sábado, 1 de julho de 2017

1 de Julho 2017 NGPS Palmela


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Na Serra da Arrábida foi colocado o marco NGPS, assim estendeu em km percorridos de carro do meu quintal até Palmela como a maior distância feita para andar de Bike.
Aquando a saída das etapas do NGPS, a de Palmela saltou-me logo à vista, se o percurso fizesse km qb na Serra da Arrábida a minha presença era quase garantida. Conhecendo eu a Serra de carro entre Sesimbra e Setúbal, imaginando os trilhos coloridos com os olhos no mar, Troia, Setúbal, Lisboa e Tejo. Tinha tudo para ser um belo dia de btt.
Saí de véspera para Lisboa para encurtar a viagem e pernoitar em casa de uns amigos no centro, assim ficava a meia hora de Palmela.
A manhã em Lisboa estava ventosa e fria, o relógio marcava 7.10h não trazia mais nada a não ser o jersey, o corta -vento tinha ficado em Famalicão, as indicações do IPMA eram… calor.


Às 7.50h já estava em frente ao secretariado a levantar o dorsal, não havia muitas inscrições, cerca de 80 e a probabilidade de fazer o percurso só eram grandes. Continuava vento e frio…
Arranquei, a visita guiada via GPS em Palmela levou-me a percorrer a parte antiga da cidade, subindo até ao castelo passando pelo jardim do mesmo. A vista era grandiosa e com alcance livre até onde os olhos conseguiam delimitar o horizonte.


Uma longa reta fazia a entrada no trilho deixando 5km já percorridos. Enquanto o sol ia acariciando as costas dando pequenos empurrões, o vento de frente ia dificultando a progressão. Contemplando a paisagem pintada com moinhos virados para a capital, a predominação de tons de sol espalhados na tela iam acordando a minha sombra em cima da bike. O corpo, esse dizia que tinha estado pouco tempo na cama. Ai que sono…  A excitação ia em crescendo e com o aquecimento muscular o frio foi desaparecendo. Mais à frente passava por mim o primeiro colega NGPS, vai bem depressa, deixa-o ir que não tens pernas para o acompanhar. Com subidas, ST e descidas umas perto das outras íamos mantendo o contacto visual um do outro e pelo 15ºkm juntamos o “nosso” esforço pedalando na companhia um do outro.


Uma das características deste desporto é tb teres a hipótese conviver e presenciar vida selvagem no seu estado puro. Depois de te encheres de adrenalina a descer uma zona técnica, deparaste com uma águia no trilho a dar bicadas numa cobra segurando-a com as patas. Com a minha aproximação a águia bate asas tentando levar a cobra nas patas deixando-a cair, esta com algumas bicadas e com aspeto de quem levou uma grande tareia rastejou para onde pôde. Foi das imagens mais impressionantes que vi até hoje em cima de uma bike. Pena não ter conseguido filmar o início… :(


Paramos na Comenda para abastecer água e comer alguma coisa, aí já se via um bom nº de colegas de NGPS, os percursos já estavam juntos e a quantidade de Bttistas a abastecer já era assinalável. Eram 11h e 45km já feitos, a organização já tinha avisado que a parte final ia ser mais dura e para guardar reservas para o fim, o que eu fui fazendo.
Voltamos aos trilhos e logo em ST, ok, era plano mas sempre tem curva contra curva, uma brincadeira ali, uma subida acolá, e para ajudar à festa Bttistas em sentido contrário… e logo nos primeiros metros, um Bttista vindo de frente assustando-nos mutuamente trava mais com o travão da frente e é projetado pelo para-brisas da bike esbardalhando-se no chão. Foi um aviso para ir sempre a berrar ST fora não vá haver mais alguns pelo caminho.


O calor em certos vales já era assinalável, e a brisa fresca da manhã já se sentia falta. No ar o cheiro a madeira conhecida, não a identifiquei logo, mas à frente fui-me apercebendo com o calor as pinhas iam abrindo, deixando a fragância do pinhão no ar.
O sobe e desce continuava, com alguns ST e as tais curtas subidas em agulha vistas no gráfico estava a senti-las agora. Com a falta de vento e o calor a apertar já ia aparecendo alguma fadiga. Há que contrariar, hidratar e comer mais, já faltavam poucos km.


Como o colega Luís era da zona, ia fazendo de guia turístico e de guia de trilhos, já conhecia a maior parte por onde tínhamos passado. Avisava-me que o próximo trilho tinha uma descida bem escavada de regos, o melhor era pela direita para enfrentar a descida. Com a minha aproximação deixou bem claro que toda a zona era de difícil execução e com poucas probabilidades de ser uma descida “limpa”. O aumentar da velocidade vai descontrolando a bike mas… “aterrando” bem na receção entrando de seguida num ST de sobreiros. A sombra já era demasiado agradável para de seguida desaguar numa “planície ascendente” onde a vegetação seca indúsia que os km já estavam a findar.
Umas centenas de metros à frente, encontramos um colega a pedalar combalido depois de ter dado uma keda na zona da descida cheia de regos. Perdeu o controlo da bike e foi cair num buraco no talude. Contando-nos à posterior a dificuldade de sair do buraco tendo ficado 10/15 minutos a tentar voltar ao trilho. Fizemos-lhe uma guarda pretoriana até ao fim, e que fim, em pouco mais de 2km subimos 150m+, até perto da meta. O colega da keda começou apanhar melhor sinal e já se sentia melhor.
Foi um percurso com tudo que o btt pode oferecer, mas uma subida a um topo mais alto para melhor apreciar as vistas era o ideal, não sei se era possível…

Um agradecimento ao Luís Raposeiro pela companhia.

https://www.youtube.com/watch?v=e3VyXmumWRE

https://www.youtube.com/watch?v=rpxkC8X6Gh4

domingo, 11 de junho de 2017

11 de Junho 2017 BTT Tábua



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Maratona de Tábua, desta vez em modo passeio, sem controlo de tempos e com partida livre ao estilo NGPS. Inicialmente limitado a 700 inscrições, rapidamente se alargou a 1300 o que obrigou a alteração no regulamento com partidas faseadas de 6 boxes, alternadas em períodos de 10 minutos.

                                                                           compacto

Durante a semana Pedro S. propôs três hipóteses de modo a desfrutarmos dos famosos ST em movimento. A hipótese escolhida foi a terceira, que tinha um ambicioso plano “estar sempre na frente com os primeiros” na fuga ao pelotão nos km iniciais, mas já lá vamos.
De Famalicão inscritos 4 kedas Pedro S. Carlos Pereira, Rocha e Nagy mais o Mário de Braga. À hora marcada (05h15) reuniu-se o grupo que partiu em direção a Tábua para garantir o melhor lugar para a partida. Chegada a Tábua pelas 07h15m e rapidamente preparamos as bikes e nos preparamos para um dia de calor tentando partir o mais leves possível deixando para trás (inclusive nas obras) todo o peso desnecessário.

                                                                        ST Moinhos

O arranque deu-se como planeamos e rapidamente nos colocamos em fuga aproveitando para aquecer antes do primeiro ST. Quem não gostou da ousadia foram dois indivíduos do sexo canino que tentaram comer o membro extra que o Rocha tinha descoberto na semana antes em Valença. Chegados ao km 6 tínhamos o(s) primeiro(s) ST - trilho dos moinhos, só para nós, a dúvida era qual o melhor esquerda ou direita? Pedro S. e Carlos Pereira optaram pela direita e os restantes embarcaram no carrocel da esquerda numa sequência de curvas apertadas entre troncos culminando na travessia de uma das famosas pontes. Tão depressa começou como acabou. Chegados ao fim reunião de grupo para decidir quem fez a melhor opção, a decisão foi unânime “O meu trilho era melhor que o teu”.

                                                             ST Brian + ST Vale Perdido

Depois de aberto o apetite era tempo de acalmar o ritmo e desfrutar da festa tentando não perder a oportunidade de “estrear” os restantes ST, em catadupa o ST Brian e ST Vale Perdido. A festa parecia ainda estar a acordar, julgando pelo espanto dos “batedores” ou do fotógrafo sonolento acordado pela poeira que íamos deixando no chão. Depois de mais um ST lá chegamos ao reforço animado por um rancho folclórico equipado com um sulfatador de atletas. Repostas as energias lá rumamos em busca dos próximos trilhos com o Nagy a combater a sonolência carregando violentamente no cranques e a fugir aos fugitivos.

                                                                           ST Caparos

                                                                       Banda Musica

Antes do famoso trilho dos Gaios, finalmente a festa começava a ser uma realidade. Primeiro fomos brindados pela atuação em plena mata de uma orquestra com uma versão da criatura da noite. Tocavam muito, talvez empolgados pelo que consideram ser o melhor público que tinham tido até então.
Uma hora e meia depois a fuga terminava e eramos alcançados pelos primeiros atletas que (não se sabe porquê mas desconfia-se) fugiram do controlo anti doping. Para que não restassem dúvidas que o andamento que vínhamos mantendo até ali se devia única e exclusivamente aos mais naturais dos alimentos
 (alguns cedidos pelo Jô na sua banca de produtos naturais á base de… açúcar), paramos voluntariamente no posto de controlo, abdicando de lutar pela inexistente classificação geral e, quem sabe, por um lugar no pódio dos que passam ao lado da verdadeira festa que é a maratona de Tábua. Neste posto estavam destacadas um conjunto de técnicas do centro antidopagem devidamente credenciadas pela organização. Todos passaram nos exames com distinção com exceção de um elemento que face ao desempenho que vinha demostrando, sobretudo nas descidas, teve que realizar uma contra análise que confirmou (mais que uma vez) que estava limpo.

                                                                     ST Vale de Gaios

Depois de tantos elogios a Tábua que fui ouvindo durante as etapas do NGPS, as altas espectativas estavam confirmadas, mas faltava o trilho dos gaios, o mais conhecido, o mais… bem, só descendo se percebe a magia deste ST. Pedro S. foi o primeiro a entrar no trilho (com o excesso de confiança característico de quem tem uma suspensão “nova” de “última” geração com uns estonteantes 15mm de curso) e voou baixinho, arrastando atrás de si o Rocha e o Carlos Pereira que foram passando as pontes, túneis naturais e rios que compõem o trilho debaixo de aplausos e muitas mãos na cabeça de quem assistia à passagem dos bttistas. O resultado desta insanidade temporária foi confirmada no dia seguinte, um dos mais rápidos no trilho.
Depois da extenuante (literalmente) descida dos Gaios chegamos à separação dos trilhos. Era tempo de fazer um check up à condição de cada um e decidir ficar por ali ou continuar para os 78km. Todos decidiram procurar um empeno como deve ser nos km seguintes.

                                                                          ST Pedra da Sé

O percurso levava-nos agora para um ST com vista para o Mondego, onde alguém já teria visto canoístas nudistas com os “cabelos” ao vento. O trânsito nos ST começava a fazer-se sentir à medida que íamos sendo alcançados por atletas mais apressados. Passado este ST era altura de subir e o Nagy volta a evidenciar a boa forma em que se encontra e acelera rumo aos 14 de média.

                                                                         ST "Mondego"

Depois da subida mais um ST que começava com uma sequência tipo iô-iô e que rapidamente nos levou de volta à margem do Mondego onde o pneu da frente do Carlos Pereira opta pelo suicídio, talvez antevendo a recusa de alguns músculos em continuar a desfrutar da festa. O Rocha logo se prontificou a ajudar e depois de ceder as desmontas fez o sacrifício de tirar a roupa e ir procurar remendos no fundo do rio, sem sucesso, apenas peixe e nada de camaras de ar. Avaria resolvida era altura de continuar o caminho onde 1km acima nos aguardavam Nagy e Pedro S. Nesta altura os músculos do Carlos começaram a salivar pelo naco do Tone Moleiro e recusavam pedalar. Decidiu então rumar a Tábua pela estrada levando com ele o Rocha (Ooooh!!!) que, já de banho tomado (no Mondego) foi reservar uma mesa para 12.

                                                                          ST Selva

Faltavam agora 13 km para o trio Nagy, PedroS e Mário. Este último, depois de ouvir a balada dos empenados no ST da selva, avisa que está justo de forças. Quem estava com a corda toda eram Nagy e Pedro S. que encetaram uma saudável competição na procura de mais uns pozinhos na média. Inicialmente o Mário tentou seguir com o duo, mas a oito km do fim, num súbito ataque de saudades dos companheiros que tinham seguido por estrada decide abrir o capô, ligar os 4 piscas e desembraiar até à meta acompanhado pelos dois fugitivos.

Depois do banho o balanço foi feito à mesa do Toino Moleiro. 

sábado, 3 de junho de 2017

3 de Junho 2017 NGPS Valença

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Voltamos ao topo do Minho para ver as novidades que os Amigos da Montanha encontraram lá para os lados de Valença.
Rocha e PedroS encontraram-se com o Mário para participar neste evento. Digo já que o tempo estava ótimo para pedalar e o Rocha desta vez não ia ter desculpa para escapar de fazer o percurso todo.


Ao longo da ciclovia ao lado do Rio Minho fazíamos o aquecimento em direção sul, uns bons 6km ficavam para trás. Assim já podíamos preparar bem os músculos para começar a trepar.
Do km 15 ao km 25 era a nossa primeira meta, a primeira subida, a fazer lembrar os Cumes que os Amigos da Montanha organizam, faltando mais dois cumes de superação. O tipo de piso ia decidir o empeno. Com subida técnica e diversos tipos de piso desde calçada, a calçada desfeita e esburacada, regos, raizeiros e peregrinos em catadupa a descer no caminho português para Santiago de Compostela. Já se via alguns bttistas a arrastar a bike e o Rocha já ia avisando que se fosse sempre assim que procurava a tabuleta VALENÇA, eu ia indicando os km que faltavam para o fim.


Uma boa subida tem que ter uma boa descida para o esforço ser compensado, e serpenteando monte abaixo tivemos o nosso prémio. A descida apaga o esforço da subida, na descida há certos pontos no cérebro que vão desligados e as picadas do mato nas pernas não se sente até começares a subir, ai sentes uma leve comichão e só depois é que o interruptor liga o sinal de dor de diversas picadas em poucos minutos. Entre as minhas pernas e as do Rocha, é ver as que tinham mais pontos vermelhos. Ganhei eu pq tinha as pernas todas de uma cor só. Vermelhas.
Próxima meta (2º cume) km 27 e km 37 mais 10km a subir em direção ao Monte de Faro, estes km foram uma grande parte em alcatrão e paralelo, desinteressantes. Só dá para fazer os km mais rápido e ganhar altitude. Ah o Rocha ia se mantendo, por sorte não viu nenhuma placa a dizer VALENÇA, eu ia dizendo que só faltavam 33km e uma subida.


No alto do Monte de Faro, o Aires dos Alien Team foi-nos dando música da boa nos últimos metros da subida, nada que polua o ambiente. Fizemos a descida juntos e o início da última subida do dia. Fui fazendo um compasso de espera para reagrupar o grupo e o “Alien” desapareceu no seu disco de duas rodas :).
O Rocha ia descobrindo músculos novos e assim estudava anatomia no seu próprio corpo. No meio do monte é difícil descobrir tabuletas com a palavra VALENÇA.
Próxima meta (3º cume) km 40 e km 45 mais 330m+ a subir em direção ao ponto mais alto do percurso com +- 780m. Fomos subindo ao ritmo do Rocha para ele não perder “peças” pelo caminho e nos cruzamentos íamos mantendo o contacto visual para ver se vinha inteiro.
Foi uma subida “boa” de fazer, com a ascensão visual que ganho de altitude te ia fornecendo. Ao longe conseguias ver o rasto dos pneus recortados nos trilhos por onde há poucos minutos havias passado. Os olhos percorrem sempre mais rápido e são sempre os primeiros a chegar. No caso do Rocha o que chegou primeiro ao topo foi o espírito, os olhos só viam chão.
Faltavam 25km praticamente em descida e em descida rápida presumia eu. O Rocha agora podia procurar a tabuleta a dizer VALENÇA que era para ai que íamos. Seguindo o track :).


A primeira parte da descida um pouco técnica, com pedra solta, ia alternando com estradão limpo para centrifugar os músculos ao Rocha. A descida levou-nos a um verdadeiro oásis de nome Castelo das Furnas. Um monte de penedos cercados por uma sebe e lá dentro mesas para se fazer uns piqueniques. O que nesse momento acontecia. Aí foi sofrer a ver pessoal de cerveja na mão a passear a bicha e fazer transpor o cabelo para fora do capacete.


A segunda parte da descida, em calçada portuguesa com uma paisagem de cortar a respiração bem como a média que fazias aproveitando a pendente e foi descer até Boivão.
Mais uma lição de anatomia, o Rocha descobria mais uma bola na zona pélvica, essa bola queria abandonar o corpo foi “boivão” ver a dança na sarjeta a tentar coloca-la no sitio.
Depois de recuperar foi rolar na ciclovia até VALENÇA com Tui na mira. Aí o Rocha estava como novo.
E fez o percurso todo sem cortes. Está em forma. Ou não!!! :)
                

sábado, 27 de maio de 2017

27 de Maio 2017 GPS Epic Macedo de Cavaleiros

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 Partida para Terras de Cavaleiros pelas 5.30h, Nagy, Rocha e PedroS .  Com duas horas de viagem com passagem pelo túnel do Marão, desta vez o gps obsoleto não ia mandar-nos para o alto do Marão :).
Chegada à hora prevista a Macedo de Cavaleiros, e arranque de bike às 7.30h… para o café.


Já em cima da bike apreciando a paisagem, pedalando 3km… mais uma novidade… pequeno almoço à patrão. Sem fome nenhuma lá fomos provando a gastronomia com que estes amigos transmontanos nos mimavam. Torradas nas brasas com azeite, diversos bolos típicos, acompanhar um café de pote feito ao lume a lembrar o país diversificado e fantástico gastronomicamente apaladado que temos.  Perdemos (ganhamos) uns belos minutos a provar. De barriga bem cheia pedala-se muito melhor D#$%”&.  Ao longo dos 80km a gastronomia foi acompanhando como mostra no vídeo anterior.
Além da comida e do acolhimento, este pessoal de Macedo de Cavaleiros tb escolheu um belo traçado de btt com exigência qb até ao km 41.


No maior montado de sobreiros na Península Ibérica recortado por trilhos fantásticos. As minhas mudanças não estavam como os trilhos, nas reduções mais baixas, as subidas estavam a ser penosas. Não estava a conseguir colocar a avozinha e a irmã mais nova nem a outra a seguir que nem sei como se chama. Já estava a passar-me e a esgotar as forças a subir com mudanças mais pesadas. Um a subida com 40% (segundo o strava) de inclinação em algumas zonas é obra, claro que a fizemos a arrastar a bike.
O tempo estava muito abafado e quente e a quantidade moscas que havia em redor era uma coisa maluca (última parte do vídeo em cima). Paramos para tentar afinar as mudanças, não estava fácil e um colega dos NorteBike deu uma grande ajuda a remediar a coisa. Não ficou ótimo mas ficou bem e deu para pedalar sem muitas chatices. OBRIGADO caro colega NorteBike.
O Rocha já ia dando dicas que estava por um fio, não que eu estivesse melhor. Mas até aqui a paisagem era fabulosa, algumas zonas a lembrar o Alentejo com o amarelo dos campos de trigo, amaciava o desgaste. O calor estava já debaixo da pele, a brisa nem a descer se sentia, o oxigénio estava pouco concentrado e a perca de sinal era constante, só os olhos é que se estavam a safar e acalmar o corpo por melhores e frescos km. O Nagy parecia bem, ou o melhor dos três, ou o que sofria menos com o calor.
Ao chegar ao grande, fantástico, épico reforço o ânimo voltou, o Rocha tinha chegado ao paraíso e já estava pronto para ir para Macedo. Descansa-mos bem as pernas mas o maxilar levou uma valente coça. Um belo repasto com os bttistas a “com-biber”  bastante.
Deixamos o reforço e fomos visitar (exterior) o casarão da quinta de Valle Pradinhos, e rumar aos trilhos durante mais 4km, o Rocha corta para Macedo de Cavaleiros que ficava a uns 5km. O Nagy para não deixar o Rocha só foi fazer-lhe companhia, sim! Sim! E fui eu fazer os restantes 45km que faltavam. Só!
Sozinho, mas com o tempo mais fresco ajudou a ganhar km.


Os restantes km foram feitos em estradão, sem dificuldades, foi uma parte bastante rolante salvando-se a estonteante paisagem do Azibo.




sábado, 22 de abril de 2017

22 de Abril 2017 NGPS Vila Real


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A excursão NGPS dirigiu-se para Trás-os-Montes nomeadamente para Vila Real e uma passagem por Jales já trilhada pelos KEDASbike.
Nagy, Faria e PedroS no dia anterior engavetavam as bikes dentro do carro para ver se uma viatura era suficiente para as levar. Com algum contorcionismo de bikes desmontadas às peças grandes, lá se conseguiu fazer o milagre de as fechar dentro sem ir nada de fora.
Arranque marcado para as 6.30h com mais mochilas e restantes indumentárias necessárias para a viagem de btt (carro mais que lotado).
O gps do carro ainda não conhece o túnel do Marão e lá fomos conhecer (outra vês) o alto do Marão pelo IP4. É a vida…
Chegamos e a montagem das bikes foi rápida para o nosso costume. As voltas ao café e aos fetos foram atrasando a preparação do corpo para a bike. Ao 5km já se ouvia uma Keda.


PedroS avisa que é viragem à esquerda e vai abrandando a marcha, (não vá o Rocha vir a rasgar e traçar a meio quem virou) vai saindo do alcatrão para entrar no trilho, e vai ouvindo atrás o som de “chapa” a retorcer junto com gritos de dor e surpresa, acompanhando com o som característico de alguém que vai largando o corpo alcatrão a baixo. A audição leva a visão a percorrer o som e o aspeto é surreal…! duas bikes presas, uma pela roda de trás e a outra pela roda da frente. As duas em pé e um Keda em cima da bike da frente com a outra junta como se tratasse de uma bike Tandem a travar. Outro Keda aos rebolões atrás. Calhou a sorte ao Faria porque o Nagy estava em cima da bike. Os joelhos já se viam que levaram coça, e os cromados das ancas, pernas, braços e etc… & tal tb. De mecânica, só a relevar o arranque do aperto rápido da roda traseira do Nagy.
Depois de estudar bem o corpo e contar os ossos para ver se havia algum partido, o Faria decide prosseguir mais alguns km para ver como o corpo vai reagir.
Uns metros mais a frente o Sidónio dos Floresta Btt junta-se ao grupo. Em poucos minutos já estávamos a visitar o Santuário de Panoias onde nos primeiros séculos d.c. se faziam sacrifícios de sangue aos deuses. O Faria já tinha feito o dele uns km antes.
Ao sair do Santuário encontro o Paulo e o Luís Martins, mais uns amigos do Btt que vou encontrando nestas duas rodas. O Paulo engrossa o nosso grupo. Vamos colocando a conversa em dia e relembrar outras cursadas de bike.


O Faria vai avisando que vai cortar para os 50km, o Paulo já vinha com essa fisgada. Ainda os tentamos demover dessa ideia e continuar no grande até aos 50km que depois era só a descer :) . Com duvidas se estava a massacrar o corpo e arranjar lesões, o Faria não arrisca e vão os dois para a volta mais pequena.


A morfologia do terreno continuou a ser interessante com vários tipos de trilhos equilibrados: com subidas, algumas técnicas com pedra, descidas rápidas alternando com outras recheadas de pedras a ter mais precaução com zonas rápidas a rolar onde se sentia os km a passar e a média aumentar. 
Ao chegar à Capela de Nosso Senhor dos Aflitos, em Monte dos Carrujos, Torre do Pinhão vamos apreciando as vistas e carregando o estômago com barras. O Sidónio vai avisando que trás uma lata de atum para quando quisermos parar mais tempo e degustar. Do miradouro vê-se a barragem do Rio Pinhão e alguns BTTistas a passar por cima, dá vontade de pedalar e a lata de atum fica para mais tarde.
A aproximação à barragem foi rápida bem como o pedalar no seu espelho de água.
Estavamos agora em Zona Jales, as pernas já se faziam sentir e os trilhos por onde passávamos alguns eram conhecidos. Em Quintã Jales paramos para beber uma cola e comer o atum. O café não tinha pão, mas um nativo fez questão de ir buscar a casa para nós fazermos as sandes. E que delicia :).


Mais 4km e atingiríamos o ponto mais alto do percurso e o ponto mais a norte da A24 desta rota. A partir daí era em grande parte a descer até ao fim. Para mim foi a zona mais dura, com boas pendentes e excesso de vitamina D a entrar diretamente no corpo, deixando-o marcado a branco e vermelho.

Mais um miradouro, São Bento (de Aguas Santas), este era bem inclinado e para ver a paisagem era preciso trepar, e TREPAR com a barriga a tocar no quadro. O atum do Sidónio não lhe deu força. Ficou a encher água e a descansar com os colegas que fizemos a descida. A vista como era fantástica tínhamos de a contemplar e flachar demorando algum tempo. Na descida fomos avisados que ele tinha ido devagar junto com os colegas.

Nagy e PedroS colocaram o ritmo que era possível na altura e continuaram a romper as pernas. Uns 7km à frente encontramos o Sidónio e os outros dois colegas parados a comentar que tiveram de descer muito rápido pois estavam a ser perseguidos por um cavalo disfarçado de cão. Num drop, tal era aflição, um colega empena a roda da frente ao descer.
 Continuando pra bingo apanhamos o comboio ciclável até Vila Real.

restantes vídeos aqui

domingo, 26 de março de 2017

26 de Março 2017 3º Raid Primavera OTZ BIKE

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 No terceiro ano consecutivo do Raid organizado pelo OTZ BIKE, os Kedas não podiam falhar…mas foi por pouco…
Inscritos, estavam o Pedro Silva, Nagy, Rocha, Rui, Nelson e o seu irmão Xavier (amigo dos Kedistas). 
Nos fins de semana anteriores apareceram as lesões: o Pedro cortou-se na sola do pé numa ida à pesca, o Rui parece que beijou o chão com amor… com muito amor.. Duas falhas eram praticamente garantidas. A substituir o Pedro, veio o Carlos Pereira. O Rui, bom…“descansou em paz (RIP)”..

Levantamento dos dorsais efetuado no sábado pelo Nelson… que mora ao lado. No domingo de manhã, os Kedas prontos, ou quase prontos, para os 36km que aí vinham com cerca de 950 metros de acumulado positivo.
Tudo levava a crer que ia ser durinho, agravando se ainda pelo estado do tempo dos dias antecedentes, onde não faltou chuva…


 Nove e meia da manhã, e baixaram as grades para os bttistas arrancarem em alto sprint… os kedas, ficaram mais na cauda, a ver o que se ia desenrolar…
O Rocha e o Nagy, depressa desapareceram de vista nos 2 primeiros quilómetros em alcatrão… À entrada do primeiro troço de monte, houve logo uma keda, mas não era dos nossos. No entanto, deu para aumentar a distância entre os primeiros e os outros, pois o trânsito ficou logo congestionado.. 
Decorriam cerca de 8 km de prova, e na berma estavam Nagy e Rocha a dar á bomba num pneu do Rocha, que já tinha parado pela segunda vez. Posto isto, Nelson, Carlos Pereira e Xavier fizeram as perguntas do costume (então, é preciso ajuda e tal?) e deram às-de-vila-diogo. 
Sobe e desce, lama a dar com um pau, piscinas barrentas e tratamentos de pele por todo o caminho, e chegaram os 3 primeiros kedas ao reforço. Poucos minutos depois apareceu Rocha de câmara nova e mais um bocado vem o Nagy. Uma “bufadela” rápida na roda de Carlos Pereira e arrancamos.


Pelo caminho, não faltava povo a queixar se de dificuldades, tanto técnicas, como físicas. Mas o pior ainda estava por vir… o Rocha começou com algumas dificuldades a nível de sinal, e a subida (mãe das subidas), ficou pra outro dia. O Nelson a meio teve de recuperar fôlego, o Xavier trepou até la acima, onde tinha claque a aplaudir e a prometer festa quando chegasse a casa. Em relação aos dois colegas, já os tinha perdido de vista, tal era o seu ritmo consistente.
A 2km da meta, saltou um músculo fora ao Xavier, de forma que fomos em ritmo lento até ao final.
Já na meta, encontravam se todos os kedas, alguns já de bifana na mão.



Como de costume nos RAID´s OTZ BIKE, a organização é excelente, com percursos bem traçados, bem ao estilo dos KedasBike e ainda um sorteio final de alguns prémios, embora desta vez ninguém tenha arrecadado nenhum, nem mesmo o Carlos Pereira – talvez por ir no lugar do Pedro. Mas fica o agradecimento ao OTZ por nos proporcionar uma manhã de bons desafios, comparados de igual forma com outros eventos de BTT, e tudo a custo ZERO.


domingo, 5 de março de 2017

Duatlo Famalicão 2017



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Depois de alguma indecisão e insistência por parte do meu irmão, lá decidimos experimentar o famoso duatlo de Famalicão. Tanto tinha de criticas boas, como de menos boas. Eu queria criar a minha... E aí foram os Brother's Team, um deles KedasBike...


Ao chegar ao local de levantamento de dorsais e chips, não faltava povo a aquecer as bikes em cima de rolos,... a fazer pequenos sprints pelo parque fora,... a comparar tempos e distâncias de edições anteriores... Enfim... só "pro's".... E nós ali, a tentar prever não ser dos últimos. Quase a conseguir gerigonçar uma tática...
E lá começou! 5 km de corrida e uma espera ansiooooosa de vinte e poucos minutos até arrancar de bike... No arranque, uma subidinha em estrada para aquecer e descida pra arrefecer... A seguir era entrar de quinta em quinta, de parque de armazém para monte, e escolher o melhor caminho pelo meio da lama..
Single track, tinha um.. Estradões, perdi a conta...
O difícil era mesmo a lama, e o facto de a KTM… ter apenas 26” polegadas de estatura...
Á descida final, inverte o sentido de marcha, e prepara pernas pra mais uma volta.
...e outra vez arroz.
Desta feita, com mais lama. Tanto no chão, como na viatura.
Ao chegar ao desmounting bike, complicado era sair da cabra e aprender a correr até á passagem de testemunho.
Troca de chip e dorsal, e vai o “atletista” fazer mais cerca de 2,5km, a terminar em alto sprint, numa ultrapassem registada em foto finish!



Critica? Bem... Foi uma experiência nova, talvez para repetir. Mas a parte de bike, que me tocou a mim, na minha opinião, deve ser treinada em ecopistas, Estradões, e até estrada, para ganhar resistência e rapidez...
Porque técnica,..adrenalina e até convívio desportivo, penso que não vão encontrar no duatlo (pelo menos em cima da bike)...

Contudo, pro ano há mais!!

sábado, 4 de março de 2017

4 de Março 2017 NGPS Vieira do Minho (Trilho dos Sentidos)



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Pedro Faria e PedroS foram os KEDASbike que foram à aventura destes trilhos.
A semana chuvosa que antecipou o NGPS com a quantidade de neve que caiu nas serras em Vieira do Minho não deixava muitas expetativas a ter companhia do nosso grupo, mas o Faria de ”bike e cal” permaneceu no comboio para a Serra da Cabreira.
Levantamos os dorsais pelas 7.40h e ouvíamos as últimas indicações da organização, o Mário juntava-se ao grupo e arrancamos com vista para os montes brancos carregados de neve.


Avançamos no estradão da Cabreira até ao alto do Miradouro da Serradela, um bom aquecimento para depois apreciar a bela paisagem onde os olhos conseguiam expandir o seu longo alcance. A partir deste topo começou a aventura na Cabreira, com a precipitação de neve e a que já estava acumulada nos trilhos deixava antever que ias levar uma valente coça quando atingisses mais altitude. A experiencia no ano passado em Montalegre com neve já tinha avisado o corpo para a tareia que ia levar.
O trilho ensopado e já calcado por outros colegas ia deixando algumas zonas já bem enlameadas. Mais à frente algumas pedras pintadas de verde musgo, parecia musgo… mas não sei se sabia a musgo, porque lá me fui equilibrando e em dúvida desmontei.


                               

Os km 12 a 22 eram bastante técnicos e os erros de navegação iam aparecendo, ou olhas para o GPS ou para onde vais mandar a roda da bike, a descer era quase certo o engano. Mas estes km foram sem dúvida os mais bonitos. As pedras da calçada sempre forradas a verde nas extremidades, fechadas por montículos de pedras muradas obrigando sempre à máxima atenção para a bike não escorregar, ouvindo o som da água sempre a correr... Ao longe a janela para a Serra do Gerês completamente branca. Esta cor branca de neve não me estava a deixar satisfeito e só esperava que fossem mais colegas à frente para fazer de limpa neves, quando já apontasse-mos para o Talefe.


Ao chegar perto da minas da Borralha tivemos a companhia do Miguel Martins e do Vasco, engrossava assim o grupo para 5. A média estava estonteante nos 7,8km/h! Passamos por Salto num abrir e fechar de olhos para voltar a subir em direção aos trilhos brancos.


Depois de um género de desporto que vínhamos a fazer, este foi batizado de “PUTATLO” mas quando o branco começa a sobressair, e as bikes limpa neves que iam à frente não fizeram o trabalho que eu tinha idealizado, era quase neve virgem em alguns lados, um grupo que encontro em quase todos os NGPS ia se deliciando com os bonecos de neve e o atira a neve, não vi os anjos… mas neve… a neve que já fazia doer os olhos. (e o resto)
Ainda não falei dos pés… com a quantidade de água que levaram e depois com a quantidade de neve que calcaram, já nem sabia como seria o aspeto deles quando os visse descalços. Havia longos períodos de tempo sem os sentir. O próprio pedal congelava nem deixava o cleat encaixar.
Um TEA BREAK, o Miguel trazia uma termos de chá quente, que prazer dava cheirar a infusão e sentir o calor do chá aquecer a ponta do nariz para o sentir aquecer o estomago, (precisava que o estomago fosse até aos pés) retemperamos as forças e arrancamos para o Talefe. Os “Jeeps” já iam limpando o estradão para conseguirmos chegar ao topo, com o vento ainda a arrefecer mais o corpo.



 Chegamos ao topo e a organização convidava-nos a descer pela alternativa, estradão !!! Tanto sacrifício e estradão?!!! Enquanto atestávamos as últimas provisões íamos decidindo o que fazer. Aqui o grupo estava dividido com uns a escolher a alternativa outros a escolherem a parte mais hard, outros por não sentirem as mãos e os pés (o que faz muita diferença quando é necessário travar). Os mais malucos ganharam e fomos testar a mais difícil. Quando saímos do estradão e entramos no trilho, a vontade era ir embora pelo outro lado, a quantidade de neve era das mais altas e a vegetação não ajudava em nada. Fomos em frente até voltarmos a outro estradão e aí o Mário decidiu descer pela alternativa, os restantes foram pela que estava marcada, mais 500m e a neve desapareceu e a descida foi feita a belo prazer.
O facto de não sentir os pés, ainda metralhava na cabeça e foi um alívio quando cheguei ao banho, estavam lá os dois com cinco dedos cada um .
Mais um belo empeno com belas paisagens

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domingo, 8 de janeiro de 2017

8-01-2017 Reis KEDASbike

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Como é já tradição no nosso grupo, no primeiro domingo a seguir aos Reis fazemos o nosso Passeio dos Reis. A pastelaria Xilas ofereceu o Bolo-rei, quem o comeu foram: Nagy, Carlos Pereira, Tó, Domingos (cunhado do Rocha), Rocha, Faria, Rui e PedroS.
No ponto de encontro na Pastelaria Xilas, já se encontravam um nº de Kedas à volta de um Bolo-rei de Chocolate quentinho, estava saboroso, mas quente não se consegue comer à guloso e sobrou um pedaço que embrulhamos ao tradicional e carregamos para o Camelback.
Alguém do grupo oferece o Vinho do Porto, os benfeitores foram o Nelson, que não pode vir, e o Domingos.
No início do ano, o Rui ainda empenado da keda no passeio de Natal às Sombras, o Tó ainda a ver as horas e o corpo para ver se ele gosta da bike, o Domingos era tb uma incógnita na resistência, e escolhemos um trilho misto de estrada e também trilhos sem subidas de “renome”.
Fomos em direção a Seide, Landim até ao Rio Ave acompanhando a margem até ao Parque da Rabada. Não havia penedo ao sol para o nosso lanche e as mesas na Rabada era pouco bttista. Continuamos nas margens do Rio Ave em direção à Ponte da Lagoncinha e dali para a Santa Catarina em Cabeçudos onde encontramos uma bela mesa de pedra e atacamos.
O vinho do Porto ficou pouco, o Bolo-rei de chocolate depois da viagem ainda estava melhor, já que o frio fez o chocolate mais rijo o que ajudou bastante ao sabor, claro que a viagem tb influenciou.
O Domingos ainda trouxe uma tablete de chocolate gigante, não foi toda mas se nascesse Vinho do Porto, até a mesa ia.

Foi bom ver o Tó outra vez em cima de uma bike a fazer km de se ver.