domingo, 26 de março de 2017

26 de Março 2017 3º Raid Primavera OTZ BIKE

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 No terceiro ano consecutivo do Raid organizado pelo OTZ BIKE, os Kedas não podiam falhar…mas foi por pouco…
Inscritos, estavam o Pedro Silva, Nagy, Rocha, Rui, Nelson e o seu irmão Xavier (amigo dos Kedistas). 
Nos fins de semana anteriores apareceram as lesões: o Pedro cortou-se na sola do pé numa ida à pesca, o Rui parece que beijou o chão com amor… com muito amor.. Duas falhas eram praticamente garantidas. A substituir o Pedro, veio o Carlos Pereira. O Rui, bom…“descansou em paz (RIP)”..

Levantamento dos dorsais efetuado no sábado pelo Nelson… que mora ao lado. No domingo de manhã, os Kedas prontos, ou quase prontos, para os 36km que aí vinham com cerca de 950 metros de acumulado positivo.
Tudo levava a crer que ia ser durinho, agravando se ainda pelo estado do tempo dos dias antecedentes, onde não faltou chuva…


 Nove e meia da manhã, e baixaram as grades para os bttistas arrancarem em alto sprint… os kedas, ficaram mais na cauda, a ver o que se ia desenrolar…
O Rocha e o Nagy, depressa desapareceram de vista nos 2 primeiros quilómetros em alcatrão… À entrada do primeiro troço de monte, houve logo uma keda, mas não era dos nossos. No entanto, deu para aumentar a distância entre os primeiros e os outros, pois o trânsito ficou logo congestionado.. 
Decorriam cerca de 8 km de prova, e na berma estavam Nagy e Rocha a dar á bomba num pneu do Rocha, que já tinha parado pela segunda vez. Posto isto, Nelson, Carlos Pereira e Xavier fizeram as perguntas do costume (então, é preciso ajuda e tal?) e deram às-de-vila-diogo. 
Sobe e desce, lama a dar com um pau, piscinas barrentas e tratamentos de pele por todo o caminho, e chegaram os 3 primeiros kedas ao reforço. Poucos minutos depois apareceu Rocha de câmara nova e mais um bocado vem o Nagy. Uma “bufadela” rápida na roda de Carlos Pereira e arrancamos.


Pelo caminho, não faltava povo a queixar se de dificuldades, tanto técnicas, como físicas. Mas o pior ainda estava por vir… o Rocha começou com algumas dificuldades a nível de sinal, e a subida (mãe das subidas), ficou pra outro dia. O Nelson a meio teve de recuperar fôlego, o Xavier trepou até la acima, onde tinha claque a aplaudir e a prometer festa quando chegasse a casa. Em relação aos dois colegas, já os tinha perdido de vista, tal era o seu ritmo consistente.
A 2km da meta, saltou um músculo fora ao Xavier, de forma que fomos em ritmo lento até ao final.
Já na meta, encontravam se todos os kedas, alguns já de bifana na mão.



Como de costume nos RAID´s OTZ BIKE, a organização é excelente, com percursos bem traçados, bem ao estilo dos KedasBike e ainda um sorteio final de alguns prémios, embora desta vez ninguém tenha arrecadado nenhum, nem mesmo o Carlos Pereira – talvez por ir no lugar do Pedro. Mas fica o agradecimento ao OTZ por nos proporcionar uma manhã de bons desafios, comparados de igual forma com outros eventos de BTT, e tudo a custo ZERO.


domingo, 5 de março de 2017

Duatlo Famalicão 2017



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Depois de alguma indecisão e insistência por parte do meu irmão, lá decidimos experimentar o famoso duatlo de Famalicão. Tanto tinha de criticas boas, como de menos boas. Eu queria criar a minha... E aí foram os Brother's Team, um deles KedasBike...


Ao chegar ao local de levantamento de dorsais e chips, não faltava povo a aquecer as bikes em cima de rolos,... a fazer pequenos sprints pelo parque fora,... a comparar tempos e distâncias de edições anteriores... Enfim... só "pro's".... E nós ali, a tentar prever não ser dos últimos. Quase a conseguir gerigonçar uma tática...
E lá começou! 5 km de corrida e uma espera ansiooooosa de vinte e poucos minutos até arrancar de bike... No arranque, uma subidinha em estrada para aquecer e descida pra arrefecer... A seguir era entrar de quinta em quinta, de parque de armazém para monte, e escolher o melhor caminho pelo meio da lama..
Single track, tinha um.. Estradões, perdi a conta...
O difícil era mesmo a lama, e o facto de a KTM… ter apenas 26” polegadas de estatura...
Á descida final, inverte o sentido de marcha, e prepara pernas pra mais uma volta.
...e outra vez arroz.
Desta feita, com mais lama. Tanto no chão, como na viatura.
Ao chegar ao desmounting bike, complicado era sair da cabra e aprender a correr até á passagem de testemunho.
Troca de chip e dorsal, e vai o “atletista” fazer mais cerca de 2,5km, a terminar em alto sprint, numa ultrapassem registada em foto finish!



Critica? Bem... Foi uma experiência nova, talvez para repetir. Mas a parte de bike, que me tocou a mim, na minha opinião, deve ser treinada em ecopistas, Estradões, e até estrada, para ganhar resistência e rapidez...
Porque técnica,..adrenalina e até convívio desportivo, penso que não vão encontrar no duatlo (pelo menos em cima da bike)...

Contudo, pro ano há mais!!

sábado, 4 de março de 2017

4 de Março 2017 NGPS Vieira do Minho (Trilho dos Sentidos)



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Pedro Faria e PedroS foram os KEDASbike que foram à aventura destes trilhos.
A semana chuvosa que antecipou o NGPS com a quantidade de neve que caiu nas serras em Vieira do Minho não deixava muitas expetativas a ter companhia do nosso grupo, mas o Faria de ”bike e cal” permaneceu no comboio para a Serra da Cabreira.
Levantamos os dorsais pelas 7.40h e ouvíamos as últimas indicações da organização, o Mário juntava-se ao grupo e arrancamos com vista para os montes brancos carregados de neve.


Avançamos no estradão da Cabreira até ao alto do Miradouro da Serradela, um bom aquecimento para depois apreciar a bela paisagem onde os olhos conseguiam expandir o seu longo alcance. A partir deste topo começou a aventura na Cabreira, com a precipitação de neve e a que já estava acumulada nos trilhos deixava antever que ias levar uma valente coça quando atingisses mais altitude. A experiencia no ano passado em Montalegre com neve já tinha avisado o corpo para a tareia que ia levar.
O trilho ensopado e já calcado por outros colegas ia deixando algumas zonas já bem enlameadas. Mais à frente algumas pedras pintadas de verde musgo, parecia musgo… mas não sei se sabia a musgo, porque lá me fui equilibrando e em dúvida desmontei.


                               

Os km 12 a 22 eram bastante técnicos e os erros de navegação iam aparecendo, ou olhas para o GPS ou para onde vais mandar a roda da bike, a descer era quase certo o engano. Mas estes km foram sem dúvida os mais bonitos. As pedras da calçada sempre forradas a verde nas extremidades, fechadas por montículos de pedras muradas obrigando sempre à máxima atenção para a bike não escorregar, ouvindo o som da água sempre a correr... Ao longe a janela para a Serra do Gerês completamente branca. Esta cor branca de neve não me estava a deixar satisfeito e só esperava que fossem mais colegas à frente para fazer de limpa neves, quando já apontasse-mos para o Talefe.


Ao chegar perto da minas da Borralha tivemos a companhia do Miguel Martins e do Vasco, engrossava assim o grupo para 5. A média estava estonteante nos 7,8km/h! Passamos por Salto num abrir e fechar de olhos para voltar a subir em direção aos trilhos brancos.


Depois de um género de desporto que vínhamos a fazer, este foi batizado de “PUTATLO” mas quando o branco começa a sobressair, e as bikes limpa neves que iam à frente não fizeram o trabalho que eu tinha idealizado, era quase neve virgem em alguns lados, um grupo que encontro em quase todos os NGPS ia se deliciando com os bonecos de neve e o atira a neve, não vi os anjos… mas neve… a neve que já fazia doer os olhos. (e o resto)
Ainda não falei dos pés… com a quantidade de água que levaram e depois com a quantidade de neve que calcaram, já nem sabia como seria o aspeto deles quando os visse descalços. Havia longos períodos de tempo sem os sentir. O próprio pedal congelava nem deixava o cleat encaixar.
Um TEA BREAK, o Miguel trazia uma termos de chá quente, que prazer dava cheirar a infusão e sentir o calor do chá aquecer a ponta do nariz para o sentir aquecer o estomago, (precisava que o estomago fosse até aos pés) retemperamos as forças e arrancamos para o Talefe. Os “Jeeps” já iam limpando o estradão para conseguirmos chegar ao topo, com o vento ainda a arrefecer mais o corpo.



 Chegamos ao topo e a organização convidava-nos a descer pela alternativa, estradão !!! Tanto sacrifício e estradão?!!! Enquanto atestávamos as últimas provisões íamos decidindo o que fazer. Aqui o grupo estava dividido com uns a escolher a alternativa outros a escolherem a parte mais hard, outros por não sentirem as mãos e os pés (o que faz muita diferença quando é necessário travar). Os mais malucos ganharam e fomos testar a mais difícil. Quando saímos do estradão e entramos no trilho, a vontade era ir embora pelo outro lado, a quantidade de neve era das mais altas e a vegetação não ajudava em nada. Fomos em frente até voltarmos a outro estradão e aí o Mário decidiu descer pela alternativa, os restantes foram pela que estava marcada, mais 500m e a neve desapareceu e a descida foi feita a belo prazer.
O facto de não sentir os pés, ainda metralhava na cabeça e foi um alívio quando cheguei ao banho, estavam lá os dois com cinco dedos cada um .
Mais um belo empeno com belas paisagens

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domingo, 8 de janeiro de 2017

8-01-2017 Reis KEDASbike

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Como é já tradição no nosso grupo, no primeiro domingo a seguir aos Reis fazemos o nosso Passeio dos Reis. A pastelaria Xilas ofereceu o Bolo-rei, quem o comeu foram: Nagy, Carlos Pereira, Tó, Domingos (cunhado do Rocha), Rocha, Faria, Rui e PedroS.
No ponto de encontro na Pastelaria Xilas, já se encontravam um nº de Kedas à volta de um Bolo-rei de Chocolate quentinho, estava saboroso, mas quente não se consegue comer à guloso e sobrou um pedaço que embrulhamos ao tradicional e carregamos para o Camelback.
Alguém do grupo oferece o Vinho do Porto, os benfeitores foram o Nelson, que não pode vir, e o Domingos.
No início do ano, o Rui ainda empenado da keda no passeio de Natal às Sombras, o Tó ainda a ver as horas e o corpo para ver se ele gosta da bike, o Domingos era tb uma incógnita na resistência, e escolhemos um trilho misto de estrada e também trilhos sem subidas de “renome”.
Fomos em direção a Seide, Landim até ao Rio Ave acompanhando a margem até ao Parque da Rabada. Não havia penedo ao sol para o nosso lanche e as mesas na Rabada era pouco bttista. Continuamos nas margens do Rio Ave em direção à Ponte da Lagoncinha e dali para a Santa Catarina em Cabeçudos onde encontramos uma bela mesa de pedra e atacamos.
O vinho do Porto ficou pouco, o Bolo-rei de chocolate depois da viagem ainda estava melhor, já que o frio fez o chocolate mais rijo o que ajudou bastante ao sabor, claro que a viagem tb influenciou.
O Domingos ainda trouxe uma tablete de chocolate gigante, não foi toda mas se nascesse Vinho do Porto, até a mesa ia.

Foi bom ver o Tó outra vez em cima de uma bike a fazer km de se ver.