sábado, 16 de março de 2019

16 de Março 2019 NGPS Guarda

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Mais uma madrugada para experimentar trilhos novos e paisagens. Guarda “Aguarda por si” um slogan de boas vindas do Município da Guarda.
Quatro Kedas saíram de Famalicão às 5.00h da matina, o Joel era a primeira vez que participava, mas já ditava regras. Queria a todo custo ir tomar café à estação de serviço da Arrábida, a famosa Repsol (para ele), lá conseguiu. Pondo o Faria que era o copiloto dele mais o Rocha e PedroS noutro carro à espera. IDEIAS do C”#$%&#. O Rocha para não ficar atrás não sai para a A25 em Aveiro, lá vamos fazer mais uns km só para castigar o Joel que assim não tinha os nossos faróis traseiros como guia.

  

 Mas mesmo assim chegamos à hora prevista para tentar sair às 7.30h, foi por pouco.
Os primeiros km foram de aquecimento a um ritmo lento, andar rápido aumentava a sensação térmica, ainda estavam temperaturas muito baixas.
Alguns trilhos iniciais para desaguar nos estradões intermináveis. De salientar as paisagens que começavam a encher os pulmões e olhos.


No GPS, a informação de trilho em mau estado, a descer, deixava alguma felicidade de adrenalina, o que não veio acontecer. Ficamos com ideia que se viéssemos de Lamborghini Diablo ou semelhante tb conseguíamos fazer o percurso quase todo.O melhor era esquecer os trilhos e apreciar a paisagem.
O Joel, quando o trilho separa dos 80km para os 50km decide a pés juntos que vai para os 50km, com o Faria a tentar demovê-lo da ideia e fazer mais km. Enquanto isso PedroS reparou que tinha um furo no pneu da frente, dasse, enquanto os dois iam analisando o track o PedroS tratava do furo só, sem ajuda. O Rocha tinha ido monte abaixo, e chegava agora monte acima com menos ar.
Depois da reparação do furo, o Rocha decide ir com o Joel com promessas de ver o filho do Bruce Lee e o Yoda em combate numa cervejaria qualquer.
PedroS vê o pneu de trás como um figo murcho, ainda bem que levou três câmaras de ar
suplentes. O Joel já tinha desaparecido e o Rocha e Faria ficaram a ajudar na troca de câmara
de ar. Dois furos ao mesmo tempo é obra.
Como demoramos um pouco na troca, o Joel esqueceu-se do Rocha e não esperou por este.
Estava com um ritmo frenético


Faria e PedroS pedalavam para o ponto mais alto do percurso (Cabeço da Azinha) acompanhados por Bettistas da Guarda, que nos confidenciavam que havia muitos trilhos por aquelas bandas, mas que só íamos comer estradões ☹️.
Chegando ao topo, apreciar as vistinhas e tentar ver onde parava Manteigas, tb não a íamos ver, só se levássemos uma sandes da dita.
Começava a descida, concentrar na paisagem de montanha porque estava lá, e era sim, montanha sem fim.
Entravamos na zona mais bonita do percurso, um vale colorido com as primeiras cores da primavera, e penetrando numa vegetação mais primitiva e autóctone.
Mais uns km de estradões até à aldeia de Fernão Joanes, uma praça com murais pintados como de uma galeria de arte se tratasse. 
Descida até à Ribeira do caldeirão e navegamos até à sua albufeira, o Faria parecia que estava mais oxigenado e estava com uma pedalada mais forte.
Subida à torre de menagem e visita para depois entre num tipo de downtown light até à meta.
Em 2011  já tinha estado na Serra da Estrela de bike, há muito que pretendia voltar, não foi fantástico pq faltaram os trilhos mas as paisagens estavam lá. Tb pedalo para ver e não só sentir.

sábado, 16 de fevereiro de 2019

16 de Fevereiro 2019 NGPS Vila Nova de Cerveira


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Faria, Rocha e PedroS foram os kedas que participaram no evento. A parte final do percurso levava-nos à escultura em ferro do Cervo com vista fenomenal para Vila Nova de Cerveira.
As primeiras pedaladas junto ao Rio Minho devem ter sido as mais difíceis do dia, estava um frio gélido. A temperatura corporal não havia maneira de subir e as partes do corpo que não estavam cobertas ou com pouca densidade de proteção, sofreram bem. Ainda havia alguém que parava para pôr a dita fora para urinar… dassse… sujeito a ficar preso ao chão pela dita…


Quando nos afastávamos do rio a temperatura começava a aumentar, ia aumentando o prazer de pedalar, sempre com umas vistas fabulosas do Rio Minho e do mar.
Os ACDAR, Zé e outro amigo, já algum tempo que não os via no monte, tb apareceram e depressa passaram por nós, uma rápida conversa e foi vê-los a desaparecer.
O Luís Martins chegou e ficou no grupo até ao fim, fazendo os estradões em boa companhia. (SEGUNDO ELE 😅 )


 Não vou dizer que o Rocha cortou. Optou por… fazer os 40km do costume.
Esta era tb a primeira vez que ia para a Serra D´Arga depois do grande incêndio, e ainda está demasiado despida de vegetação.
Algumas zonas de “espetáculo” para sentir que estava a fazer btt mais puro e não um passeio para ver só as vistas, este tipo de trilho abre sempre mais espaço para fazer km com mais vontade.
A subida ao ponto mais alto do percurso começava. Com 52km já nas pernas, e não somos de sprintar subida acima, íamos vendo muitos bttistas pelo percurso, um bom aglomerado deles nos trilhos, parecia que tínhamos saído todos ao mesmo tempo e as diferenças de ritmo não dava para os trilhos ficarem limpos de bttistas.


 Chegávamos ao Alto da Pena, ficamos a ver a bela vista que este miradouro nos proporcionava. Aproveitávamos para retemperar energia, repondo líquidos e sólidos. Com 15km de descida era necessário estar alerta e com energia para o que viesse aparecer, é que descer cansa muito.
Bem, para mim a descida ficou logo condicionada no primeiro km, um furo e travão de trás a espirrar óleo até ficar sem qualquer ação. Mudança de câmara de ar, o travão não conseguimos fazer nada.
14 km a descer sem travão de trás tb dá, siga vamos, mas não dá para entusiasmar muito não vá ter um encontro imediato com algum obstáculo.
A meio ainda fizemos uma subidinha para ver a escultura do Cervo, para voltar a descer com algum entusiasmo até final.
Um passeio com uma parte inicial onde a paisagem e os postais se sobrepuseram aos trilhos, e uma parte final com postais e trilhos muito interessantes.

domingo, 6 de janeiro de 2019

6 de Janeiro 2019 Passeio de Reis KEDASbike

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Este ano o passeio dos Reis calhou no dia, um grande dia de sol e um frio que congelava os trilhos enlameados.


8.30h na pastelaria Xilas, com estes a ofereceram o Bolo Rei. Não havendo o Bolo Rei tradicional, o de chila tb estava bem. Carlos Pereira e PedroS foram os patrocinadores do Vinho do Porto. Os carregadores do Bolo Rei Pedro Faria e Rocha, Joel e Hugo só comiam e bebiam.
Estes 6 kedas com grande sacrifício, depois de tantas festas, lá arrancaram para mais uma, sem saber muito bem qual o trilho que estávamos a optar. O Rocha só falava num marco geodésico na Sta Catarina, mas com voltas e mais voltas já estávamos encostadas à margem do Rio Este, em Cavalões no meio de campos. Trilho novo, a estrear. No rio alguns de nós, ainda viram uma lontra a apanhar sol em cima de um penedo. O que estava difícil era sair do campo, tivemos de trepar um muro para chegar à estrada.


Apontávamos para Sta Catarina para o marco geodésico, mas para lá chegar tínhamos de merecer o lanche. Optamos ir em direção à lixeira pela parte mais inclinada. O Faria já desesperava pelo lanche, mas o marco geodésico ainda estava longe. Optamos por acampar em cima de uma pedra.


Degustamos o Bolo Rei e esvaziamos o Vinho do Porto, depois colocamos o ritmo de festa até casa.