bike, lá ia o Ângelo na preparação para a grande subida dos 50km que quase atingia os 60km sempre a subir e eu fresquinho como uma alface murcha, não era verde mas sim vermelha prestes a rebentar. Chegava o Nagy, no começo da subida o último gel red power já com a validade passada, vamos lá ver se não perco a roda do Nagy porque o Ângelo estava como eu.
Depois do gel psicologicamente ia melhor mas o corpo parecia que estava pior, mas com a inclinação constante e gradual, sem paredes pelo meio fui mantendo a distância pró Nagy, e o apreciar a paisagem enquanto subia atenuava as dores.
Na subida íamos vendo dois pares de bttistas ao longe pintando o trilho de cor humana, fazendo uma aproximação com as curvas tinha a noção que o Miguel e o Zé estavam logo a seguir e os Floresta btt mais à frente.
Enquanto o Miguel tirava uns postais fomos nos juntando e no topo do percurso juntamo-nos aos Floresta btt.
Parava para comer uma bucha e o Miguel convidava para ir mesmo ao topo da Serra da Coroa, eu já estava satisfeito de subir mas o Nagy fez questão de por mais acumulado e km no percurso, uma vingança por eu o ter convencido a subir até ao topo da Sra. da Graça no NGPS de Mondim. Ainda convidei os Floresta para não estar só eu empenado, mas o Sidónio não quis o cão e apontou a bike prá descida para tentar alcançar os restantes Florestas btt que optaram pelo percurso pequeno.
Ora bem, chegávamos ao topo da Serra da Coroa, ao marco geodésico a 1274m, ao posto de vigia e agora quem é que me vai vigiar os restantes km, ainda faltavam 18, ok era uma grande parte a descer mas ainda faltava algum acumulado para fazer jus ao anunciado pela organização.
Fiz um bom lanche virado para as “serras espanholas que compõem a ponta Sul da Cordilheira Cantábrica” vi na Wikipédia  ainda vestidas de branco e trazendo um frio gélido na nossa direção, os outros três tb lancharam mas eu ou comi mais ou demorei mais tempo a comer tal o cansaço em cima do corpo.
Pronto vamos lá à descida, praticamente ia ao sabor da gravidade admirando a paisagem, até aterrar ou passar no Parque Biológico de Vinhais com uma casas muito interessantes.


O Miguel e o Zé ficavam nos postais eu disse que ia indo devagar, pois… ias fazer o quê? A pé, com a bike à mão…Eu e o Nagy lá fomos ao ritmo de nos manter em cima da bike sem cair pró lado, e quando era para descer eu ficava à espera dos outros dois e aproveitava para oxigenar o cérebro para não ter dissabores nas descidas, depois era chamar a gravidade para ajudar na descida, até eles voltarem a juntarem-se para chegarmos os quatro ao fim juntos.
Chegamos às 17.00h ao fim e nós saímos pelas 8.10H, grande viagem, muito bonita com paisagens de verdadeiros postais, trilhos muito duros provocados pela quantidade de chuva nos últimos meses, sem dificuldade técnica. Somando tudo foi bastante positivo.

segunda-feira, 19 de março de 2018

10 de Março 2018 NGPS Albergaria-a-Velha


Em 2015 tb estive presente na edição de Albergaria, com um traçado diferente deste último. Esperava algo diferente e que os estradões fossem em menor nº de km.
Nagy e PedroS foram os Kedas que participaram na edição 2018, e os primeiros a calcar os trilhos do dia. Entre o tira e veste impermeável consoante a precipitação. O tempo com aviso laranja e a quantidade de dias chuvosos que antecederam o passeio deixaram os trilhos bem pesados.


 À primeira placa de perigo pelo km 3\4 o Nagy vai ao tapete numa zona bem escorregadia onde o verde amarrado à rocha polida era o predominante. A roda da frente escorrega e ele não consegue segurar a bike. O lado esquerdo do corpo foi bem amassado e raspado dando cabo do cromado da cara, ombro e coxa, do lado direito empenou o polegar, mas continuou até ao fim.
Até chegar à junção dos dois percursos foram cerca de 30km, onde o pedalar em diferentes tipos de trilhos não deixava o entusiasmo abrandar. Pedalar ao lado do Rio Vouga a ver a massa de água que carregava, um belo espetáculo.
Só cerca de 10 bttistas tinham passado por nós até à junção do percurso, o que não é nada habitual, nós não fugimos da nossa média de 10kh :). As indicações eram que poucos se aventuraram no percurso grande.
Os trilhos com a passagem do percurso mais curto deixavam-no com muito mais peso no cranques, e os rebites do meu joelho começavam a ceder, deixando uma folga bem larga.


Uma descida repetida de 2015, em estradão, com inclinação bem acentuada com avisos à navegação no trilho para não soltar muito a burra, não vá ela fugir….

                                 

Chegávamos às Minas do Braçal, um dos postais do percurso, e uma das cenouras que me levou outra vez a Albergaria, para ver a quantidade de água que devia estar a passar nas cascatas e a sua projeção, neste ponto tb não saiu defraudado.


Logo de seguida a outra cenoura, cascata da Cabreira estava imponente, sem dúvida o melhor postal do dia, tudo o que a rodeia é digno de uma avaliação ocular pormenorizada, lá tb o culto a Iemanjá estava presente, ou alguém se esqueceu de uma bela cesta carregada de fruta, ou estava eu a delirar já embebido de tanta água por todos os lados, e não, não era uma península mas sim uma ilha.
Depois era o estradão a subir, a rolar, a descer repetindo o sono constante que o trilho nos ia amassando o cérebro, mais umas subidas em alcatrão para ajudar à festa. Um colega o Manuel Silva juntava-se ao grupo e a sensação era a mesma.


Umas vistas do trilho ao Rio Caima iam atenuando o bocejo.
Mais à frente a maluqueira do dia, uma rampa, uma escalada, o C#”$%... nem sei bem o que era, só sei que subia, sei eu e os meus gémeos , uns com as bikes às costas, outos a arrastar a bike como podiam ou conseguiam. No topo, o grupo do Couto e Gaspar iam-se deliciando a ver-nos a trepar já com o ritmo cardíaco normalizado :).
Ao chegar ao centro de Albergaria, uma nuvem negra foi espremida pelo vento que se vinha a sentir nos últimos km. Desabou sobre nós, em forma de granizo, e abundancia pluviosidade, juntando-se ao vento formou uma cortina que nem se conseguia ver a estrada, fomos bem fustigados e abanados sempre a olhar para baixo para nos protegermos do granizo na cara.
No fim o pastel da pastelaria Framboesa para adocicar o palato.

sábado, 10 de fevereiro de 2018

10 de Fevereiro 2018 NGPS Mondim de Basto



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Quatro Kedas estavam inscritos no NGPS de Mondim de Basto, Nagy, Pedro Faria, Rocha e PedroS para dar início à estreia do circuito NGPS em 2018.
O Faria na semana que antecede o circuito NGPS adoece, não sabemos muito bem de quê, ele ainda expôs o caso dele à Raríssimas mas nem mesmo eles conseguiram identificar a doença, o catálogo deles não tinha nenhuma que lhe servisse e ficou pelos montes caseiros.
Chegamos bem cedo a Mondim, mas arrancámos já em cima das 8.00h, não se percebe como se demora tanto tempo a montar as bikes e zarpar!!!


Com poucos metros percorridos já estávamos a experimentar as calçadas esverdeadas com água em abundância, já de si um trilho a ter cuidado pois agilidade e o aquecimento ainda estavam desligados, exigia mais atenção, o corpo ainda não estava predisposto para a centrifugação do trilho, e a velocidade reduzida a uma pequena keda se eventualmente acontecesse.
Os rios Cabril e Olo iam dando pinceladas na natureza tornando-a mais fotogénica, ajudada pelo flash do sol invernal ainda a espreguiçar as poucas horas fora da cama, os restos do outono ainda estão imponentes e parecem que ganham uma outra vida, uma outra cor quando o sol os ilumina.


Os trilhos estavam apetitosos com diversos sabores, e as iguarias iam aparecendo para gáudio dos presentes. A paisagem tb ajudava nas subidas, as dores nas pernas não se sentiam por inteiro e o prazer de estar a pedalar estava aumentar.
A subida até à aldeia do Ermelo e continuação depois de atravessar em cima da bike, foi como se tratasse de uma ascensão em teleférico pela paisagem que proporcionava, o Rocha já estava a perder o satélite, e o raio de ação gravitacional centrada em Mondim de Basto estava a atrai-lo.


O Rocha pelo km 27 decidiu abandonar e fazer os restantes km por estrada até Mondim, para matar o tempo até chegarmos ia procurar um tasco para comermos uma posta maronesa.
Alguns colegas de Famalicão iam cruzando por nós mas o Filipe Brito vai uma pedalada à frente, e desaparece num instante nas subidas. Com o Carlos e Adriano de Barcelos, ainda fizemos uns km juntos mas tb os deixamos ir, a nossa média era só de um dígito :)
Pelo km 35 ao chegar à aldeia de Pioledo, na descida estavam dois grupos de bttistas, um com um furo e o outro grupo com dois, e no instante a seguir já sentia que o azar tb tinha batido à minha bike, mas quem se ia amolar era eu na troca da câmara-de-ar. Enquanto eu e o Nagy íamos dando velocidade à troca outros iam furando, enquanto estive na área pelo menos 7 furos em 100m era a contabilidade, ia achar estranho se na entrada da aldeia estivesse alguém a vender “remendos”.


O track não fazia uma visita às Fisgas do Ermelo nem ao topo da Srª da Graça, passamos ao lado das Fisgas mas com intenção de ir ao topo do Monte Farinha.
Na junção dos percursos na aldeia de Travassos, na subida ao cemitério já se via muito bttista morto. Esta subida para mim tb era de respeito, que o digam as minhas pernas e os meus olhos que só viam a roda da frente. Chegando ao topo, apreciar a paisagem para ver o que perdia em só conseguir pedalar a olhar para o chão.
O percurso até aos 45km foi muito agradável, tirando umas descidas em alcatrão. Com trilhos que deixavam a monotonia para trás, com diversidade técnica, com trilhos rápidos a comer km, com pedra solta, com calçada isto todo a subir e descer aliados a uma bela paisagem. Depois até a Srª da Graça o estradão mais monótono só pintando aqui e ali com a paisagem.
Sempre subimos até ao alto da Srª da Graça e deslumbrar as vistas de uma das míticas subidas no nosso país. Aproveitamos para repor alguma energia para a descida.


Descida em alcatrão em espiral até entrarmos outra vez no trilho a subir e esperar que a descida entusiasmasse, foram cerca de 4 minutos a descer interessantes com um início prometedor, mas os restantes sem comprometer e sem bocejar.
Aproveitamos o desvio do percurso mais curto, abandonando o alcatrão do percurso maior para fazer mais alguns km de trilhos junto ao rio Tâmega que valeram bem a pena.
Uma chegada à lá volta de Portugal com muitos pórticos de publicidade coloridos.
Foram 70% de trilhos bem divertidos valeu a pena mais uma deslocação a Mondim de Basto.

No fim fomos até a Casa da Cainha tascar, uma verdadeira posta maronesa :P deu luta encontrar um tasco que servisse depois das 15.30H.